Problema
Antes de resolver,
EU ORO.
Antes de reclamar,
EU ENTREGO.
Levo meus problemas a DEUS
em oração.
#DependênciaDeDeus
Seja forte e corajosa, não desanime diante dos teus problemas e seus planos serão bem sucedidos, confie somente naquele que escreve seus dias, tenha Fé e alegria e, por mais que a tristeza insista em entrar, mantenha a porta fechada!
Bom dia 🌺
Feliz final de semana 😃
Não adianta querer morrer para fugir dos problemas, pelo contrário, tens que seguir em frente de cabeça erguida, lutando mano a mano com cada novo dia com a certeza de que Deus está cuidando de tudo e que vencerá cada batalha com força, foco e Fé.💓🙏🌻
425🙏🌹 Vivemos grandes problemas, grandes turbulências e conflitos em nossas vidas devido a baixa frequência vibracional no dia a dia, deixamos de exercitar a fé e não obedecemos o chamado no coração quando somos alertados pela nossa intuição que nos mostra o bom caminho a direção a seguir e que já conhecemos com os ensinamentos do mestre Jesus, o Cristo salvador sabemos o que é certo e errado, basta na dúvida consultar o coração onde Deus mora, o reino do criador é o coração, a nossa consciência, nem um ser vivo é dono da verdade, nenhuma religião é dona da palavra, olhe o seu interior que a verdade está lá e você só não Vai enxergar se você quiser ignorar, se você for materialista ou rebelde... A intuição é o alerta de Deus em nós, ela não mente, "busques a verdade que libertar" tá em você na tua consciência Jesus se sacrificou na cruz do calvário por nós, e aínda em vida nos mostrou o "caminho verdade e vida" ninguém vai ao pai sem ele, são suas palavras que infelizmente são distorcidas nas religiões por determinados pregadores influenciados pelo mal, devido a sintonia está alinhado ao perverso, ao maligno ou ao equívoco e se deixou contaminar ignorando aquilo que aprendeu estudando teologia onde a distorção da verdade mostra com clareza a aberração da mentira que nos condena às sombras, acenda a luz que está no teu coração, Deus nos ama do jeito que somos e nos mostra que a verdadeira vida é o espírito, o plano físico é apenas uma escola do amor, caridade e a doação do perdão... "Estude a doutrina espírita" tenha o despertar da consciência e a expansão da consciência, do conhecimento do plano maior, somos todos aprendizes na vida carnal...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
A esmagadora maioria dos seus problemas nasce de um único ser. Conhecê-lo é compreender grande parte deles. E, para encontrá-lo, basta olhar para um espelho.
“Grande parte dos seus problemas tem a mesma origem. Para descobri-la, não procure longe: olhe no espelho.”
Ninguém precisa saber da dificuldade ou problemas das pessoas, mas é essencial que trabalhamos todo esse conhecimento e entendimento nesta pessoa para que ela não seja convencida do que não é, pelo maldoso "sabichão".
... muitas vezes,
a dificuldade em solucionar
nossos própriosproblemas esbarra
em questões puramente gramaticais;
na medida em que, invariavelmente os conjugamosna segunda e terceira
pessoas - jamais na
primeira!
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.
Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.
Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…
Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.
E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.
Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!
Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!
Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.
E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…
Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?
Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.
Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.
O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.
E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.
O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.
Num país com a mesma quantidade de especialistas que problemas, os Cheios de Certezas preferem aumentar o tom que os Argumentos.
Talvez porque argumentos exigem muito trabalho.
Exigem escuta, leitura, dúvida, revisão de rota…
Exigem a humildade intelectual de admitir que a realidade é mais complexa do que os slogans que cabem em um comentário de rede social ou em uma breve conversa.
A “certeza absoluta”, por outro lado, é bastante confortável.
Ela dispensa perguntas.
Não precisa de evidências quando já decidiu suas conclusões antes mesmo de conhecer os fatos.
Quem está cheio de certezas muito raramente procura compreender; quase sempre procura vencer.
Vivemos tempos em que a opinião apressada vale mais do que a reflexão paciente.
Antes que um problema seja entendido, já existem milhares de diagnósticos.
Antes que uma pergunta seja formulada corretamente, já há filas de especialistas improvisados oferecendo respostas definitivas.
E quanto mais complexa a questão, mais simples e categórica costuma ser a explicação apresentada.
Nesse cenário, a dúvida passou a ser confundida com fraqueza.
Mudar de ideia virou sinal de incoerência.
Reconhecer limites no próprio conhecimento parece menos admirável do que sustentar convicções inabaláveis, mesmo quando elas colidem com a realidade.
Mas o progresso humano nunca foi construído pela arrogância das respostas à pronta entrega.
Foi construído pela coragem de questionar, testar, errar e aprender.
A ciência avança assim.
A maturidade também.
E as sociedades mais saudáveis são aquelas que valorizam mais a qualidade das perguntas do que o tom das respostas.
Talvez o verdadeiro especialista não seja aquele que tem resposta para tudo, mas aquele que sabe distinguir o que conhece do que apenas acredita conhecer.
Porque entre a ignorância assumida e a certeza infundada, a segunda costuma causar muito mais estragos.
Num país abarrotado de especialistas em quase tudo, a sabedoria continua sendo um recurso muito raro: a capacidade de ouvir antes de concluir, de pensar antes de reagir e de admitir que, às vezes, a frase mais inteligente da conversa ainda é: “Eu posso estar errado.”
Para os
insensíveis, todos e quaisquer problemas alheios são menores que parecem.
É fácil olhar de fora e concluir que o sofrimento do outro não é tão grande quanto se apresenta.
Afinal, quem não sente a dor não conhece o peso que ela carrega.
Para quem observa à distância, uma perda pode parecer apenas uma fase; uma preocupação, exagero; uma angústia, fraqueza; uma dificuldade, falta de esforço.
O problema é que a dor nunca chega acompanhada de uma régua que permita medir o quanto ela deve doer.
Cada pessoa enfrenta suas batalhas com os recursos emocionais, físicos e até financeiros que possui.
Aquilo que para alguém parece pequeno pode ser justamente o limite de outro.
E ninguém deveria precisar provar que está sofrendo o suficiente para merecer compreensão.
A insensibilidade costuma nascer da facilidade com que julgamos aquilo que não vivemos.
Quando a dificuldade não bate à nossa porta, é tentador acreditar que bastaria coragem, paciência ou força de vontade para resolvê-la.
Esquecemos que existem lutas silenciosas, travadas longe dos olhos dos outros, e que algumas das maiores dores são justamente aquelas que não deixam marcas visíveis.
Ter empatia não significa concordar com tudo, nem assumir para si os problemas alheios.
Significa, antes de julgar, lembrar que existe uma história que desconhecemos.
Significa compreender que não sabemos quantas noites alguém passou em claro, quantas lágrimas escondeu, quantas vezes precisou sorrir enquanto por dentro desmoronava.
Talvez devêssemos ser mais cuidadosos ao dizer “isso não é nada”.
Porque, para quem está vivendo, pode ser tudo.
No fim, ninguém perde grandeza por acolher a dor de alguém.
Pelo contrário: grandeza é reconhecer que o sofrimento do outro não precisa ser igual ao nosso para ser legítimo.
E talvez uma das formas mais bonitas de humanidade seja justamente esta: não diminuir a dor que não sentimos.
Quando você faz bem a uma pessoa independente do seus problemas, o senhor recompensará cada todo bem que o fizer.
