Primeiro dia de aula: frases que celebram esse novo começo

3504 📸 Nunca frequentei Cursos Regulares de Fotografia. Aprendi o que aprendi com Leitura, com Exemplos, com Dicas Valiosas de Amigos Idem e, principalmente, Clicando, Saindo às Ruas, Estudando os 'Alvos' e Experimentando Ângulos, Enquadramentos, Iluminação. Foi e tem sido assim. fotografei.top!

3690 👩‍🏫 Não só em Casa e não só com Meus Pais, mas também na Escola e com Meus Professores aprendi não ter Duas ou Mais Contas em Redes Sociais (para tirar proveito). Foi assim, tem sido assim!

3696 📜 Ensinar o que se sabe, o que se pesquisa, o que se aprende não é só profissão... É Missão, sempre achei e continuo achando!

3730 🧙‍♂️ Aprendi muito com BÁBA ZÉFA, a Vidente Atraente. Não, não tenho Visão, não faço Previsão nem sou Profeta. Aprendi com BÁBA ZÉFA o 'Outro Poder' que ela tem. Ela e, agora, também Eu!

3738 😁 A Ironia, que no Meu Tempo de Aprendiz da Vida, era conhecida por Deboche é algo que aprecio, tanto 'indo' quanto 'vindo'. Venham!

⁠Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.

⁠Os maus só acreditam que são a maioria, porque os bons não aprenderam fazer barulho.

⁠Todo aquele que aprender a ficar sozinho, nunca estará só.

⁠O bom dessas semanas recheadas de sexta-feira, é o Maravilhoso risco que corremos em Aprender e Gostar de ser Feliz todo dia.

⁠⁠Aos que já aprenderam a namorar sem apossar: feliz Dia!

E, para não ter que ficar voltando aqui toda hora para postar fotinhos, deixo aqui minha foto com a minha Melhor Amiga, Amante, Namorada, Esposa e Mãe dos meus Filhos.

Feliz Dia dos Namorados para todos nós, no mesmo par!

Aprendamos a cuidar dos que nos querem bem. Nada é tão valioso quanto aqueles que não têm preço.⁠

Tão assustador quanto a frieza à nossa volta é a facilidade com que aprendemos a congelar.

Ontem precisávamos e queríamos aprender a falar, hoje, precisamos e devemos aprender a escutar, senão amanhã seremos somente ruídos.

Em honra aos Mestres, o Maior de Minas dá aula — de futebol, de resiliência e de como não se deixar abater pelos Menores que acreditam que a grandeza se sustenta no grito.

⁠Que Deus nos dê a sabedoria necessária para aprendermos a escolher nossas guerras!
Amém!

Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.


E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…


Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?


Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.


Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.


O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.


E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.


O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.⁠

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Talvez não haja sofrimento maior que o das almas carentes, que mal aprenderam a buscar curas para as dores físicas.


Porque a dor do corpo grita, aponta, incha, sangra — e, ainda assim, muitos só aprendem a silenciá-la com remédios apressados, sem jamais perguntar de onde ela veio.


Mas a dor da alma… essa só sussurra.


E, quando não é ouvida, encontra um megafone no corpo.


Há quem passe a vida peregrinando por consultórios, comprimidos e diagnósticos, enquanto a verdadeira ferida permanece intocada: a ausência de sentido, de afeto, de pertencimento.


Não por descuido, mas por desconhecimento.


Nunca lhes ensinaram que pode haver vazios que não se preenchem com anestesia, mas com presença.


Que há cansaços que não se resolvem com repouso, mas com reconciliação interior.


Almas carentes não são fracas — são famintas.


E fome não se cura com distração, mas com alimento verdadeiro.


O problema é que muito poucos foram orientados a reconhecer essa fome.


Ensinaram-nos a tratar sintomas, não a investigar silêncios; a conter lágrimas, não a compreender suas origens.


Talvez o maior sofrimento seja esse: carregar uma dor que não tem nome — e, por isso, não receber cuidado.


