Procuro um Homem de Verdade

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A verdade é o único terreno seguro para se pisar. ⁠

O que nos conecta não depende de pernas, depende de verdade.

TENSÃO MORAL DA VERDADE E HUMILDADE NO CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO J. HERCULANO PIRES.
As reflexões apresentadas nas passagens exibidas têm autoria inequívoca de J. Herculano Pires, pensador espírita de rigor filosófico e fidelidade doutrinária reconhecida, especialmente na obra O Centro Espírita. O Centro e a Comunidade. Nelas se manifesta uma compreensão severa, porém profundamente evangélica, do papel moral do Espiritismo e da responsabilidade ética daqueles que o representam.
Ao afirmar que quem não defende a Verdade traída não é digno dela, J. Herculano Pires reafirma um princípio central do Cristianismo primitivo. A Verdade não admite neutralidade. A omissão diante da mentira não preserva a paz. Apenas a corrompe silenciosamente. Quando o Cristo enfrenta publicamente os mentirosos no Templo, conforme o Evangelho de João, Ele não inaugura a agressividade. Revela a incompatibilidade entre a Verdade viva e a falsidade institucionalizada. A reação violenta dos ouvintes confirma que a mentira, quando desmascarada, tende a recorrer à força, jamais ao argumento.
No âmbito do Centro Espírita, J. Herculano Pires é categórico ao recusar qualquer forma de autoritarismo disfarçado de função administrativa ou doutrinária. Um presidente de Centro não é governante político. Um doutrinador não é sábio por título. Ambos são aprendizes em processo, espíritos necessitados de vigilância moral constante. O serviço espírita exige renúncia à vaidade, ao desejo de mando e à tentação de humilhar em público sob o pretexto de disciplina.
Outro ponto central destacado por J. Herculano Pires é a naturalidade do Espiritismo. A Doutrina não se harmoniza com maneirismos, vozes impostadas, teatralizações afetivas ou gentilezas artificiais. Tais comportamentos não refinam o espírito. Apenas mascaram fragilidades morais e favorecem a hipocrisia. O verdadeiro trato fraterno é simples, direto e honesto. Onde há encenação, perde-se a autenticidade evangélica.
A advertência mais grave, contudo, recai sobre a ausência de humildade. Para J. Herculano Pires, Espiritismo sem humildade é comparável a água poluída. Torna-se campo fértil para a pretensão, o orgulho e a vaidade intelectual, atraindo influências espirituais inferiores. A humildade, entretanto, não dispensa o estudo. Sem estudo sério, a humildade degenera em ignorância passiva. Sem humildade, o estudo converte-se em instrumento de exibição pessoal.
Por fim, o autor reafirma que o Espiritismo não é proselitista. Não disputa adeptos nem se impõe como verdade absoluta por meios emocionais. Seu dever é esclarecer, orientar e acolher com lucidez, coerência moral e fidelidade doutrinária. O exemplo vivido vale mais do que qualquer discurso.
Assim, segundo J. Herculano Pires, o Centro Espírita somente cumpre sua missão quando se ancora na Verdade sem concessões, na humildade sem fingimento, no estudo sem vaidade e na caridade sem teatralidade. Fora disso, resta apenas a forma vazia. Dentro disso, edifica-se silenciosamente a consciência moral capaz de transformar o indivíduo e, por consequência, a sociedade.

Às vezes a gente acha que ajudar é ter tudo resolvido, mas não é.
Ajuda de verdade vem de quem atravessou e continuou humano.

Na minha opinião, ninguém sabe nada de você de verdade. As pessoas criam versões na imaginação, com suposições. Elas inventam uma história, um personagem, e julgam o que imaginam.
Mas você não deve perder energia pensando nisso. Essas ficções não definem quem você é. A vida é agora, é real e está acontecendo neste exato momento. O que importa é o que você sente, faz e vive.
Não se aprisione às expectativas ou narrativas dos outros. Liberte-se e viva.
Alexandre Sefardi

Para viver de verdade, pensando bem sobre a vida, é preciso ser amado; amar e se amar. Ter esperança. Questionar o que nos mandam fazer, sem brigas tolas, mas sem apenas aceitar tudo. Aproveitar o bom, mas também enfrentar o ruim. Aguentar sem se curvar, aceitar sem se humilhar, se doar sem deixar de ser você mesmo. Sonhar, porque sem sonhos a vida perde a luz. Fugir, com a liberdade do pensamento, da pressão para ser igual a todos. E que cada coisa que façamos seja, naquele momento, o nosso melhor.

