Orgulho de ser professor: frases para quem ama a docência
Tipos de grevistas
É comum, especialmente nos setores públicos, as greves. Elas representam uma manifestação social na busca de melhores salários e melhores condições de trabalho. Mas numa greve, existe vários tipos de grevistas. Observe as características abaixo e veja em que tipo de grevista você se enquadra:
Grevista zumbi: se finge de morto nas manifestações, mas levanta do túmulo rapidinho na hora de receber o aumento de salário.
Grevista parasita: um tipo bem comum. Deixa os outros lutarem por ele, sugando cada conquista que ele pouco ou nada contribuiu.
Grevista dedo-duro: fica de olho nos colegas pra dedurar para os nossos “governantes”. É conhecido também como puxa-saco.
Grevista dupla-face: na frente dos grevistas se mostra a favor da greve, mas na frente dos “governantes” se mostra totalmente contrário ao movimento. Esse tipo costuma ficar em cima do muro.
Grevista fashion: aparece no movimento, desfila seu modelito e vai embora.
Grevista abelha: aprece, faz cera e também vai embora.
Grevista terremoto: treme só em pensar na greve com medo de perder seu cargo.
Grevista papai Noel: não ajuda e só enche o saco.
Grevista sambarelove: fala muito. Tem um discurso bonito, mas nada condizente com sua ação no movimento.
Grevista consciente: é aquele que de fato conhece seu papel enquanto cidadão. Vê na greve um momento de lutas para melhores condições de trabalho e não umas férias antecipadas. Para este cada conquista é valiosa e merecida.
Portanto, pense bem em sua atitude e veja que tipo de grevista você é!
A vida não é um segmento linear, onde tudo segue fluindo numa direção retilínea, sem haver pausas, retornos ou alterações.
Penso que a vida cotidiana só vale a pena se estamos lutando todos os dias para alcançar algo maior do que temos hoje. Estagnação é letargia, é a morte de um futuro que nunca vai existir.
O ócio da existência de algumas pessoas me faz sentir cansada, porém, cabe a mim não deixar que minha existência não caia nesse ócio existencial. Não posso mudar o outro, mas posso mudar a mim.
Tal qual Raul, eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, sempre mudando - de vida, ou de ideia, ou de direção - do que viver dias inertes e passar o resto da vida reclamando.
O medo me permeia, me cerca todos os dias. Medo de mudar de profissão, medo de dar errado, medo de não conseguir me sair bem, medo de estar muito velha, medo de tirar notas baixas, medo de reprovar, medo de não conseguir trabalho, medo de não ser uma profissional boa o suficiente. Medo de cansar, medo da violência, medos e medos... Acho que a única forma de tentar burlar o medo é fazendo o que deve ser feito, mesmo quando ele grita nos seus ouvidos que o fracasso sempre será uma possibilidade, ou uma realidade, talvez.
"Não brinque de ser Deus com o poder que Ele lhe deu, use-o para ajudar a transformar a vida das pessoas melhor".
Não espere leadade das pessoas que estão ao seu lado somente por interesse, no momento que você perder o poder, elas não estarão mais ao seu lado!
“Gelo” — Análise de um poema de Priscila Mancussi
Poema de Priscila Mancussi
*“Imenso, perturbador e inquietante
Silêncio instigante
Provoca medo
Revela segredos
Intenta os pensamentos
Com o som do nada
Apenas o vulcão de dentro
E as próprias conclusões
Frio, sobe pela espinha
Arde o gelo desse silêncio
Mudo, distante e cruel
Deixa o fel
Amargo e doce
Dói mas responde
Sábio e perspicaz
Silêncio voraz.”*
Sobre mim
Oi, sou a Valkíria, professora, pesquisadora e escritora. Hoje trago a análise de um poema de Priscila Mancussi, em que o silêncio é protagonista e se revela como força paradoxal.
Agora minha análise
No poema “Gelo”, Priscila Mancussi transforma o silêncio em personagem denso e multifacetado. Ele não é apenas ausência de som, mas presença inquietante que instiga, assusta e obriga à reflexão. O verso “Apenas o vulcão de dentro” mostra como o silêncio externo abre espaço para erupções internas, conduzindo o sujeito às próprias conclusões.
O frio que “sobe pela espinha” e “arde o gelo desse silêncio” reforça a dualidade: o silêncio é ao mesmo tempo doloroso e revelador, cruel e sábio, fel e doçura. É um silêncio que corrói, mas também ensina.
A força do poema está em reconhecer que o silêncio, ainda que perturbador, pode ser mestre. Ele desnuda, obriga a olhar para dentro e, por isso, se torna “sábio e perspicaz, silêncio voraz.”
Priscila Mancussi, nesse texto, nos lembra que muitas vezes não é o ruído do mundo que mais pesa, mas o silêncio que nos confronta com nós mesmos.
Não há vitória sem luta! Mas há certas lutas sem vitória! Logo, é preciso discernir quais batalhas valem
a pena enfrentar — porque nem toda luta é sinal de propósito, e nem toda vitória vem de insistir, mas de escolher bem onde investir sua força.
Diante de uma geração marcada pela hiperconectividade, torna-se pertinente questionar se a tecnologia tem permanecido como instrumento a serviço do ser humano ou se, progressivamente, o próprio ser humano tem se subordinado às dinâmicas que ela impõe. Em outras palavras, estamos, de fato, utilizando a tecnologia ou sendo por ela conduzidos?
Seja genuíno!
Seja verdadeiro, seja legítimo — no bem ou no mal, mas seja real.
Nada é mais triste do que alguém que veste uma máscara para agradar os outros.
Se for para ser falso, assuma sua falsidade; mas não finja pureza enquanto cultiva engano.
A pior mentira é viver de aparência.
Da mesma forma, se for uma pessoa verdadeira, seja inteira, autêntica, sem filtros, sem disfarces.
A verdade pode não agradar a todos, mas liberta quem a vive.
A falsidade engana por um tempo; a autenticidade permanece para sempre.
Lembre-se sempre de demonstrar sua sincera gratidão a todos que o ajudam. Expressar gratidão é uma força poderosa; é um atributo natural da mente voltada para a prosperidade.
Porão
Preciso limpar meu Porão
Está tão cheio de velharia
Que ninguém consegue entrar.
Preciso limpar as paredes
Tornaram-se casa das aranhas
Cujas teias cobrem meus sentimentos.
Preciso limpar esse chão
Trás lembranças dolorosas que não
Desejo ao meu pior inimigo.
Preciso abrir uma janela
Para que a luz entre
E o ar renove os ares.
Preciso limpar meu Porão
Restaurar a esperança
Moldar os sentimentos
Rir, chorar de alegria, dar pisadas fortes, levantar a cabeça, pincelar as paredes
Com cores da harmonia, da paz, da harmonia, da felicidade,
Preciso ter coragem de entrar e renovar todas as coisas.
Eu preciso
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