Precisamos ser Fortes
Segundo o filósofo Freud, o ser humano só muda aquilo que ele torna consciente. No entanto, no século XXI, as pessoas
ainda não conseguiram compreender essa ideia. Pois, não há humildade nem iniciativa nelas. É necessário que a sociedade pare de defender a mediocridade e proteja os valores éticos.
Antes de mais nada, é importante dizer que, a humildade não é sinônimo de humilhação.
Nesse contexto, a humildade é tão crucial que é uma lição fundamental no Batalhão de Operações Especiais (BOPE). Nem todo ataque verbal merece uma resposta. Observando essa questão, nota-se que grande parte da população se encontra adormecida em um estado de ego elevado, rivalidade e uma busca incessante por validação. As pessoas se tornaram excessivamente pretensiosas e, ao se depararem com a infelicidade, ficam surpresas por estarem cercadas de indivíduos desonestos e traiçoeiros, como se isso fosse algo inesperado. Para romper esse ciclo de retrocesso humano, o primeiro passo é perceber o próprio erro. É impossível provocar mudanças sem a presença da humildade. Além disso, o orgulho não só antecede a queda, mas também causa dor a todos os envolvidos.
Ao mesmo tempo, é fundamental ter bravura e agir com discernimento para reverter essa realidade. O pedido de perdão mais eficaz é aquele que é acompanhado de uma mudança de atitude. As dificuldades que enfrentamos não estão apenas nas situações em si, mas na ausência de coragem ou disposição para confrontá-las. Na era digital, a falta de posicionamento pode ser bastante prejudicial, pois corremos o risco de reproduzir comportamentos inadequados, confundindo popularidade com valor real, baseado na quantidade de curtidas e seguidores. É essencial lembrar que a verdadeira valorização se conquista pelo que somos, e não pelo que possuímos.
Assim, admitir nossas imperfeições e alterar nosso modo de agir traz vantagens tanto no âmbito pessoal (autoconhecimento, aprendizado constante, resiliência e empatia) quanto no profissional (colaboração, liderança eficiente, adaptabilidade e respeito). Importante lembrar que, não somos responsáveis apenas por nossas ações, mas também pelas atitudes que não tomamos.
@R_Drigos
Controle dos Desejos nas perspectivas de Platão e Nietzsche
A questão de como o ser humano deve tratar o desejo é um tema debatido desde a época de Sócrates (400 a.C.) e continua sendo relevante na era da inteligência artificial. Platão e Nietzsche são dois pensadores que abordam o tema de maneira divergente, sendo um assunto pertinente para reflexões contemporâneas.
Em primeira análise, Platão, na obra “A República”, afirma que “Eis a messe de males que recolhe o indivíduo de alma mal governada e que há pouco classificamos como sendo o mais desgraçado dos homens”. Ou seja, quando o desejo ultrapassa os limites e busca governar a alma, o corpo torna-se desordenado, semelhante a uma cidade governada por um tirano.
Em segundo lugar, Friedrich Nietzsche, em “Além do Bem e do Mal”, declara que “Envergonhar-se da própria imoralidade é um degrau da escada no extremo”. Para ele, o ser humano não deveria se envergonhar de praticar uma imoralidade; e os desejos não deveriam ser reprimidos. Nietzsche acreditava que a negação dos desejos era um ponto de fragilidade, propondo que o ser humano deve aceitar seus desejos como uma manifestação natural de sua existência.
Destarte, é necessário destacar que princípios morais universais são válidos independentemente de interesses pessoais ou desejos individuais. Ações baseadas apenas no desejo pessoal inevitavelmente colidem com os valores de outras pessoas. A habilidade de lidar com os desejos pode evitar conflitos éticos e conduzir o homem ao senso de justiça. Para evitar isso um colapso social, é necessária uma lei universal que transcenda os interesses individuais. Esta lei pode ser encontrada no entendimento de que existe um Deus que nos ensina a amar ao próximo como a nós mesmos.
O caminho pode ser longo para meus passos curtos. Mas a cada passo dado, estarei mais perto amanhã do que estive ontem.
Ser forte não está no quanto você bate. Está no quanto você apanha, cai, e ainda tem força de se levantar para continuar lutando.
Para o próprio indivíduo humano servir alguém pode ser uma ilusão. O acordo é o sucesso, tanto quanto possível, da nossa confiança um no outro. Santo Agostinho mostra que ele deixa de servir a Deus e começa a procurá-lo.
Ideias, se existe uma influência útil, a ideia anterior é a influência a ser suprimida por uma ideia nova que pode ser participada e modificada para novas formas de adaptação à teoria atual.
Deus inventou, o ser humano, e desde a infância de um indivíduo, com a inteligência embutida, para se desenvolver, ao longo da vida, como um livre arbítrio, para acreditar no que quiser.
Desejos e palavras sábias.
Ser obcecado leva à ilusão por enganar o coração.
Saber como as coisas funcionam não enganará o coração.
Entender é ser inteligente e buscar as virtudes nos leva ao caminho dos sábios.
Descobri que ser forte não é nunca cair, mas encontrar sentido até nas quedas. Já fui sombra e já fui luz, já temi o próprio caminho e, ainda assim, caminhei. Porque a vida não exige certezas, apenas a coragem de seguir, mesmo quando a próxima página ainda não foi escrita. E talvez seja esse o segredo que ninguém conta: não há estrada certa, apenas passos que fazem o caminho existir.
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