Progresso
Sou intensidade em movimento e obra em progresso.
Não caibo no raso, nem no que tenta me limitar.
Eu treino o corpo, mas o que me move é a mente:
minha paz mental, minha força física, minha maturidade emocional.
Disciplina não é peso pra mim — é a ponte entre quem eu sou e quem estou construindo.
O futuro não acontece comigo, ele responde à minha rotina.
Eu mereço o melhor, espero pelo melhor e só aceito o que se alinha à minha verdade.
Minha melhor versão não é um destino… é uma escolha diária.
Sou firme no que busco, seletiva no que deixo ficar e corajosa o suficiente pra recomeçar sempre que preciso.
O mundo pode até tentar me definir, mas quem me escreve sou eu.
Em constante evolução.
Sem pressa, mas sem pausa.
Em Guarulhos, o progresso tem passagem só de ida pelo aeroporto — como se pra vencer, fosse preciso abandonar as calçadas que forjaram nossa luta.
EduardoSantiago
O verdadeiro progresso vem daquilo que você aprende com os erros, não daquilo que você acerta de primeira.
Ao buscar o seu progresso tenha em mente o não pisar nos degraus do retrocesso: qualquer dúvida atrapalha suas decisões.
Apenas um por cento de progresso por dia
Já muda o mundo em mim
O teu amor me fez ver
Que até no pouco há um começo sem fim - Frase da música Apenas um por cento do dj gato amarelo
Apenas um por cento de progresso por dia
Já faz toda a diferença - Frase da música Apenas um por cento do dj gato amarelo
Da energia nuclear não se pode fazer uso nem mesmo para o progresso, quanto mais para curar doenças.
A I.A. vai contribuir para a educação, o crescimento, o progresso e a salvação do povo brasileiro, quando entender que a Inteligência do Altíssimo está acima da ciências das mentes humanas.
Há mais sons e vozes agradáveis aos ouvidos do coração do que os ruídos estridentes do progresso do mundo.
A maioria deseja o progresso, mas poucos aceitam o processo.
Querem maturidade, mas rejeitam a lapidação. Querem vitória,
mas evitam o deserto.
Ordem e progresso ou administração da pobreza?
Há, de fato, algum candidato genuinamente preocupado com a situação estrutural do Brasil?
O debate político nacional tornou-se raso e emocional. Em vez de analisar propostas, dados e consequências, grande parte da população passa a idolatrar ou odiar figuras políticas, escolhendo lados como se estivesse torcendo por pessoas, e não avaliando projetos de país. Políticos deveriam ser instrumentos de desenvolvimento, não objetos de devoção ou repulsa.
A discussão central deveria ser outra: quais são os problemas reais da sociedade brasileira?
O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e bate recordes constantes de arrecadação. Ainda assim, o retorno desses impostos é incoerente e ineficiente. O Estado adota políticas públicas essencialmente amenizadoras, que aliviam sintomas momentâneos, mas ignoram a raiz do problema. Reduzir o “gelo visível” não impede que o iceberg, muito maior e submerso, continue crescendo.
Auxílios sociais, da forma como são estruturados hoje, não resolvem o problema e, em muitos casos, agravam-no. Programas de acesso fácil, sem incentivo real ao trabalho, à capacitação ou à autonomia, tornam a conta insustentável. Os dados são claros: a projeção é de piora, não de melhora.
Enquanto isso, a população pouco se preocupa com seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Não há revolta porque o Estado entrega um benefício imediato, um “pirulito”. Porém, alguém sempre paga por ele. O problema é que o custo é coletivo, enquanto o retorno não é proporcional nem estruturante.
Centenas de milhões de reais são direcionados a uma parcela da população sem critérios que estimulem evolução pessoal ou produtividade. Ganhos que deveriam estar associados a mérito, capacitação ou transição para autonomia acabam se tornando permanentes. Isso não gera desenvolvimento, apenas dependência.
A pergunta central é: as pessoas não enxergam esse problema ou não querem enxergar?
A lógica política ajuda a explicar. São milhões de eleitores, e nenhum político, em sã consciência eleitoral, quer perder apoio ao enfrentar o problema de forma responsável. O medo de ser criticado ou rejeitado pesa mais do que o compromisso com soluções reais.
Nesse cenário, até os chamados “direitos constitucionais” perdem efetividade prática. Vive-se uma espécie de distopia institucional, em que a frase “Ordem e Progresso”, estampada na bandeira, está cada vez mais distante da realidade. O que resta à população produtiva é pagar mais impostos e sustentar outra parcela do país. A conta simplesmente não fecha.
Esse modelo desestimula empresários, desvaloriza quem produz e transmite a mensagem de que trabalhar e gerar riqueza é penalizado, enquanto a inatividade é recompensada. Isso não é igualdade. Quem recebe não se desenvolve; quem paga é limitado. Onde está a racionalidade desse sistema? Que rumo estamos tomando?
