Posias de Amor Querido
Gaveta do Coração.
Cabe em mim
Todo o Amor
Que em ti
Transborda.
Me afogue e
Dele não me salve,
Quero morrer submerso
No seu Mar de Amor.
" No Lar da intolerância, moram também a falta de amor, o desrespeito, a violência e a perseguição."
O sofrimento e a espiritualidade
Um não percebe, não vê não reconhece o amor.
O outro vive com o amor.
quando eu via você olhando para ela com aquele olhar açucarado, doce e cheio de amor, por um momento se quer, eu queria ser ela. Mas eu sabia que não tinha espaço para mim.
Sobre a vida?
Ah, a vida não precisa de poemas, ela só precisa ser vivida;
Com o máximo de amor possível, ela deve ser sentida;
Já brinquei, já chorei, já sorri, já errei,
E foi cada fase dolorida;
E quando não restar mais nenhum poema, ainda assim amarei essa vida.
No outono te quero amor
No verão quero queimadinha
Na primavera te quero uma flor
No outono te quero só minha
MINHA VERDADEIRA ADORAÇÃO
Ó Jesus,
Sublime Mistério de Amor!
Eu Te Amo!
Eu Te Adoro!
Diante da Tua Santa presença sou miserável e pobre pecador, porém maior que meus pecados é a TUA MISERICÓRDIA!
Perdoa-me Jesus!
Permita-me estar sempre na Sua Santa Presença!
Te Amo meu Deus e Meu Senhor!
Te Louvo e te Bendigo!
Louvado sejas meu Senhor!
Canção d'amor sublime
Quero saciar tua sede
Mesmo à longa distância,
Uma lágrima de saudade
Vestida em tuas lembranças.
Teus versos d'amor sincero
Nesse frio da estação,
Me deixam toda contente
De robe ou mesmo roupão.
Desejos que vêm sutil
Me levam a fazer poemas
Preenchendo nossos espaços
Os sentimentos mais lindos.
Teus braços em minha cintura
Aconchego noite e dia,
Meu coração junto ao teu
Embalados numa canção
D’amor sublime, infinito.
Esta poesia é parte de um "Dueto" com o poeta Ademar Siqueira.
nunca fui de escrever cartas, e quando finalmente fui escrever, foi sobre o amor não correpondido que eu sentia por você.
No fio da vida, entre amor e guerra,
Caminhos divergentes, escolhas na terra.
Doce melodia ou batalha feroz,
Entre o abraço do amor e o grito da voz.
O coração dividido, entre dois destinos,
Na encruzilhada, entre espinhos e hinos.
O amor, uma chama que arde e consome,
A guerra, um vendaval que tudo consome.
Entre os braços do amor, sereno abrigo,
Ou os clamores da guerra, frio perigo.
Escolhas que moldam nosso caminhar,
Entre o acalento do amor e o fúria do lutar.
Na dança da vida, entre o doce e o amargo,
O amor e a guerra, em seu eterno embargo.
Entre lágrimas de dor e sorrisos de prazer,
A única escolha: qual deles irá vencer?
Urge compreendermos que o amor transcende a mera esfera dos sentimentos. Amor, em sua essência, revela-se como uma sinfonia de ações entrelaçadas, uma dança harmoniosa que tecemos com o coração e executamos com a alma.
