Precisamos ser Fortes
O invejoso se torna coadjuvante na vida alheia; onde há inveja, a vida do outro deixa de ser apenas do outro.
Escrever, para mim, deixou de ser um capricho bonito de quem gosta de palavras e virou uma necessidade quase fisiológica, tipo respirar depois de subir uma ladeira enorme no sol do meio-dia. Eu estava há tanto tempo inspirando o mesmo ar pesado, reciclado pelas minhas próprias memórias, que quando finalmente escrevi, foi como escancarar uma janela e descobrir que o mundo ainda tinha vento. E não aquele vento dramático de novela, não. Um vento simples, honesto, que não promete nada além de movimento. E, naquele momento, movimento já era tudo que eu precisava.
O curioso é que eu não escrevi esperando resposta. Nem dele, nem da vida, nem do universo conspirador que a gente gosta de culpar quando está carente. Eu escrevi para me ouvir. Porque até então, eu estava cheia de vozes dentro de mim, menos a minha. Era lembrança falando alto, era saudade fazendo discurso, era ilusão pedindo mais um capítulo. E eu, coitada, só anotando, achando que aquilo era verdade absoluta. Quando eu finalmente me escutei de verdade, sem maquiagem emocional, sem aquele filtro poético que transforma sofrimento em obra-prima… foi desconfortável. Mas também foi libertador. Porque ali não tinha mais para onde fugir. Era só eu comigo mesma, sem plateia, sem roteiro, sem desculpa.
E a tal da lucidez… ah, essa não bate na porta, não pede licença, não manda mensagem antes. Ela entra como quem já mora ali há anos e só estava esperando eu parar de fazer barulho para se manifestar. E quando ela chega, desmonta tudo. Derruba cenários, apaga luzes, desmonta personagens. Aquilo que antes parecia gigante, intenso, insubstituível… vira só o que sempre foi: um capítulo. Importante, sim. Mas não eterno.
E é aí que entra a parte que mais assusta e mais alivia ao mesmo tempo: esquecer não é apagar. Eu não virei uma versão fria, sem memória, sem história. Eu virei alguém que olha para trás sem sentir aquele aperto no peito que parecia um lembrete constante de que algo estava inacabado. Não estava. Nunca esteve. Eu só demorei para aceitar que já tinha acabado há muito tempo. A gente sofre mais tentando reescrever o passado do que vivendo o presente. Porque o passado, minha querida, não aceita edição. No máximo, interpretação.
E essa lembrança… a ceia na casa da avó. Olha que cena sutilmente dolorosa. Um convite que parecia simples, mas que carregava um mundo inteiro de significado. E eu recusando. Não por falta de vontade, mas por excesso de consciência. Eu sabia que não cabia ali. E olha a maturidade disfarçada de tristeza. Às vezes, crescer é exatamente isso: reconhecer onde a gente não pertence, mesmo quando o coração quer dar um jeitinho de se encaixar.
Aquele abraço final, as lágrimas sendo enxugadas com uma delicadeza quase contraditória… como se o gesto dissesse “eu me importo”, enquanto a realidade gritava “mas não o suficiente para ficar”. E tudo bem. Porque naquele momento, sem perceber totalmente, eu já estava me despedindo de verdade. Não só dele, mas da versão de mim que ainda insistia.
E a vida, com seu humor meio irônico, meio genial, seguiu. Quase dois anos depois, eu casei. Escrevi uma nova história. Mas dessa vez, não foi sozinha. Não foi baseada em suposições, nem alimentada por silêncios interpretados. Foi construída. Tijolo por tijolo, dia após dia, com alguém que estava ali de verdade, não só na minha imaginação.
E isso muda tudo.
Porque no fim, não foi sobre esquecer alguém. Foi sobre parar de sofrer por algo que já não existia e abrir espaço para o que podia existir. Eu não apaguei o passado. Eu só parei de morar nele.
E hoje, quando eu lembro, não dói. Não pesa. Não chama. Só existe. Como uma página virada de um livro que eu não preciso reler para saber que já entendi a história.
Se você ainda está respirando esse ar pesado, talvez esteja na hora de abrir sua própria janela. E se quiser continuar caminhando por essas reflexões que libertam, incomodam e fazem a gente enxergar além do óbvio, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. A leitura é grátis para assinantes Kindle.
Nem tudo que machuca precisa ser anunciado… algumas dores são curadas quando são tratadas no lugar certo, não no lugar mais visível.
Janice F Rocha
Orgulho de ser brasileiro !
Meu BRASIL, minha nação
Que orgulho ver seus atletas
Que com sua próprias forças
Tanto se dedicam e vão a luta
Mesmo sem o devido incentivo
Que são desviados dos cofres
Para os bolsos dos corruptos
Corja de politicos sem ética
E mesmo sem essa ajuda
Somos todos agraciados
Com nossos grandes valores
Poder ouvir esse nosso hino
E ver no pódio nossas cores
Seja ouro, prata ou bronze
O que vale é a dedicação
O esforço e horas de treino
No devido reconhecimento
Seus politicos vejam o recado
O Brasil ainda tem jeito
Não sejam nosso vexame
E sigam esses exemplos
Tomem vergonha na cara !!
Ser estilo...
Manifestação oral da linguagem
através dela, acontecem produções
de sons articulados. Por ela, surge todo tipo de comunicação originada do pensamento, do sentimento e surgem ideias...
Fala é ato pessoal e humano, onde a
Língua falada, idioma, trata-se de um sistema social coletivo.
O segredo da fala, não está como se fala, onde se fala, mas quando se fala. O "time" certo da fala é a chave para a abertura ou fechamento de quaisquer assuntos relevantes.
Logo após uma pergunta difícil, não se deve responder com rapidez. Entretanto, pausar, respirar, por três segundos, assim, a resposta fluirá com boa receptividade. Principalmente, se no caso, o tema sendo fruto de uma discussão. A calma, a reflexão, o "baixar a poeira" pelo expressar da argumentação.
O resistir o silêncio, para expor argumento através de uma fala bem pensada, é o segredo do sucesso do estilo da e locução. O êxito para conversa e exercício, para a boa comunicação, estilo da própria compreensão.
Por fim, nas próximas conversas, apresente-se assim: Respire lentamente, conte até três, se precisar conte outra vez...
Lembre-se, a sua fala promoverá um bom encontro.
Ser luz...
Ser uma pessoa iluminada,
é melhorar não somente a sua vida,
mas ser luz na vida do outro.
O ser humano enxerga a vida,
através dos olhos e dos hábitos.
Por eles, muitas transgressões acontecem
Nem sempre estão atrelados
a um desejo consciente.
Não pela vontade de querer errar.
E sim, devido à falta de vontade interna,
Assim como por uma ação em particular.
..
Riqueza na simplicidade ,
é ser anônimo na história.
Dá um sentido à vida
com atitude de pertencimento.
Viver não tem preço mas, tem validade!
Pensar emdividir bem o tempo
colaborar para que mundo seja melhor.
Multiplicar as boas ações
Faça_as acontecerem.!!!
colabore na ajuda
do seu próximo
através de um projeto social.
Festejar a vida.
Numa visão de temporalidade,
ser simples é fazer_se parte
desse universo.
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