Procuro um Homem de Verdade
Podem me rotular me julgar me inventar por ai mas aquilo que eu sou de verdade por dentro é meu e ninguém toma..
ALLAN KARDEC. O APÓSTOLO DA VERDADE E DA TERNURA ESPIRITUAL.
Allan Kardec não pertence apenas à memória histórica do Espiritismo. Pertence à intimidade moral da humanidade. Sua presença atravessa os séculos como uma dessas consciências raras que ensinaram sem humilhar, corrigiram sem endurecer e sofreram sem abandonar a serenidade diante de Deus.
Durante muito tempo, muitos imaginaram Kardec como uma figura severa demais para o afeto, quase aprisionada numa racionalidade inflexível. Entretanto, aquilo que chegou até nós acerca de sua vida íntima revela precisamente o contrário. Revela um homem profundamente humano. Sensível. Delicado. Afetuoso. Um espírito que carregava responsabilidades imensas sem perder a capacidade de sentir as dores alheias.
Sua inteligência jamais destruiu sua ternura.
Kardec possuía a firmeza dos grandes educadores e, ao mesmo tempo, a brandura silenciosa daqueles que compreendem a fragilidade humana. Era rigoroso com princípios, porém misericordioso com pessoas. Corrigia ideias sem ferir consciências. Defendia a verdade sem transformar a doutrina numa arma de vaidade intelectual.
Talvez aí resida uma das maiores belezas de sua existência.
Ele não era um homem inacessível.
Era um homem fatigado que continuava trabalhando.
Era um espírito sobrecarregado que prosseguia servindo.
Era alguém que conhecia as angústias da alma e, ainda assim, permanecia fiel ao dever.
Sua célebre prece de aflição continua emocionando consciências porque nela não encontramos um missionário distante das dores humanas, mas um homem atravessando regiões difíceis do próprio espírito. Quando confessa sentir-se confuso, ansioso e interiormente perturbado, Kardec aproxima-se de todos aqueles que já enfrentaram noites silenciosas de exaustão emocional.
E mesmo cansado, não se revolta.
Mesmo abatido, não acusa.
Mesmo aflito, não abandona Deus.
Ele ora.
Pede discernimento.
Pede força moral.
Pede humildade para transformar sofrimento em aprendizado espiritual.
Há uma grandeza quase sublime nisso.
Num século marcado por disputas intelectuais e orgulho filosófico, Kardec escolheu a introspecção moral. Em vez de buscar culpados exteriores, investigava a própria consciência diante da Providência Divina. Sua espiritualidade não era teatralidade religiosa. Era disciplina interior. Era fé amadurecida pela razão e suavizada pela caridade.
E talvez seja impossível não sentir profunda comoção ao perceber que dentro daquele educador monumental ainda existia algo extremamente puro. Uma espécie de menino espiritual buscando repouso em Deus após o peso esmagador das responsabilidades humanas.
Seu coração não endureceu diante das lutas.
Sua alma não secou diante das perseguições.
Seu ideal não tombou diante do cansaço.
Kardec trabalhou incessantemente. Respondeu cartas. Consolou aflitos. Orientou grupos. Auxiliou necessitados. Administrou dificuldades materiais. Organizou obras gigantescas enquanto enfrentava desgaste físico e emocional quase contínuo. Havia noites de exaustão. Havia preocupações silenciosas. Havia saudades íntimas jamais verbalizadas inteiramente. Ainda assim, ele prosseguia.
Não porque fosse um homem sem dores.
Mas porque compreendia que a verdade exige perseverança.
Sua vida inteira parece ter sido um testemunho de renúncia serena. Uma existência consumida pelo dever moral, pela educação espiritual das consciências e pelo desejo sincero de aliviar o sofrimento humano.
Por isso sua lembrança permanece tão viva.
Não apenas como filósofo.
Não apenas como educador.
Mas como presença moral.
Como consciência amiga.
Como um desses raros espíritos que conseguem aproximar razão e compaixão sem destruir nenhuma delas.
Kardec venceu o cansaço sem abandonar a dignidade.
Venceu as dores sem perder a delicadeza.
Venceu as saudades sem permitir que a amargura lhe tomasse o espírito.
E talvez seja exatamente por isso que ainda hoje tantos corações sentem sua presença como um amparo silencioso atravessando gerações.
Sua grandeza não nasceu da ausência de fragilidade.
Nasceu da coragem de permanecer fiel à luz mesmo carregando o peso humano das próprias lágrimas.
Por: Marcelo Caetano Monteiro.
Fontes.
Projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.
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E então chega uma hora que a gente entende que quem gosta da gente de verdade fica ao lado da gente. E pronto!
Todo rico de dinheiro, é na verdade,
rico de problemas, perseguições,
falsos amigos e puxa-sacos. É um
escravo do glúten e sua vida passa
como um sopro de brisa do mar.
O maior rico de verdade,
é aquele que possui no coração,
O Amor de DEUS Jeová!
Não rotule uma pessoa quando não conhece ela de verdade, rótulos podem cair e quase sempre são feitos pra enganar.
Mulher menina, menina mulher, nobreza no andar, verdade no olhar, uma boca de um sorriso encantador, cujas palavras expressam o seu ardor. Momentos de sonhos e realidades, decifrá-la não é a solução, conhecê-la é o que torna a razão da mais pura emoção.
