Preocupe se mais com seu Carater
“A poeira testifica a vontade do chão de ganhar os céus.
A flor se realiza em seu pólen pegando carona nas abelhas
para que seu fruto não nasça sem antes ter a sensação dos ares.
Tudo que existe anseia as alturas.
Assim, o pensamento em mim.
Meu pensamento criou asas,
fez minha alma voar.
Minhas palavras, essas sim, caminham.
Por isso no poema quando você é o tema
Nunca sei se vou ou se voo. “
A Lua resolveu dar uma lição no sol
Apagando temporariamente o seu farol.
Quis mostrar como dois seres tão diferentes
pelo menos um dia, poderiam ser equivalentes.
Na sombra umbra que a terra fez
a Lua pode finalmente se mostrar
Penumbral, parcial até que total.
Mas o que realmente a Lua quis nos provar?
Que alguém mesmo sem luz própria
pode um dia também irradiar.
Ou quem sabe mostrar que a beleza não esteja contida apenas na luz
Ela pode existir também no apagar.
Que todo mundo tem uma sombra em algum lugar
Que foi a falta de luz quem fez a Lua reinar.
E que todos um dia, mesmo sem luz,
podem vir a se destacar.
“A flor se realiza em seu pólen pegando carona nas abelhas
para que seu fruto não nasça sem antes ter a sensação dos ares.
A poeira testifica a vontade do chão de ganhar os céus.
Tudo que existe anseia as alturas.
Assim, o pensamento em mim.
Meu pensamento criou asas,
fez minha alma voar.
Minhas palavras, essas sim, caminham.
Por isso,
Não sei se por dom ou por oficio,
quando você é o tema
Nunca sei se vou ou se voo. “
Tudo tem seu Tempo e Lugar, Não Precisa correr.
Uma Amizade Verdadeira, um Amor, um Sonho que Ainda não se Realizou (...)
Constitui-se como sujeito do próprio conhecimento.
É o ator do seu próprio destino
Artesão impecável da própria personalidade.
Senhor do seu caráter
Primeira personagem da existência...
Seu Eu.
Você existe além do seu Eu!
Você tem uma dimensão...
Já que o seu Eu na Psicanálise
é agente dual que percebe
Em si...
o que ele vê no outro.
Ele tem uma dimensão!
que, por sua vez, interfere no sujeito
Por meio do inconsciente
E, pelo sintoma, lapso de memória,
o acusa ou o autorrecrimina.
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Você é meu pecado
E eu sou o seu pecado
É normal sentir saudades?
Sentir o teu cheiro em meu corpo?
Você me fala dos cabelos meus em você
Eu falo que sua boca é doce
Sinto como se você me elevasse
Posso ver anjos
Sinto como se fosse uma rosa sagrada e você me penetrasse a alma
Estamos iluminados por uma luz maior que nos guia
É como se o seu DNA se entrelaçasse no meu e descobrisse que somos partes primordiais um do outro
É como se eu tivesse uma espécie de déjà vu todas as vezes que estou em tua presença
Dizendo apenas sim, não conseguimos dizer não e apenas continuamos aquilo que já é infinito.
Fica a dica: nunca arrisque dar um passo maior que suas próprias pernas, pois o seu tombo pode ser fatal!
Enquanto os Nascidos Patriotas sacrificam suas próprias cabeças em prol do seu país, Patriotas de Ocasião sacrificam o próprio país em prol das suas cabeças.
Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.
Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.
Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.
A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.
O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.
E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.
É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.
Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.
O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.
E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.
Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.
A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.
Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.
O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.
Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.
E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.
A música vira trincheira, o louvor vira escudo.
O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.
Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.
O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.
Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.
Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.
Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.
Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.
Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.
O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.
Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.
Nós contra eles não dialogam…
Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…
Quando não fazem pior: se desumanizam.
Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.
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