Preciso de uma Chance

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"Quando falamos em patriotismo, é preciso compreender bem de qual tipo de patriotismo estamos falando: do patriotismo das pessoas que sempre agem de acordo com as leis na proteção do país, ou do patriotismo daqueles que sempre burlam as leis agindo como bandidos para tirarem vantagem de algo? Atitudes de determinadas pessoas aparentam não serem de patriotas honestos, e sim de bandidos. Veja bem: quando é dado poder a um _MALUCO_, sabemos que ele não possui raciocínio lógico. Quando é dado poder a um _BANDIDO_, sabemos que ele se tornará um perigo para a sociedade. Juntemos o maluco e o bandido na mesma pessoa e temos a personalidade do bolsonarista. A arma na mão de um policial corrupto faz o mesmo estrago que a arma na mão de um bandido. Há uma linha tênue entre o banditismo e o policial corrupto e, a diferença entre os dois, é que o crime paga melhor! Portanto, é preciso prender quem financiou e patrocinou tudo isso!"

"Se quiser viver a sua vida melhor é preciso compreender que, pessoas que possuem mentes doentes, que vivem ao seu redor, mentem."

"Ainda se gasta muito tempo recordando e, pouquíssimo tempo pensando. É preciso melhorar isso!"

""Ce herrar é umano", em breve, será preciso um novo dicionário e reescrever a gramática."

“Já não preciso da aprovação
de quem não posso tocar.”

Não preciso de quem não me vê.
Minha presença é minha força.
Sou inteira, mesmo na ausência.

Às vezes é preciso se perder no ruído,
pra achar o sentido há tanto perdido.
Entre telas e vozes, distantes,
encontrei no silêncio, o que é importante.

Às vezes é preciso se perder no chão,
errar o passo, calar a razão,
rasgar o mapa, mudar de direção,
pra ouvir o eco do próprio coração.
O mundo chama isso de confusão,
mas é a alma pedindo revisão.
Quem nunca caiu fora do lugar
vive certo… sem nunca se achar.

Eu, no date, não jogo pra inflar ego.
Não sou narcisista, não preciso disso.
Quando estou com alguém
eu quero oferecer o meu melhor.


Não pra impressionar,
não por interesse,


Nem esperando algo em troca.
Mas por respeito.
Porque o tempo dela importa.
Porque estar ali comigo é escolha.
E eu valorizo isso.
De verdade.

Não preciso da cronologia dos seus dias,
nem da biografia em
capítulos cansados.
Quando digo, digo presença —
não é passado, não é futuro,
é agora.
Não quero relatório da sua vida,
quero só o silêncio cheio do seu estar,
esse sopro que ocupa o espaço
como quem diz:
eu existo aqui, contigo.

Para evitar o excesso e a falta, é preciso constância — o caminho da moderação. ⚖️

"Há momentos em que a resiliência da água não basta; é preciso a coragem do cinzel, pois certas liberdades só nascem do impacto que rompe o obstáculo."

Tem uma liberdade quase escandalosa em perceber que eu não preciso ter mais nada pra finalmente ser alguma coisa. É estranho no começo, confesso. Porque a gente cresce acreditando que a vida é uma espécie de checklist infinito: quando eu tiver isso, eu viro aquilo. Quando eu conquistar aquilo outro, aí sim eu me torno alguém. E assim a gente vai adiando a própria existência, como se fosse uma estreia que nunca chega.

Eu já vivi muito tempo assim. Era sempre o próximo passo, o próximo objetivo, o próximo reconhecimento. Como se eu fosse uma obra eternamente em reforma, cercada de tapumes emocionais, esperando o dia em que alguém finalmente diria: pronto, agora sim, você está pronta pra ser você. Spoiler da vida real: ninguém vem com esse carimbo.

E um belo dia, sem fogos de artifício, sem trilha sonora épica, eu percebi uma coisa quase desconcertante: eu já sou. Do jeito que está. Com as minhas contradições, com as minhas partes meio bagunçadas, com as minhas versões que nem sempre conversam entre si. Eu já sou suficiente pra mim.

Isso não significa que eu parei de querer crescer. Eu ainda quero. Ainda tenho sonhos, metas, vontades que me puxam pra frente. Mas agora é diferente. Eu não quero ter para ser. Eu quero ter porque já sou. E isso muda tudo. Porque deixa de ser uma corrida desesperada por validação e vira um movimento mais leve, mais consciente, quase um gesto de expansão, não de compensação.

Antes, cada conquista vinha com um peso estranho, como se eu estivesse tentando provar alguma coisa pra alguém, ou pior, pra mim mesma. Agora não. Agora, se vem, é bem-vindo. Se não vem, eu continuo inteira. Olha que conceito revolucionário: eu não me desfaço na ausência.

E tem algo profundamente elegante nisso. Porque quando eu paro de me medir pelo que eu tenho, eu começo a me reconhecer pelo que eu sou. E isso ninguém tira, ninguém compra, ninguém invalida. Não depende de aplauso, de número, de status, de comparação silenciosa com a vida dos outros. É um tipo de riqueza que não aparece, mas sustenta.

O mundo vai continuar tentando vender a ideia de que falta alguma coisa. Sempre falta, segundo ele. Sempre tem um degrau a mais, uma versão melhor, uma meta mais alta. Mas eu aprendi a desconfiar dessa urgência toda. Porque, no fundo, muita gente está correndo não porque quer chegar, mas porque tem medo de parar e se encarar.

E eu parei. E me encarei. E, surpreendentemente, eu gostei do que vi.

Hoje, eu não quero acumular pra preencher. Eu não quero conquistar pra existir. Eu não quero provar pra validar. Eu só quero ser… e a partir daí, viver tudo que vier como um extra, não como uma necessidade.

Nada de vestígios... Apenas sonhos que me mostram tudo o que preciso saber.

"Aprendizado"


"De vez em quando é preciso aprender a desagradar dizer não e ignorar.
Mesmo porque, não tem como agradar a todo mundo. Por isso dizer não; também ensina."


@Suédnaa-Santos.

O esquecimento é o túmulo mais profundo; não preciso de pá ou terra para sepultar alguém vivo, basta que eu não o reconheça no meu silêncio.

Não preciso de mão na cabeça.
Preciso de quem segura meu rosto e diz:
“Para de fugir”.

_ Van Escher

“Antes de chamar uma criança de preguiçosa, é preciso perguntar se ela possui ferramentas internas para sustentar aquilo que lhe é exigido.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Antes de perguntar por que a mulher foi submetida, é preciso lembrar por que ela foi temida.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A Fregoli revela que ver não basta; é preciso que a mente consiga confiar na identidade daquilo que vê.”
Do livro Síndrome de Fregoli — Quando a Pessoa Acredita que Pessoas Diferentes, na Verdade, São a Mesma Pessoa com Diferentes Disfarces, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.