Prosas de Amor
"" Meu amor, eu não me importo em não ser o teu amor, claro que isto nunca passou pela minha cabeça. Sempre tive a certeza de que o sentimento seria para sempre e recíproco, mas tudo bem, entendo e aceito a tua ausência e mais, quero do fundo do coração, saber um dia, que és muito feliz onde resolveste ficar, nisto minha alma se alegrará, pois dela é a vontade de te ver sempre bem.Quanto a mim não te preocupes, terei na lembrança sempre aquilo que acreditei, um amor de verdade, que se não foi em dois, em um transcendeu todo entendimento do que é. Hoje eu sei que amar não é uma vontade apenas, mas um comando de algo ou alguém muito superior que comanda nossas vidas e isto não permite qualquer obsessão ou posse. Obrigado por ser quem, mesmo sem querer, não permitiu que eu passasse por esta vida sem sentir este amor, mesmo que a princípio ele pareça insano, ridículo, infantil e até sem noção
Quanto mais sinto, mais me perco nas garras deste chamado amor. Achado, busco cada vez mais motivos para dele falar, pois parece vamos ficando íntimos. Depois do possível, agora eu acredito que ele é algo que escolhemos usar. Feliz quem usa, mais ainda quem o recebe. Impossível medir, pois não há tamanho, cor ou idade. Ingastável e disponível para quem quiser usar, com quem quiser e em qualquer tempo.
As dores físicas podem ser vistas como campainhas de Deus, chamando nossa atenção de maneira amorosa. Elas são manifestações do corpo e da alma, pedindo auxílio e nos convidando a refletir sobre o que precisamos ajustar em nossas vidas. Essas dores podem nos ensinar a ouvir nosso interior, a cuidar de nós mesmos e a buscar equilíbrio. É um lembrete de que, muitas vezes, precisamos parar, respirar e prestar atenção ao que nosso ser realmente deseja. Ao reconhecer essas mensagens, podemos iniciar um processo de cura e autoconhecimento, permitindo que a dor se transforme em um caminho para a saúde e a harmonia.
Este amor transcende o romântico; é um estado de presença que colora a existência. É a reverência pelo nascer do sol, o acolhimento das imperfeições, a mão estendida na dor. É a coragem de se doar sem garantias, de enxergar poesia no trivial e de florescer mesmo na aridez. É um verbo ativo que se faz no cuidado, no respeito e na celebração do simples fato de estar vivo. No fim, toda essa entrega e encantamento se revelam como uma única e profunda verdade: é um amor pela Vida.
O verdadeiro amor é uma força que se revela nos gestos mais sutis: no cuidado com que se olha, no abraço que acolhe sem pressa, no silêncio que compreende. É a escolha diária de enxergar beleza no ordinário e de celebrar cada pequeno milagre cotidiano. É a coragem de se entregar, de florescer mesmo em tempos áridos e de transformar existências. Esse sentimento, que nos conecta ao outro e ao mundo, é a mais pura e resiliente forma de amar. No que é difícil, é um profundo e eterno amor pela Vida.
Amor doido de amar sem limite, sem peso na consciência e sem pensar no que vai sobrar no fim. Um amor sem noção e fora da casinha, daqueles que tocam a campainha de madrugada, que vivem fazendo promessas de amor a qualquer hora, em qualquer dia. Que abandonam tudo, enfrentam o chefe e um trânsito caótico só para passar algumas horas grudados.
O amor é a própria alma da existência, a força vital que confere sentido à jornada humana. Ele se revela em miríades de formas, ora no afago mútuo entre almas, ora na entrega fervorosa a um ideal, ora na compaixão que nutre o próximo. Amar transcende a mera emoção; é um verbo, uma ação que se traduz em gestos e palavras, em ecos do coração. É a arte de vislumbrar a beleza nas nuances, de abraçar as imperfeições como parte integrante da história, e de celebrar a preciosidade de cada instante compartilhado.
O tempo chamou-me para o amor,aprendi a compreender meus sentimentos. Entreguei meu Coração e minha alma a você; o amor que te ofereci, não encontrará em outra mulher. Cansei de te fazer entender! Cansei de lutar por atenções, você não sabe o verdadeiro significado de amar. Algum dia sentirás falta, e aí tarde demais será. Hoje direi adeus a tudo que vivemos, o passado não mais importa, apenas existirá amor,que o tempo não apaga, mas você não existirá nos meus pensamentos e nem nos meus sonhos. Mas permanecerá no meu coração pois foste o amor mais lindo e doce que um dia conheci.
Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.
A questão que não quer calar "O que é Amor?", Amor? Existem várias definições mas a definição é o que você sente por alguém e não consegue explicar aquilo que te faz baixar as guardas nos sentimentos, aquilo que te faz sorrir mesmo triste diante da pessoa amada. Amor é aquilo que você quiser que ele seja.
Entender a profundidade do Amor que entregou o Filho Amado é ser inundado por uma torrente de afeto que desarma o coração, preenchendo-o sem limites. Este é o Amor que nos ganha e nos transforma, aniquilando o egoísmo. Que este transbordo de carinho divino seja a essência da minha existência, irradiando a luz da Tua generosidade a cada passo.
