Posias de Amor Querido
Aqueles que sempre se acharam mais espertos do que eu, me ensinaram a ser quem eu sou.
E o tempo se encarregou de mostrar o quanto foi bom nao me achar que era melhor que ninguém.
O unico que parou o próprio coração, e deixou de respirar por 3 dias, nessa terra.
Amou incondicionalmente toda humanidade.
Resucitou, nos amando com a mesma intensidade e magnitude de quando foi morto por nos,
Numa cruz.
Orgulho,
Parando pra pensar bem,
Pode ser comparado à um canser,
Pois existe canser maligno e benigno.
Sentir orgulho de outra pessoa,
Isso é benigno,
Mais o orgulhoso,
Nem imagina que desenvolveu um canser para sua própria alma.
O nosso coração, provavelmente seja,
O mais real inimigo que temos,
Porque esse sim, consegue manipular e confundir nossa mente.
Nos incitando a fazer coisas, que temos certeza que não irá nos fazer bem.
Pois o coração e capaz de confundir a mente e a alma do homem.
Um homem de poucas palavras entende o poder que elas tem.
Pois aquele que se abdica de falar muito e observa sempre, terá conhecimento maior que os demais.
Na caminhada da vida, olhar para trás tem seus benefícios.
Pois lá na frente isso lhe ajudará a não cometer os mesmos erros.
Lembre se de olhar para trás com intuito de aprender,
Mais nunca, com intensão de voltar para lá.
Assim nos daremos a chanse de novas oportunidades.
“Dar um boi para não entrar em uma briga e, se for o caso, uma boiada para dela sair, o quanto antes. Isso, sim, é sabedoria e coerência.”
O desaforo que, quase sempre, por orgulho, recusamos levar pra casa, na maioria das vezes, seria bem mais leve do que o novo fardo que acabamos levando em seu lugar.
Precisamos dar à nossa família, pelo menos, o mesmo tratamento que dispensamos às pessoas com as quais não temos laços consanguíneos.
Não tem jeito de enxergar qualquer animal como fonte de alimento. Eu, pelo menos, não consigo. E sou muito feliz por isso.
Pouco importa se a vida é dura, os sonhos são muitos e o tempo é pouco. Depois da curva, há um rio.
DEPOIS DA CURVA, HÁ UM RIO
Pouco importa o sol ardente,
O rosto molhado e a garganta seca;
Pouco importa a poeira da estrada,
Os pés descalços e as pedras no caminho;
Pouco importa o andamento sem fim,
As pernas cansadas e o quase parar;
Pouco importa as quedas sofridas,
Os laços desfeitos e o tempo perdido;
Pouco importa o pensamento distante,
A saudade no peito e a incerteza constante;
Pouco importa se a vida é dura,
Os sonhos são muitos e o tempo é pouco;
Depois da curva, há um rio.
1968 - AI, Brasil...
Gritos mudos,
Mudos, calados,
De tantos gritos,
Roucos, sem eco.
Olhares cegos,
Cegos sem olhos,
Mirando um sol;
Grande sol apagado.
Ouvidos surdos;
Tapados porque
Não conseguem ouvir
Os morcegos gigantes.
Mortos vivos,
Vidas mortas,
Querendo viver;
Apenas viver.
Temos sempre que cultivar a serenidade, a fé e a doçura. Dessa forma, nenhum limão que, vez ou outra, a vida nos oferece, será desperdiçado.
Perdoe-me por, muitas vezes, confundir persistência com teimosia. Não é por ignorância ou insanidade; é questão de sobrevivência.
