Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Quando a Gente se Encontrou

Cerca de 194718 frases e pensamentos: Quando a Gente se Encontrou

É suposto você estar triste no outono. Uma parte de você morreu a cada ano quando as folhas caíram das árvores e seus galhos estavam nus contra o vento e a luz fria invernosa. Mas você sabia que haveria sempre a primavera, como você sabia que o rio fluiria novamente depois de ele ser congelado. Quando as chuvas frias continuaram e mataram a primavera, era como se uma pessoa jovem tivesse morrido sem razão alguma.

Quando você desapegar dos bens materiais sua alma irá flutuar

Sinto falta das coisas fáceis de sonhar
E quando tudo ficar confuso demais pra se entender
Preciso acreditar que ainda existe uma maneira pra viver...

Não há sentido em ser completo do lado de fora quando se esta quebrado no interior.

Quando você tem uma meta, o que era um obstáculo passa a ser uma etapa de um dos planos.

A noite nem sempre é escura, só é escura quando seus olhos não enxergam a beleza que existe nela.

Algum dia, quando eu estiver terrivelmente chateado
Quando o mundo estiver frio
Eu me sentirei bem só de pensar em você
E como você está essa noite

Quando pensamentos amargos descerem ao seu coração. Diga para si mesmo: Eu escolho Amar e Perdoar.

Odeio quando você rouba meu ar, meus pensamentos, minhas noites.

Quando o mundo se tornar confuso, me concentrarei em fotografias. Quando as imagens se tornarem inadequadas, me contentarei com o silêncio

Quando a lenda é mais interessante que a realidade , imprima-se a lenda .

Viver não é uma viagem de férias numa praia de ilusões como você imaginou quando era criança.

Sabe quando você acha que conhece alguém? Mais do que qualquer um no mundo? Você sabe que entende a pessoa, porque a enxerga de verdade. E então você tenta se aproximar, e ela... desaparece. Você achava que pertenciam uma à outra. Achava que ela era sua, mas não é. Você quer protegê-la, mas não pode.

A violência, quando organizada, é, por vezes, confundida com justiça.

Perder uma amizade não é fácil
Pior ainda quando é a amizade de quem se ama

Não deixe que a força de uma impressão tire o seu equilíbrio quando ela se abater sobre você pela primeira vez; diga apenas: Espere um momento; deixe-me ver quem você é e o que representa. Deixe-me testá-la.

Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.

Espera-me pelas manhãs vazias,
nas tardes longas e nas noites frias,
e, outra vez, quando o calor voltar.
Aí, nunca deixes de me esperar!

Espera-me, ainda que, aos portais,
as minhas cartas já não cheguem mais.
Ainda que o Ontem seja esquecido
e o Amanhã já não tiver sentido.

Espera-me depois que, no meu lar,
todos se cansem de me esperar.
Até que o meu cachorro e o meu jardim
não mais estejam a esperar por mim!

Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.

Não dês ouvidos nunca, por favor,
àqueles que te dizem que o amor
não poderá os mortos reviver
e que é chegado o tempo de esquecer.

Espera-me, ainda que os meus pais
acreditem que eu não existo mais.
Deixa que o meu irmão e o meu amigo
lembrem que, um dia, brincaram comigo
e, sentados em frente da lareira,
suponham que acabou a brincadeira…

Deixa-os beberem seus vinhos amargos
e, magoados, sombrios, em gestos largos,
falarem de Heroísmo ou de Glória,
erguendo vivas à minha memória.
Espera-me tranquila, sem sofrer.
Não te sentes, também, para beber!

Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.

Esperando-me, tu serás mais forte;
sendo esperado, eu vencerei a morte.
Sei que aqueles que não me esperaram
– que gastaram o amor e não amaram –
suspirando, talvez digam de mim:

“Pobre soldado! Foi melhor assim!”

esses, que nada sabem esperar,
não poderão jamais imaginar
que das chamas eternas me salvaste
simplesmente porque me esperaste!

Só nós dois sabemos o sentido
de alguém poder morrer sem ter morrido!
Foi porque tu, puríssima criança,
tu me esperaste além da esperança,
para aquilo que eu fui e ainda sou,
como nunca, ninguém, me esperou!

Quando você abre o livro, é como num teatro: ali está a cortina. Você a arrasta para o lado, e a apresentação começa.

⁠O Peso da Presença: Quando o Medo de Ser Incômoda Nos Faz Ausência

Ao meu medo de ser incômoda, atribuo meus afastamentos e ausências.
Já fui aquela pessoa extremamente presente, que ao menor sinal estava lá, de prontidão.
Ainda sou, mas hoje me blindo de informações — uma pausa do mundo para não exceder meus limites,
os quais já foram exaustivamente ultrapassados.

Se for realmente urgente, coloco minhas dores no bolso, me faço forte e estarei lá, presente.
Mas o receio de ser incômoda, de parecer forçar algo, inclusive a presença,
me faz recuar de imediato.
Ainda que meu desejo seja permanecer, escolho me afastar, recolher-me, curar-me.

De alguma maneira, encontro força na solidão escolhida,
para não me tornar um peso na vida de quem amo.

E assim, me torno ausência antes que me tornem excesso.

⁠Efêmero e Infinito

Quando eu for, um dia desses,
poeira, levada pelo vento,
quero ser como as estrelas—
que mesmo quando morrem,
não se apagam.

Que meu brilho, mesmo distante,
ainda toque olhares,
ainda ilumine caminhos,
ainda ecoe na memória
de quem um dia me viu brilhar.

Que eu permaneça,
não apenas na lembrança,
mas no sentir.


#AtravésDoMeuOlhar