Profissão de Fé

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Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.


No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.


O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.


Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.


E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.


A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.


Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.


Quando decidimos seguir apesar das incertezas.


Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.


Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.


Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.


Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.


Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.


A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.


Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.


Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.⁠

⁠Um dos propósitos mais belos da fé é constranger o impossível.

⁠Um dos maiores e mais belos propósitos da fé é constranger o impossível.

Um dos maiores e mais belos propósitos da Fé é constranger o impossível.






Porque a Fé não é ausência de dúvida — é presença de confiança.


Ela não se alimenta de garantias, mas de esperança.


É o gesto mais ousado de quem planta mesmo sem ver o solo fértil, de quem continua caminhando mesmo quando o chão parece ter desaparecido debaixo de seus pés.


A Fé é essa força bruta silenciosa que, ao invés de discutir com o impossível, o constrange com pureza, entrega, insistência e resiliência.


Ela não o vence pela lógica, mas pelo amor.


E quando o impossível, envergonhado, se curva diante da perseverança dos que creem, é ali que o milagre acontece — discreto, sereno, e profundamente humano.

Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.

Somente com fé em Deus
tudo na vida avança
Com lealdade ao rei
e ao País o futuro alavanca.


Deixar-se iluminar e guiar
pela supremacia da Constituição
constrói a esperança
Cultivar o Estado de Direito
se colhe a confiança.


Com cortesia e moralidade,
se conquista a fortaleza,
a harmonia e a temperança.


No sutil recado da Bunga Raya
a importância de viver
em estado de Rukun Negara.

Agradecer a Deus e cultivar
para que aumente mais a fé,
No pé de Pulasan conquistar
e com amor e poesia te tocar.

Fé como alicerce da sua vida,


e o respeito a quem tem


fé como você mesmo sendo


de religião diferente,


Seguir o Rukun Negara é


a orientação para seguir


em união com a sua gente,


O quanto você é capaz


de colocar em prática,


fala profundamente


sobre você e do encontro


com a segurança em Deus


para se proteger e proteger os seus.

A paz da flores da Sucuuba
é o quê desejo para que a fé
e nem mesmo a inspiração
se percam do teu coração;
E que toda a escuridão
proporcione enxergar
mais de uma constelação.

A beleza destruirá o mundo. Quando tudo é medido apenas pela utilidade, não há espaço para o feio, o inútil ou o louco, e com isso, toda criatividade morre, tornando a vida injusta.

Algo de fé Chavín
ofertado diante
Lanzón Monolítico,
Entrego e prossigo
reunindo a Natureza
e o infinito ordenado
do desígnio aceito,
Para que se embale
e floresça a pacificação
trazendo transformação.

... tanto
um notório saber,
quanto⁠ uma honesta
expressão de Fé, resultarão
em conceitos vagos, insípidos -
exceto, quando regularmente
abastecidos pelos
nutrientes da
sensatez!

... melhor
testemunham o tamanho
da sua Fé aqueles que em razão
de questões e fatos ora inacessíveis,
parte considerável de suas
expectativas não são
atendidas!

... a Fé
acima de tudo é ação;
é trabalho duro; é diligência
em busca por melhores dias...
É vivê-la em si; reafirmá-la em si;
a ponto de, oferecer-se ao
outro sem nada
em troca!

... a Filosofia,
originária na Grécia Antiga,
significa 'amor à sabedoria'...
Servindo como ferramenta medular
de quem busca incessantemente o
conhecimento - não de quem
diz já possuí-lo!

... um mínimo
gesto de Fé que seja,
para além da mais sincera
oração; de uma honesta e profunda
devoção, nasce da certeza da mão
do Criador encorajando-nos
o viver!

A ÉPOCA DA RAZÃO PROVOCADA
A FÉ RACIOCINADA DIANTE DO NOSSO TEMPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Fé raciocinada somente é aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade.” Esta afirmação, situada no coração da filosofia kardequiana, exige que perguntemos a nós mesmos: em que época estamos? Que espécie de tempo histórico interpela o pensamento e convoca a fé a este exame rigoroso?


Estamos em uma época marcada pela abundância de informações e pela escassez de reflexão profunda. Jamais houve tantos textos, tantos documentos, tantas vozes, tantas análises. No entanto, raras vezes a humanidade se mostrou tão dispersa, tão imediatista e tão inclinada a formar julgamentos sem o devido estudo. Por isso, a frase de Kardec não é apenas uma advertência, mas um critério de maturidade espiritual.


Em que época estamos?
Estamos na época em que o pensamento crítico tornou se uma necessidade vital. A razão é diariamente pressionada por conclusões rápidas, interpretações impulsivas e opiniões que substituem investigações. A fé raciocinada, para existir neste cenário, precisa demonstrar coragem intelectual e serenidade moral. Ela deve erguer se acima da agitação mental, examinando cada ideia com calma e lucidez.


Em que época estamos?
Estamos na época em que muitos confundem tradição com estagnação. Mas Kardec, ao afirmar que a fé deve encarar a razão em todas as épocas, reconhece que cada período histórico traz novas questões, novos desafios e novas exigências. O século vinte e um não é exceção. Pelo contrário, é talvez o século em que esta frase ressoa com mais força, porque a razão foi convertida em arena de pressões constantes.


Em que época estamos?
Estamos na época em que a responsabilidade intelectual se tornou prova de caráter. Avaliar, estudar, fundamentar, compreender antes de opinar tornou se ato de resistência moral. A fé raciocinada não floresce na pressa, mas na ponderação. Não vive do eco das massas, mas da coerência íntima entre razão e sentimento.


Por isso, enfatizar a frase kardequiana neste contexto significa reconhecer que a fé raciocinada permanece como exigência permanente. Ela não é conceito do passado, mas compromisso do presente. Encarar a razão face a face significa encarar nosso próprio tempo, suas fragilidades, seus excessos e suas urgências.

É com amor, fé e afeto que a vida vai dando certo...

A fé em Deus perlonga a vida.

“Quem confia sem ver, descobre que a fé é a ponte entre a dúvida e o milagre, entre a incerteza e a promessa cumprida.”

- Trecho do livro Antes de tudo, Deus: porque Ele é suficiente