Buscar alívio onde só há paliativo, enquanto a raiz implora por atenção.


Curar o corpo é necessário.


Mas aprender a escutar a própria alma — isso é urgente.


Porque quando a alma é negligenciada, o corpo acaba pagando a conta de um abandono que nunca foi dele.

⁠Para as Almas Abençoadas que se despertam dispostas a aprender todos os dias, até o Encardido tem ensinamentos.


Inicialmente parece um baita despropósito, e antes fosse…


Mas definitivamente não é.


O Encardido sabe que não tem salvação nem morte que o espere, e mesmo assim faz as suas tentações todo santo dia, como se fosse o último.


Quantos de nós, cheios de Vida Eterna para vivermos, medimos esforços todo santo dia?


É curioso — e até muito desconcertante — perceber que aquele que já perdeu tudo, ainda assim, não perde o ímpeto.


Ele insiste.


Persiste.


Não por esperança, mas por natureza.


Nem por fé, mas por constância.


Há nisso uma disciplina ligeiramente sombria que, se olhada sem o véu do orgulho, sem a santidade fabricada, revela-nos um espelho absurdamente incômodo.


Porque nós, que ainda temos escolha, que ainda temos tempo, que ainda temos propósito, tantas vezes nos damos ao luxo da inércia.


Adiamos o bem que sabemos fazer, protelamos a transformação que sentimos necessária, e negociamos com a própria consciência como se o amanhã fosse uma garantia — e não apenas uma possibilidade.


O Encardido não espera o momento ideal.


Ele age.


Não escolhe o dia perfeito.


Ele insiste.


E talvez seja aí que reside a provocação mais profunda: não naquilo que ele é, mas naquilo que nós deixamos de ser.


Se até quem está perdido mantém sua constância no erro, o que dizer de nós, que ainda podemos escolher o acerto?


Se até ele se levanta todos os dias para cumprir o que acredita ser sua missão, por que nós hesitamos tanto em cumprir a nossa?


A verdade é que não nos falta luz — falta-nos Decisão.


Não nos falta Caminho — falta-nos passos.


Nem nos falta Propósito — falta-nos Entrega.


Aprender com o que é torto não é se contaminar, é reconhecer que até na escuridão há lições sobre movimento, sobre foco e sobre continuidade.


E, sobretudo, é lembrar que, ao contrário dele, nós ainda podemos escolher a Direção.


Que a nossa constância não seja menor que a dele — mas que seja infinitamente mais Luminosa.


Despertemos — Despertai-vos!


Buscai as Coisas do Alto!

⁠Os Frequentadores Assíduos da Agridoce Escola da Solitude dificilmente se contentam com meia companhia.


Há algo que a solidão ensina, e não é apenas o silêncio — é a escuta.


Quem se demora nesse espaço aprende a reconhecer o próprio ruído interno, a distinguir carência de presença e distração de encontro.


E, depois disso, já não dá para aceitar qualquer preenchimento como se fosse conexão.


A solitude, quando atravessada com coragem e disciplina, deixa de ser ausência e se torna critério.


Ela afina o olhar.


Mostra que companhia não é sinônimo de proximidade, nem conversa é garantia de vínculo.


E, sobretudo, revela que estar com alguém pela metade cobra um preço inteiro.


Por isso, quem já se formou — ainda que provisoriamente — nessa escola agridoce, passa a estranhar o raso.


Não por arrogância, mas por memória.


Memória de quando estar só era muito mais honesto do que estar mal acompanhado.


Memória de quando o vazio, ao menos, não fingia ser plenitude.


Meia companhia cansa porque exige que a gente finja completude onde só há fragmento.


E quem já fez as pazes com a própria inteireza, mesmo imperfeita, começa a preferir o desconforto da ausência à ilusão da presença incompleta.


No fundo, não se trata de rejeitar o outro — mas de recusar o que não chega inteiro.


Porque, depois de aprender a estar consigo e gostar disso, qualquer companhia que não soma, diminui.