O amor incondicional é a única linguagem que o universo reconhece como prova de autenticidade, ele se manifesta na súplica desarmada de quem prefere a dor da ausência à vista da destruição do ser amado. É um instinto primitivo e divino que transcende a lógica da posse e a vaidade do direito, ensinando que a conexão verdadeira não se rompe, mesmo quando o objeto do afeto está em outras mãos. Essa é a essência doadora que sustenta o mundo e que devemos buscar replicar em nossas relações. Olhe para sua vida: quem ou o que você ama o suficiente para abrir mão?
A palavra amor é um acordo social, uma forma de nomear quando afeto e compromisso se encontram. Mas como cada pessoa sente o mundo de um jeito único, o amor que alguém diz sentir nunca é exatamente igual ao meu. Ele nasce das experiências, das perdas, do corpo e das expectativas de cada um. E aí surge o dilema: nunca conseguirei saber se o amor do outro é parecido com o meu. A angústia vem dessa dúvida. Posso ser amado pelo nome “amor” mas talvez nunca pelo que realmente sou por dentro, pelo meu jeito único de sentir. Ninguém consegue amar uma cópia perfeita do meu sentimento. Só eu sei como meu amor existe dentro de mim.
A magnitude do amor celestial é um conceito que a mente humana tateia, mas jamais apreende em sua totalidade, pensar que o Pai Celestial entregou o próprio Filho, a encarnação do Verbo, para que este sofresse o ostracismo e a morte em meu lugar, é confrontar a fronteira do indizível. Este não é um afeto passivo, mas uma força ativa que me arrancou da ruína e me inseriu na família divina, transformando um coração limitado e errante em um reservatório onde reside a plenitude do Espírito. Essa certeza da filiação é a minha riqueza imaterial, a fonte inesgotável de regozijo que me move à adoração incessante.
O amor não se submete à lei da gravidade, e por mais que eu corra em círculos, o destino me puxa sempre para a sua órbita. Ninguém disse que amar seria uma jornada linear, mas a dificuldade apenas provou que a força da nossa união resiste a qualquer separação imposta. Eu sou eternamente seu, e volto para a sua luz.
O amor verdadeiro é uma fonte que alimenta, cresce e ilumina, jamais algo que consome ou destrói, pois o que sufoca não é afeto genuíno, mas uma carência profunda habilmente fantasiada. Aprender a diferenciar o toque da paz do toque da possessão é a chave para a liberdade do coração. O amor certo tem, na verdade, um cheiro inconfundível de paz profunda e o gosto familiar de um lar seguro, onde o olhar que reconhece a sua essência é a maior prova de verdade. É uma experiência impossível de confundir, que nos convida a sermos inteiros e a buscar a profundidade e a verdade em vez da superficialidade. Amar exige coragem, é colocar o coração na linha de frente e arriscar a ferida, mas não amar é uma dor muito mais silenciosa e devastadora, pois o coração precisa deste movimento sagrado para pulsar e, através dele, nos construir e nos tornar humanos, longe da frieza de uma pedra.
O milagre não é apenas um evento sobrenatural, mas a manifestação concreta do amor e da autoridade de Jesus. É a força que cura toda ferida, reverte o quadro mais complexo e transforma a derrota em vitória e testemunho. Clamo pelo mover de Deus capaz de abrir o Mar Vermelho, derrubar muralhas e nos fazer mais do que vencedores sobre cada adversidade que tenta nos paralisar ou nos desanimar. A luz do amanhecer sempre sucede a noite mais escura, e a certeza de que a vida nova chegou e o choro acabou nos impulsiona a abraçar o milagre que já está decretado sobre a nossa existência.
O amor é a mais doce forma de negligência, onde a lucidez se despede, as dúvidas se calam e a alma, cega e entregue, se lança no abismo acreditando no que se resume em incertezas. Amar é desconhecer o significado das dúvidas, é o sentimento mais transcendental que existe e só o compreende quem, um dia, amou verdadeiramente.
" Tudo que for erigido em nome do amor é apenas um eco pálido diante do abismo que ele deixa no peito. Cada gesto, cada palavra, cada tentativa de tocar sua essência, fracassa miseravelmente, como se o próprio sentimento se alimentasse da nossa incapacidade de contê-lo. E tu sentes — com cada fibra, cada suspiro, cada lágrima silenciosa — que nada jamais será suficiente, que todo esforço humano é apenas sombra diante da luz cruel e imensa do que verdadeiramente amas. A dor é aguda, penetrante, e nos deixa nus diante do infinito, impotentes, chamando em vão o que nunca se deixa possuir por completo. "
Se deus de fato existisse e tivesse um pingo de amor-próprio, ele processaria as igrejas por calúnia e difamação. Afinal, ninguém destruiu tanto a reputação divina quanto o fanático que usa o nome dele como combustível para incendiar a vida do próximo. A religião não é o caminho para o céu; é o muro que os odiosos construíram para dividir e controlar a sociedade.
