Próprio
O meu medo não é pela multidão
Mas entrar pela solidão;
Não entendo o amor próprio meu
Amo minha esquisitice e espanto-me
Quando nem sei quem sou;
São assim as veredas da vida tornando inúteis bens materiais
No entanto armadilha do próprio sangue se é distinto
A qual quer preço para a própria salvação
Então profira em voz alta “fé”;
Para a glória a ti derramarei abundantemente minhas esperanças
Por que vos confio a minha vida e a sabedoria que me concedesse;
A violência em que cada indivíduo a procura por si só se destrói. Por que ela será o próprio remédio para a sua cura;
Nada é mais doloroso que o silêncio do teu próprio pensamento... Que pouco a pouco te sufoca com palavras nunca ditas;
A pretensão de um homem é medida pela métrica do seu próprio intelecto ou desejo de sua própria capacidade;
A conexão dos nossos caminhos são variações de uma escala direcionada pelo nosso próprio coração;
Então não podemos estar em falta, mas agradecido pelos sentimentos assim agraciados;
Devemos buscar o que desejamos sem desistir, mas sim insistir para superar e a si próprio fazer sorrir;