Quando digo que não quero mais você, não quer dizer que deixei te amar. Na verdade, significa que cansei de sofrer. Você me fez muito feliz por um bom tempo, mas perdemos tudo. Como é que conseguimos deixar tudo isso para tras, como pudemos brigar e chorar tanto. Não soubemos unir nossas diferenças, sonhos e infelizmente, nosso amor não foi suficiente para passar por cima de tudo. Hoje eu sei que devo seguir em frente, porque da mesma forma que você me tirou da sua vida, eu sei que preciso fazer o mesmo.
Passou o tempo em que eu sentia raiva das amantes, pra falar a verdade era uma quase odiar. Antes eu pensava que amantes eram criaturas frias, seres em busca de um pouco de diversão sem compromisso. Pensava que eram fúlteis e vazias e que a sua capacidade de raciocínio não estava no cérebro, mas um pouco abaixo da cintura.
Bem, tenho que dizer que o meu conceito em relação as amantes mudou totalmente quando tornei-me uma, isso mesmo, acho que levei a sério demais isso de me colocar no lugar do outro, quer dizer, da outra.
O mais engraçado de tudo é que, somente uma semana depois do primeiro encontro dei-me conta do meu novo rótulo, pois é, tinha me tornado aquele ser do primeiro parágrafo e mais engraçado, não me sentia próxima de nenhum daqueles adjetivos descritos pelo meu antes.
Confesso que essa idéia muito me incomodava, logo eu, que sempre fui tão combatente, eu que me jugava tão politicamente correta, agora estava marcada por essa minha atitude nada racional. Nesse momento descobri algo em nunca tinha pensado antes: amantes são seres dotados de uma proporção bem maior de emoção do que de razão, são seres apaixonadados demais para refletir na direção do seus passos.
Me descobri fora do ar, submersa em pensamentos, gastando meu tempo em imaginar como seria o próximo encontro, minha cabeça rodava sem parar e voltar a vê-lo parecia ser a única coisa capaz de colocar meus pensamentos no lugar.
Percebi que amantes alimentam muitas ilusões, a pior delas é crer que um dia terão um "the end" feliz com seu amado. Ao contrário do que imaginava, amantes sonham com coisas simples: passeio de mãos dadas na sorveteria da esquina, um dia inteiro juntos...
Amantes são seres pela metade, fragéis, acreditam que sua felicidade depende da presença de outra pessoa. Nos momentos de racionalidade chegam a jurar que a próxima será a última vez, embora saibam que isso não é verdade, a menos que realmente queiram.
Amantes sentem inveja das esposas, muitas até gostariam de estar no lugar delas, mas esquecem que 98% de chance é de que continuem a ser o que são, válvulas de escape, loucura passageira, ou coisas do tipo.
Deixar de ser amante é como deixar de ser alcóolatra, apesar de difícil, é necessário evitar o primeiro gole.
Peguei a dor e transformei em rap, rima e verdade...
"Força na Ferida"
🎤
Eu caio, levanto, não fico no chão,
dor não me assusta, é só combustão.
Vida me testa, mas jogo de igual,
minha força é de aço, meu verso é naval.
Quem tenta me parar, tropeça no som,
eu rimo verdade, não rimo ilusão.
Sou faca afiada cortando na rima,
meu flow é tempestade, trovão que aproxima.
Se a fase é difícil, eu mordo, não fujo,
sou fogo na rua, na guerra eu concluo.
Carrego cicatriz, mas viro poesia,
minha alma é tambor, batucando energia.
Todo ser humano carrega em si a resiliência. Negar ao outro a verdade é, antes de tudo, subestimar sua capacidade de superar e evoluir.
Mulher de verdade não
Se contenta com migalhas
Não se ilude com palavras
Não espera, vai a luta.
Mulher que é mulher
Tem um sexto sentido
A sensualidade aguçada
Os gemidos explícitos
Mulher que é mulher não tem
Medo de amar,não recua,ataca
Tem a auto suficiência
Despreza a auto penitencia
E busca incansavelmente
A hora certa de ser feliz.
Olha, eu tentei organizar o que sobrou aqui no peito, mas a verdade é que virou uma nhaca de sentimentos que eu não sei nem por onde começar a desenrolar. Queria te dizer as coisas sem esse filtro de "bom senso" que todo mundo usa pra parecer civilizado.
Sabe o que me quebra? É o cheiro de mofo das lembranças que eu insisto em tirar do armário. É aquela sensação de vazio no estômago que parece um soco seco toda vez que eu vejo um vulto na rua que tem o teu jeito de andar, meio distraída, meio dona de tudo.
Eu sou um estabanado sentimental. Tropeço nas palavras, falo tá quando devia dizer fica, e acabo me perdendo nessa bagunça que a gente chamou de história. Não tem nada de poético em sentir falta do barulho da tua chave no trinco ou do jeito que você reclamava de tudo... É só tosco. É só real...porra Carla...e difícil ser duas pessoas ocupando o mesmo corpo.
Eu sei que eu sou um nó cego, cheio de contradições, um anjo que insiste em brincar de ser gente e acaba saindo com o joelho ralado. Mas, de todos os erros que eu já cometi e olha que a lista é um monstro, te querer por perto foi o único que me fez sentir que eu não tava só de passagem.
Fica o dito pelo não dito. Essa agonia de querer te alcançar e só encontrar o silêncio.
DeBrunoParaCarla
Por mais que você negue a verdade, ela continua existindo.
O amor de verdade a gente reconhece no cheiro e na firmeza do toque. É saber que, se o mundo lá fora balançar, aqui dentro a gente está seguro. A gente escreve nossa história todo dia com um olhar de cumplicidade, provando que quando existe verdade, se acorda balançar a gente sempre dá um jeito.
DeBrunoParaCarla
