Proverbios sobre a Mulher
Se olhares me intimidassem seria eu o primeiro a dizer-te, mas ao fazeres isso sobre o meu passado deixastes de escutar-me.
Eu me debruço sobre qualquer assunto que me exija, por duas ou três vezes, atenção necessária para poder entendê-lo.
Não existe controle real sobre aquilo que nos cerca, mas total naquilo que fazemos sobre, como reagimos, entendendo que só uma opção existe.
O tolo tenta controlar os fatos, o sábio a sí.
Avançam covardemente, passo a passo sobre nós, a cada permissão que damos sobre nossas vidas, por omissão e medo.
O fato de você crer algo sobre mim não me define, não torna isso real e nem às minhas crenças. Não estou aqui para combater as de ninguém, confirmá-las ou negá-las, mas sim as minhas, sempre.
Exagerando um fato e repetindo mentiras sobre ele, constantemente, atribuindo-as a um grupo genérico, faremos você perseguir e entregar o seu melhor amigo ou a sua própria mãe, naturalmente e com raiva! #outoftrue
Busco a maior consciência sobre que decisões tomar e até as que não tomar, como também continuar sendo a metamorfose ambulante que me ajudou até hoje, mantendo o leme firme na direção da NÃO expectativa e dos questionamentos e reflexões constantes.
Sou um navio antigo e eficiente, e quem vem a bordo não tem controle nenhum sobre ele, pois navega sob leis divinas e de acordo com as correntes maritimas da espiritualidade superior e do destino Supremo.
A felicidade, na minha opinião, é um estado de percepção, de consciência sobre tudo e os propósitos e que pode nos manter em equilíbrio a despeito do que acontece a nossa volta.
O valor de um homem é medido pela sua humildade e pelas restrições que provoca sobre seu modo de viver, mesmo tendo muitos recursos para viver como um Rei.
Ganhos e perdas dizem respeito ao que fazemos com o que Deus nos dá e não sobre o que Ele deseja para nós, que obviamente é a nossa evolução e aprendizado.
Se todos questionassem e refletissem sobre aquilo que lhes chega, buscando informações, ninguém estaria "dormindo".
Vou te dizer uma coisa importante sobre os mortos, os "fantasmas". Tenha medo dos vivos, em especial dos quietos, que se esgueiram, pois estes tem acesso real a você.
O controle sobre os nossos desejos primitivos, básicos, estabelece a disciplina, um salto na consciência, que nos faz sair da caverna de Platão e jamais ser o mesmo.
Nunca fale sobre algo que não se tem conhecimento! Pois é o mesmo que falar sobre algo que não entende, nem compreende. Se for assim, fique em silêncio e ouça o que está sendo dito.
Sobre relacionamentos: mulheres não são centro de reabilitação. Não são mães. Não são empregadas. Não são cuidadoras. Não são propriedade.
A Economia segundo a Empatia
Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.
Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?
A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?
Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.
Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.
O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".
O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.
E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".
A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.
Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.
Continue seu trabalho e ignore os olhos sobre seus ombros.
Deixe que a inveja irá derrubá-los do degrau que você alcançou.
"As pessoas não te decepcionam, você se decepciona com as suas expectativas criadas sobre as pessoas"
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