Orgulho de ser professor: frases para quem ama a docência

O Passado foi nosso avô, nosso pai, nosso professor; dele extraímos sabedoria. Com o presente, só depende de nós o relacionamento que teremos...
- Querido Presente, muito prazer!

Pessoas negativas são alunos de professores negativos.

O professor é um aproximador entre a capacidade de conhecer e o conhecimento.

Na vida, podemos ser professores e ensinarmos os nossos maiores aprendizados.
Mas, nunca deixaremos de ser eternos alunos,
porque, todos os dias é algo novo que aprendemos.

14/01/ 2015

Se não há professor para regar,
haverá doutor só no sonhar.

Aos professores, mestres e doutores.

É com grande alegria e prazer que posso dizer. Que seria de uma sociedade, seja no campo ou na cidade, a ausência da docência, o ensino de verdade?

Deveras pois todos, indistintamente agradecer, ao doutor, mestre ou professor, por horas e horas de labor. Por dedicação integral, buscando sempre o conhecimento, e repartindo na moral, com muito esmero, tamanha dedicação, ansiosos por verem seus alunos em diversa formação.

Parabéns, professor, mestre e doutor, por dedicar seu precioso tempo laboral, em ajudar a resgatar nos dá ignorância colossal. Por cada contribuição intelectual, na ajuda em galgar cada degrau, nos mais diversos patamares do saber, nos levando até as portas maiorais, na oportunidade de aprender cada vez mais.

Tenham todos, professores, mestres e doutores, vida longa e muita paz. Por cada discente que a vida lhe traz. Pela oportunidade de fazer o ignorante galgar os degraus do conhecimento, rumo aos patamares do saber, sempre com louvor e maestria, onde muitos alcançarão mais é mais, sabedoria.

Meu sincero agradecimento a todos os professores, mestres e doutores que tive e tenho ainda, o privilégio maior de conhecer, de aprender a amar e realmente muito considerar.
Vida longa com saúde, graça e paz a vossas excelências da propagação do saber.

Os melhores amigos e muito mais são os nossos professores e os nossos pais.

Tive a oportunidade de encontrar professores que me ensinaram além das lições da sala de aula: mostraram caminhos, deram conselhos e me ajudaram a começar a sonhar.

Faça da sua vida uma escola e seja um bom aluno para mais tarde ser o professor que educa e orienta outros a entender o que você também não entendia.

Enquanto a desvalorização do professor predominar, mais e mais pedágios pagaremos para a transposição dos obstáculos de nossa trajetória.

Umas das boas qualidades do ser humano é a " síndrome de professor ", que consiste em ensinar tudo que sabe. Não acreditar em tudo que ouve. E sempre ao ensinar a alguém, ouvir a experiência de vida alheia e aprender mais e em certos casos reformular o que achava saber.

A tecnologia aumenta as habilidades dos indivíduos, transformando um sábio em um professor e um tolo em um grande tolo!

⁠Professor,
Realmente você tem valor!
O seu exemplo deve ser seguido,
Forte guerreiro com seu
Escudo - o livro.
Semeador de conhecimento,
Sua lida enobrece
O seu caminho e
Rega de bençãos a sua vida.

A vida é uma ótima professora. Se você não consegue aprender uma lição, ela pacientemente repete.

Se alguém diz ser professor, deve mostrar por ensino; se alguém é dado uma tarefa e não cumpre, não deve ser dado mais outra tarefa, ou seja, "todoaquele que é dado alguma comida e joga fora ou deixa-a se estragar, não deve ser dado mais!"

Se alguém diz ser professor, deve mostrar por ensino; se alguém é dado uma tarefa e não cumpre, não deve ser dado mais outra tarefa, ou seja, "todo aquele que é dado alguma comida e joga fora ou deixa-a se estragar, não deve ser dado mais"!

.. E a professora sempre esteve certa.
"Olha pra frente, a prova é individual.
(Todas as provas sempre são individuais, intransferíveis e solitárias.)
Continua nadando, se parar você afunda.
(Não pare para lamber feridas ou se revoltar, ou a dor vai te engolir.)
A prova é sozinha e sem consulta, quero ver se vocês aprenderam.
(A vida é uma aventura solitária, e as lições se repetirão até que aprenda.)
Se tentar apagar com muita força, vai rasgar o caderno e perder a lição que anotou.
(Ninguém consegue apagar uma história, sem correr o risco de apagar o que precisava ser aprendido).
Se não terminar a lição vai ficar aqui na hora do recreio.
(A Vida é Festa e Ofício, não podemos comemorar o que não construímos.)
E quando você crescer vai entender.
Acho que estou crescendo... nunca foi sobre escola.'

Enquanto o professor sacrifica a voz para abrir mentes e o policial arrisca a vida para proteger o próximo, o pastor hipócrita enriquece vendendo um terreno no céu que ele mesmo não faz questão de visitar tão cedo.

