Procure um Homem que te Chame de Linda
Só quem presenciou sabe como esse homem comoveu pessoas,simplesmente incrível, vou levá-lo pelo resto da minha vida no coração com muito orgulho e carinho,inexplicável,inesperado!inesquecível...o nome dele Raimundo firmino pereira MEU PAI
O homem é a espécie mais insana. Ele adora um Deus invisível e destrói uma natureza visível, sem perceber que essa natureza que ele está destruindo é o Deus que ele está adorando.
Ainda temos religião impregnada nas nossas vidas, seja homem, seja mulher. A inhaca da religião impregna sua, envenena tudo.
Borboletas a vida, o homem, tudo é obra de deus
Há dias não as vejo,
Só as rosas, posso contemplar,
Mas hoje fui surpreendido,
Ela entrou voando,
Tocou a rosa,
Voou novamente,
Em outro dia ela veio
Marrom, hoje amarela,
Não é que seja a mais bela,
Mas a atenção me chamou,
Desfilou sua beleza,
Muito me encantou,
Até um beija flor,
A acompanhou,
Mas ele foi tão rápido
Que nem sequer me deixou,
Fotografa-lo, chegou tão ligeiro,
Beijou a rosa e voou,
Isto tudo é obra do Senhor,
Que fez tudo com amor,
Para nosso prazer contemplar,
Mas sua obra grandiosa,
Foi o homem criar,
Portanto, devemos amar,
Ele nos mostrou o caminho,
Em que devemos trilhar,
Amando, sendo justos e fieis,
Porque seu exemplo deixou,
Até por nos derramou,
Todo seu sangue, para nos salvar.
Francisco Júnior -Patos PB
22.06.2013
DEUS AMA INCONDICIONALMENTE''
O homem peca, erra,
Sai do caminho,
Viola leis humanas e divinas,
Ele sofre rejeição, abandono,
É preso, pisoteado, vira um flagelado,
Todos o olham de lado,
Mas um dia,
Ele encontra-se com DEUS,
A ele pede o perdão,
Segue o seu caminho,
Muda a sua vida, renova-se
Porque, DEUS O AMA INCONDICIONALMENTE...
pois é meus amados, Deus não faz acepção de pessoas, aquele que for a ele arrependido, renovar-se-a, será água da fonte viva, vem conosco beber desta fonte chamada Jesus.
Francisco Júnior Da Silva Fernandes
"O homem de espírito nobre converte em experiência todos os acontecimentos; entre essa experiência e sua razão há uma união estreita cujo produto são suas ações. Constrói porque ama e não para ser amado, estima a glória e despreza a ofensa, obedece e manda com o mesmo semblante e pelo mesmo motivo. Sabendo que a razão não é um dote inútil da natureza, faz-se piloto de seu próprio destino. A verdade é seu culto , então contente se aproximar-se dela quer possuí-la . Na sociedade dos homens brilha como um astro cuja claridade lhe dirige os passo com um movimento regular. É o amigo do homem sábio e remédio do vicioso. O tempo marcha não adiante dele, mas com ele, e ele apercebe-se dos anos mais pela força de sua alma que pela debilidade de seu corpo. Por isso, não sente a dor e considera-a como uma amiga que deseja romper seus laços e ajudá-lo a sair da prisão."
O sofrimento surge do apego demasiado que per si faz o homem ser incapaz de aceitar certas verdades implacáveis que permeiam a existência: a dor, a morte, a injustiça, dentre outros aspectos sombrios que inerentemente são parte da vida neste mundo manifesto de causalidade.
Sendo assim, a contemplação racional do desapego e a percepção da unidade que subjaz a estas supostas dualidades – vida e morte, prazer e dor, júbilo e sofrimento – é ponto primordial à ascese e à libertação da escravidão telúrica, que gesta terríveis grilhões que acorrentam o homem ao que é por essência das realidades inferiores e escravizadoras.
Desta forma, e com o cultivo da verdadeira ascese, emerge um novo tipo de ato – desprendido de todas as formas e anseios materiais, puro e altivo em si só – e aqueles que encontram tal núcleo espiritual e que passam a alicerçar sua vida única e exclusivamente nas coisas desta realidade – do espírito – tornam-se os heróis de estirpe olimpiana, como o guerreiro heroico que peleja totalmente liberto, em plena consciência de que a derrota é eminente – sabedor de que muito dificilmente encontrará a vitória. Ainda assim luta, brada e sangra.
"Eu sou nos fortes a força desprovida de desejo e de paixão."
Estão todos presentes à mesa
mas só um sabe que o gesto não se repetirá.
É um homem que veio de longe
cumprindo o delírio febril dos profetas;
a antiga promessa de uma chegada
escrita na memória branca das pedras.
Em silêncio enche doze taças
e dá a beber o sangue da sua herança;
o sangue de um sacrifício ainda por cumprir,
enquanto contempla a felicidade breve
nos rostos que, à direita e à esquerda, o cercam.
Uma estranha visão lhe incendeia o olhar.
Um momento de sombra que o atravessa,
como o pastor debruçado sobre o seu rebanho
ao pressentir a aproximação da tempestade,
fixando ternamente o lugar onde se senta
a ovelha que irá atrair a demência dos lobos.
Um manto branco ressalva a luz que o cobre.
É um rei, mas nada reclama para si,
basta-lhe o saber que é escutado, e que
alguém sobrará para lhe perpetuar o nome.
Ocupa agora o centro da mesa. De pé
com os braços estendidos para a frente
lentamente reparte o pão
como quem vira a última página de um livro
que não poderá voltar a ser fechado.
Para um homem se dispor a empreender uma obra que ultrapassa a medida das absolutas necessidades, sem que a época saiba uma resposta satisfatória à pergunta “Para quê?”, é indispensável ou um isolamento moral e uma independência, como raras vezes encontram e têm um quê heroico, ou então uma vitalidade muito robusta.
