Primeiro dia de aula: frases que celebram esse novo começo

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Voltei a mãe, trouxe-me felicidade. Família, escola, trabalho e igreja são portos.

Aprendi a pensar nos outros e não desistir em nome da minha mãe, a Alfonsina Buconzo Ngoio, aprendi a medir a atitude, saber quando e como agir, a confiar em Deus e ninguém mais, aprendi a me abrigar com postura e não despedaçar o meu corpo e não desperdiçar o meu tempo com substantivos que não têm importância.

Aprendi a me autoestimar mais e mais e não me importar com apartes negativos dos outros e aprendi a não definir o limite na proteção da mente, do coração e do corpo.

"Existir é, muitas vezes, aprender a reacender a própria luz depois de cada apagamento.”
Marilene Mesquita

Quando a oração se une à gratidão, o coração aprende a reconhecer a bondade de Deus em todas as coisas.

Quem vive na presença de Deus aprende a cultivar uma vida de gratidão.

Aprenda a ser uma pessoa agradecida a Deus independentemente da situação, e você alegrará o coração do Pai.

Precisamos aprender a perseverar nas dificuldades, pois Deus usa até os processos dolorosos para moldar nosso caráter e cumprir Seus planos.

Aprender a esperar o tempo de Deus é essencial para viver com alegria e paz interior.

Com o tempo a gente aprende que a vida além de justa é recíproca. Não há nada que você dê que não receba de volta.

Errar todo mundo erra. Após isso, têm-se duas escolhas: Aprender com o erro e avançar, ou ficar patinando no mesmo lugar.

“Eu aprendi, em meio à solidão, a amar tanto a minha própria companhia, que permanecer sozinha já não pesa… parece, na verdade, uma excelente escolha. Porque a paz que construí dentro de mim vale mais do que qualquer presença vazia.”

⁠Aprenda
Aprenda a se amar.
Aprenda a desistir de alguém, de alguma situação, de algum sonho ou plano é uma das decisões mais difíceis de se tomar. Pois é pacto que a gente faz com a razão, com a necessidade de seguir em frente com menos dor e mais amor-próprio; mas nem sempre está de acordo com a emoção, com a parte de nós mesmos que ainda quer viver atada àquele lugar que já fez parte do que somos.
Desistir é uma escolha, mas nem por isso é algo simples ou fácil. Pois impõe a quebra de contratos com aquilo que um dia amamos, com aquilo que um dia cuidamos para que não morresse, com aquilo que julgávamos parte de nossa identidade.
A gente desiste do que dói, dos lugares onde a gente não cabe mais, das histórias que a gente torcia para que dessem certo mas não deram, desistimos porque foi o pudemos fazer, desistir de acordar e sentir a mesma dor sem que qualquer analgésico a faca passar.
Porque olhamos para trás e não enxergamos nada além de nossos anseios que nunca foram realizados, a viagem que nunca existiu, os planos que nunca se realizaram.
Muitas vezes, desistir de um amor é dizer “sim” a si mesmo. É reconhecer que nem sempre aquilo que julgamos “perfeito” é realmente ideal em nossa vida. É entender que alguns amores permanecerão na memória, mas nunca sobreviverão no dia a dia. É dar chance para um caso de amor recíproco consigo mesmo.
Desista de um amor se ele deixou de ser servido em bandeja de prata, e só sobraram restos que você insiste em aquecer em banho maria;desista de um caminho se ele não lhe traz satisfação nem significado; desista de uma rotina se ela não lhe torna uma pessoa melhor e só restam dúvidas a respeito de si mesmo; desista de uma culpa se só você ainda não se absolveu; desista de uma mágoa perdoando quem lhe feriu e entregando seu coração a Deus.
A gente escuta muito que não se deve desistir dos sonhos, mas de vez em quando é necessário uma boa dose de humildade para admitir que não há mais o que ser buscado, que a antiga expectativa necessita de um “basta”, que o primitivo anseio foi por água abaixo. Se há tantos outros sonhos a serem vividos, por que insistir em habitar os mesmos velhos sonhos que não se concretizaram como a gente gostaria?
A gente não desiste do que quer, a gente desiste do que dói. Dos laços que machucam, da indiferença que maltrata, da inconstância que perturba.
E finalmente descobrimos que desistir pode ser parte da nossa força também, pois a construção de nossa felicidade depende daquilo que deixamos pra trás ou permitimos que se despedisse de nós.

Todo mundo tá na escola de Deus, só que em classes e períodos diferentes.

Uma marca forte não nasce da liberdade total.
Nasce da consistência que o cliente aprende a confiar.

Manifesto da Compreensão


"Antes de julgar, aprende a ver.
Nenhum olhar é inteiro sem enxergar todas as faces do que observa.
Julgar é fechar os olhos antes do tempo e todo fechamento gera dor.
Quando julgas, sofres.
Porque o julgamento te separa do que é.
Mas quando compreendes, o véu cai.
E dessa clareza nasce a coragem
a força de olhar para a verdade sem desviar o rosto.
A coragem traz catarse,
a alma se purifica, o ego se dissolve,
e a verdade se torna chama viva dentro de ti.
Da verdade brota a justiça,
não a dos tribunais, mas a que equilibra o invisível.
A justiça te revela o limite da liberdade
o contorno do infinito dentro deste plano terreno.
E ao reconhecer esse limite,
te rendes à harmonia.
E dessa rendição nasce a paz.
Nada mais se exige do ser humano comum,
senão viver desperto.
Compreender o que se vive,
agir com consciência.
Pois quem vive assim
chega ao essencial sem demora,
porque o caminho se abre quando há verdade no passo."

Um grande empreendedor
Busca sempre aprender
E cada vez mais inovar
A sua forma de vender

“Há uma prudência silenciosa na alma que reconhece quando um lugar deixa de ser escola de virtudes e passa a tornar-se campo de desgaste. O espírito disciplinado não se apega ao que corrói, nem insiste onde a razão já advertiu sobre o dano. Afastar-se, nesses casos, não é fraqueza, mas exercício de governo interior, é uma escolha serena de preservar a própria integridade, como quem guarda a chama da lucidez contra ventos que apenas consomem e não edificam.”

Aprendi a detestar a presença de certas pessoas na minha vida.