A Verdade de cada um, não esta no que diz e sim no que faz.

A intuição com um toque de verdade pode mudar a respiração, pode apresentar um novo cenário.

⁠Quem recorre à Mentira para defender o que Acredita, acredita em tudo, menos, na Verdade.

⁠A mentira repetida só vira verdade por ser uma das moedas que custeiam o aluguel das cabeças desocupadas.


A verdade nunca dói, o que dói é o fato de ela diferir das nossas vontades.


E a mentira não cria raízes por força própria.

Ela precisa de solo fértil: mentes desocupadas, críticas adormecidas e consciências terceirizadas.


Repetida, não se transforma em verdade — apenas em hábito.


E hábito, quando não questionado, passa a ser confundido com realidade.


Há quem alugue a própria cabeça por conforto: pensar cansa, duvidar exige coragem e confrontar narrativas cobra um preço muito alto.


A mentira paga esse aluguel com promessas fáceis, inimigos prontos e explicações que dispensam reflexão.


Em troca, exige apenas silêncio interior e obediência ruidosa.


Mas a verdade nunca foi aceita como moeda corrente.


Ela às vezes pesa demais, incomoda, desalinha certezas e devolve ao indivíduo a responsabilidade de pensar.


Por isso, circula muito menos.


Não porque seja fraca, mas porque recusa ser aceita sem resistência.


No fim, a mentira só prospera onde o pensamento crítico tirou férias ou nem sequer existiu.


E talvez o maior ato de rebeldia hoje seja reocupar a própria mente — expulsar o inquilino confortável da repetição e devolver à verdade o espaço que sempre foi dela.

A Bíblia é como uma espada forjada pelo próprio Deus, feita de um material indestrutível, a verdade eterna.
Mesmo que receba golpes, críticas ou tentativas de distorção, não se quebra, porque sua essência não é humana, mas divina.
Quem a empunha, encontra força, defesa e clareza em meio às batalhas da vida.

Que a tua fidelidade, a verdade que professas e os atos de justiça que praticas não te levem a temer a reprovação, o desprezo ou a ofensa pública.

O amor acalma, acalma de verdade, e põe fim àquela fome sem fim do corpo que sonhamos ter.
O amor é a última resposta, vai além do que vemos e até da morte. Ele é a maneira como aceitamos e celebramos o corpo de verdade, o corpo que temos aqui e agora. Talvez seja a única resposta que temos de fato.

A verdade só dá medo quando parte de um segredo.

É preciso 100 mentiras para essa mentira se transformar em 1 verdade; Basta 1 verdade para todas essas mentiras voltarem a ser mentiras.

Deus é a própria morte.

Metaforicamente, Deus é, na verdade, a própria morte...

Por que Deus é a morte?

A morte é onipresente, onipotente, onisciente; ou seja, está em todo lugar, é invisível, imortal, presente, eterna, é o nada — e, por ser o nada, conhece tudo; é o fim — e, por ser o fim, conhece todo o início.

A morte é justiça e, por ser justa, não tem pobre nem rico, nem inferior nem superior; tanto humano como inseto, sem exceção, cedo ou tarde, todos são condenados, todos morrem.

A morte é a reflexão mais profunda; é o que nos faz pensar, agir, mudar; é o que nos incentiva a viver, a fazer, a compartilhar e a deixar.

A morte é encontro; é para onde todos caminham, independentemente dos infinitos caminhos — o destino é o mesmo para todos; é onde todas as almas se encontram, na morte.

A morte é amor; é onde nos sacrificamos pelo próximo; é onde deixamos o legado, a ideia, o propósito; é o que fazemos pela nossa família, amigos, sociedade, natureza; é o que servimos e deixamos para o mundo antes de morrer.

A morte é o pai, é a mãe de todas as coisas; é o que veio antes de tudo existir; é o que veio antes do “bem e do mal”, do “paraíso e do inferno”, da “luz e da escuridão”; é o que veio antes do “nascimento”, da “vida”, do “Big Bang”, do “universo”; é o que veio antes de tudo existir, porque já existia e estava lá; é o que chamam de “vácuo”, “nada”, “inexistência” — é a morte, o próprio Deus.

A verdade é uma palavra totalmente prostituída.

Hoje em dia, na maioria das vezes, reciprocidade virou, na verdade, troca de ego.

A verdade absoluta é o óbvio, e o óbvio é a coerência entre o pensamento, sentimento, matéria e a vida; quando falta coerência em algum desses, é apenas uma verdade individual.

A verdade absoluta só se aplica na matéria, pois a verdade do pensamento e sentimento é individual.