A Guardiã dos Avisos Ignorados

Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia

Nada estava visível naquela noite. Mas algo pairava, em surdina, nas pequenas coisas que costumamos ignorar: a Guardiã dos avisos ignorados.

Uma alta dirigente distrital decidiu partir para a cidade a fim de passar a quadra festiva junto da família. Fora avisada de que a lei não concede diferimentos favoráveis a viagens impulsivas de quem detém autoridade. Ainda assim, escolheu ouvir o coração pois, em tempos festivos, o coração costuma falar mais alto do que a norma. A regra foi relegada ao segundo plano, dobrada e esquecida, enquanto à frente da dirigente seguia apenas o desejo de estar entre os seus.

Não faltou quem tentou dissuadi-la. Não com gritarias nem com processos disciplinares, mas com a frieza de quem conhece o peso da responsabilidade. O aviso foi simples e claro: quem serve o distrito não deve servir-se dele sem consequência. Contudo, a decisão já estava tomada. Quando o poder se habitua a mandar e passa a ouvir apenas a si próprio, aprende também a ignorar os avisos.

Naquele dia, apesar de esburacada e lamacenta, a estrada comportou-se silenciosa, como sempre é a Guardiã dos avisos ignorados.

No caminho, o mundo cobrou o preço da decisão. O irreparável sucedeu. Um corpo ainda marcado pelas ressacas das vésperas atravessou a estrada e, num instante, tudo se desencadeou: decisão em absurdo, movimento em culpa, pressa em tragédia, quadra festiva em luto. A estrada manteve-se indiferente, enquanto uma vida se despedia sem temor nem tremor.
Em delírio, a dirigente recorreu ao gesto mais antigo do mundo moderno: ligou para casa. Do outro lado da linha, o marido correu para socorrer quem amava. Mas o absurdo: hóspede discreto da condição humana, ainda não havia concluído a sua obra.

Ao calçar os sapatos à pressa, o marido foi mordido por uma cobra, escondida onde ninguém espera a morte: no abrigo quotidiano do pé. Assim, num só encadeamento de factos, uma decisão tomada no distrito gerou tragédia na estrada; a tragédia clamou por auxílio; e o auxílio quase gerou outra tragédia. Nada disso constava nos planos da dirigente. É assim que o absurdo opera.

Houve conspiração? Intenção malévola visando a sua queda? Não se sabe. Sabe-se apenas que houve consequência. A exceção aberta à interpretação da lei abriu caminho; a pressa acelerou; e a Guardiã dos avisos ignorados, amontoada nos sapatos, respondeu como sempre: silenciosa, inevitável.

Talvez seja isso que mais nos vulnerabiliza: o mundo não castiga, apenas responde. Responde ao orgulho, à arrogância institucionalizada, às escolhas impulsivas, ao descuido, à crença perigosa de que o cargo nos coloca acima da lei, dos outros ou do absurdo.

Na origem desta tragédia esteve uma decisão. No fim, restou a estrada.

E a estrada resta sempre para ensinar, sem alarde, que o poder é efémero, que a vida é um sopro e que o absurdo nos acompanha justamente onde julgamos estar seguros: na exceção que toleramos, na viagem que consentimos a nós mesmos, no otimismo que nos dispensa da prudência.

Enquanto os homens celebram datas e inventam hierarquias, a natureza permanece silenciosa e atenta, indiferente às nossas justificações. E a Guardiã dos avisos ignorados, paciente, continua onde poucos ousam procurar: no intervalo entre avisos e a decisão.

E agora, Professor?
E agora, Professora?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que você se deparou
Com tanta gente opressora?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que te fazem salvador
De uma triste realidade?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que esperam de você
Muito mais que capacidade?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Ensinará o conteúdo
A quem não quer aprender?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Já soube que o mundo todo
Depende muito de você?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que descobriu a utopia
Que é a pedagogia?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que aprendeu que a teoria
não serve para a prática?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que precisar educar mentes
E barrigas extremamente vazias?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que descobriu que outros
seu trabalho, melhor, faria?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que você não tem valor
E nem tão pouco o respeito?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que fará com tanta dor
E com tanta decepção?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que o ano não acabou
Mas, você se esgotou?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que mataram os seus sonhos
E te fizeram de vilão?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que descobriu que seus méritos
Não são mais que obrigação?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que colocaram na sua conta
Toda a deseducação?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Como ensinará o amor
Em meio ao caos e opressão?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que diminuíram o seu valor
E te juntaram com pá e vassoura?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que te culparam por toda
Falta de vontade e querer?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que escancararam para todos
O quanto errado tu és?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
Vais apelar para o Senhor
Para a mamãe ou para o doutor?

E agora, Professor?
E agora, Professora?
E agora, Professor?
E agora, Professora?