O problema não é a existência de ajuda social, mas para onde e como ela é direcionada.
A prioridade deveria ser o jovem que quer estudar, ingressar em uma faculdade, se qualificar e construir algo, mas não consegue porque precisa sustentar a própria casa, pagar mensalidades, ajudar a família. Muitos abandonam os estudos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade real.
Esse jovem, paradoxalmente, não é visto como prioridade pelo poder público, justamente porque trabalha. Já quem possui renda mínima extremamente baixa recebe auxílio sem qualquer ponte concreta para sair dessa condição.
Essa crítica não é direcionada a um candidato específico. É uma crítica a toda a máquina política, ao modelo estrutural que se perpetua há décadas sem mudanças significativas.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o Brasil continuará administrando pobreza em vez de combatê-la, distribuindo recursos sem gerar progresso e adiando, eleição após eleição, as decisões que realmente importam.
A mentalidade de grupo impede o progresso, sufoca a inovação, compromete o verdadeiro aprendizado e enriquece quem pensa por si só sem seguir pensamentos alheios.
As guerras sempre apresentam nobres motivos, como a paz, Deus, civilização, progresso e democracia. E, se nenhuma dessas justificativas for suficiente, aí entram os grandes meios de comunicação, que criam inimigos imaginários para justificar a transformação do mundo em um grande manicômio, em um imenso matadouro. Essas mentiras são espalhadas, levando as pessoas a aceitar o que é inaceitável, e, no fundo, o que se busca é o controle e o poder. A verdadeira razão das guerras nunca é dita, e tudo se resume a: "Eu mato para roubar."
Camadas de cinismo global
Chamam de progresso
essa febre elétrica que atravessa cabos submarinos
enquanto dedos deslizam por telas
como quem reza em alta velocidade.
Jogos que viciam, promessas de riqueza e levam um pouco de nossas vidas.
Algoritmos decidem quem merece existir na vitrine do mundo,
quem será amplificado,
quem será silenciado sob camadas de ruído.
Vendemos dados como quem oferta incenso,
aceitamos termos que ninguém lê
e chamamos de liberdade
o que é apenas curadoria invisível.
Enquanto isso, palanques repetem
“Deus”, “tradição”, “família”,
palavras polidas como prataria antiga
que escondem rachaduras no fundo do armário.
Perguntar qual Deus
é quase sempre o início do desconforto.
A moral vira espetáculo.
A fé, slogan.
A pátria, figurino.
E nos bastidores,
emendas escorrem como óleo espesso,
orçamentos evaporam,
salários se ajustam sempre para cima - nunca para quem acorda às cinco.
A floresta aprende o idioma da motosserra.
O rio memoriza o gosto do mercúrio.
O litoral negocia seu horizonte em barris.
Chamam de desenvolvimento
o que deixa crateras na pele da terra.
Chamam de oportunidade
o que devora o futuro.
No entanto, o povo, essa entidade útil quando convém - bate ponto, paga juros,
e aprende a sorrir em parcelas.
compartilha memes,
discute política no almoço,
tem medo do boleto,
reza por estabilidade,
mas não deixa de sonhar.
Entre uma enchente e outra,
entre um escândalo e outro,
entre uma atualização e outra,
vive.
Há quem acredite que o autoritarismo
chega marchando com botas audíveis.
Às vezes ele chega sorrindo,
prometendo proteção.
Fanatismo não nasce do nada:
ele germina onde a educação foi negada,
onde o pensamento crítico foi trocado por grito,
onde o medo é adubado diariamente.
Não é ignorância pura - é cansaço manipulado.
E enquanto discutimos bandeiras,
os contratos são assinados longe da praça.
Enquanto brigamos por símbolos,
direitos evaporam discretamente.
Mas ainda assim -
e isso é o que mais me intriga:
há gente estudando,
plantando,
ensinando crianças a perguntar “por quê?”.
Há quem recuse a mentira confortável
e escolha a dúvida fértil.
Há quem compreenda que fascismo não se combate com fúria cega,
mas com alfabetização profunda,
com memória histórica,
com ética cotidiana.
Ganância sempre existiu.
O novo é sua escala industrial.
Hipocrisia sempre existiu.
O novo é sua transmissão em alta definição.
Ainda assim,
sob essa camada de cinismo global,
há uma força silenciosa
que não viraliza,
mas sustenta.
Talvez o século não precise de heróis,
mas de leitores atentos.
Talvez a revolução mais subversiva
seja ensinar alguém a interpretar
antes de compartilhar.
Se o mundo parece à beira do colapso,
é porque agora vemos as fissuras em tempo real.
Mas ver é o primeiro passo para não repetir.
E se há algo que ainda pode nos salvar
não é um líder,
nem um algoritmo,
nem uma profecia impressa em capa de revista -
é a decisão íntima
de não terceirizar o próprio discernimento.
O orgulho que cultivo é de progresso, não exibo troféus, mantenho ferramentas afiadas, meu orgulho é utilitário.
