Porque sou assim

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⁠⁠Sou um viajante que está há muito tempo trancado dentro de um vagão.

Não desejo a compreensão de ninguém, muito menos que me adorem, não costumo agradar, eu sou uma discórdia, em tudo o que faço, em tudo o que falam.

Quando me perguntam quem sou...
Respondo! Sou só uma mulher meio cansada
Das dores causadas pelas muitas feridas na alma
Mas, que ainda tem muitas estradas de risos e lágrimas pela frente
Aqui estou eu!!!! Uma guerreira sempre pronta para novas batalhas....

sou um soluço perdido, abafado... nas horas rajadas de vento de mais uma tarde do viver... vendo o quanto tarde é a vida... que tarda é a morte... mas que a tarde tornou-se passado.

E eu não sou mais aquele cara de dezenove anos. Eu cresci, me modifiquei, ganhei algumas rugas, tirei lições, tenho um punhado de experiência, e até agora ninguém entrou com pedido de beatificação.
(Nunca mais li poesia pra ninguém)

SOBRE MIM

Eu sou eu.
Sou boa, sou má, sou alegre, sou triste.
Sou calma, sou agitada, sou lúcida, sou louca.
Sou brisa leve, sou vento calmo,
Sou ventania, sou furacão.
Sou céu claro e azul, sou céu escuro e cinza,
Sou chuva mansa, sou temporal.
Sou sol brilhante, sou calor escaldante.
Sou tudo e não sou nada.
Sou incompreensível, sou incompreendida.
Sou pe no chão mas muitas vezes sou iludida.

Eu sou apenas eu.
e queria ser amada szem a necessidade de me tornar o que os outros querem que eu seja.
Porque...
Quando eu deixar de ser quem sou, como sou e o que sou...

Já terei morrido.

"As vezes me perco dentro de mim, buscando quem um dia eu fui, vendo quem sou hoje,e idealizando quem sereia amanhã. e vejo que e inevitável permanecer a vida toda da mesma forma. A vida mesmo faz com que nos modificamos, as vezes para uma pessoa mais doce e flexivel(difícil), ou as vezes para uma pessoa fria, dura e realista(maioria das vezes), nesse mundo que vivemos cada dia que passa está mais difícil entender o que ocorre, e porque o ser humano é tão cruel consigo mesmo".

"Você mudaria por alguém?
Não mesmo, quem me ama de verdade, aceita como eu sou, com meus defeitos e com as minhas qualidades. amar é ver perfeição até nas coisas mais imperfeitas".

– Bom, eu também mudei. Você precisa saber, eu não sou mais aquela garota sonhadora de dezoito que acreditava no verdadeiro amor.
– Sei que você está se defendendo e tudo, mas não vejo como isso que você acabou de argumentar possa ser uma coisa boa.
– Eu sou mais segura.
– Mais rígida, você quer dizer.
– Mais sóbria e realista.
– Menos meiga e delicada, eu diria.
– Mais racional.
– Menos entusiasmada.
– