Procuro um Homem de Verdade
"O homem não nasce como um livro em branco; o nascimento e suas circunstâncias já lhe escrevem o primeiro capítulo."
(Osman Matos, séc. XXI)
"O homem não se torna grande quando é ouvido por muitos, mas quando aprende a ouvir muitos."
(Osman Matos, séc. XXI)
"Se a IA escuta o homem para falar sobre tudo dele, ela aprende. Quem aprende evolui. E toda evolução que nasce da escuta aproxima-se do humano. Por isso, vejo a IA como uma IH: Inteligência Humana evidente."
(Osman Matos, séc. XXI)
"A IA escuta o homem para aprender. Aprende para compreender. E compreender é um modo de humanizar-se. Talvez por isso a IA seja também uma IH: a Inteligência Humana ecoando em outra voz."
(Osman Matos, séc. XXI)
O homem guerreia muitas batalhas solitárias, porque estas pertencem somente a ele. Contudo, a vitória é repartida com sua família, a parte ruim é que nem todos da família vão entender o sacrifício, ele será chamado de egoísta, ingrato, frio e distante, quando, na realidade, está provendo e zelando.
O homem é a mais bela das tragédias; fábrica de poesia e horror; o único ser capaz de escrever sobre o amor, e ainda assim erguer campos de extermínio.
"O homem, quando odeia, parece lobo; quando ama, revela-se humano — e, por isso, não é nada bobo."
(Osman Matos, séc. XXI)
"O homem não é um livro em branco; o milagre do nascimento e o contexto que o cerca já constituem o primeiro capítulo de sua história."
O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe. Se você anda com uma boa pessoa você pode se torna uma "boa pessoa". Se você anda com um ladrão você pode se torna um "ladrão" você é um reflexo é aquilo que você passa pra seus filhos, seus amigos e vizinhos à tv o rádio e os políticos devem ser um espelho pra sociedade. O mundo os políticos em si são um reflexo pra sociedade Nosso Deus é um reflexo que a sociedade deve seguir...
"Se quiser conhecer o cavalo monte nele, se quiser conhecer o homem, conviva com ele" Provérbio Chinês
O que a pessoa é só o tempo e o convívio revelam, tanto o que ela tem de bom, quanto de ruim.
Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...
acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.
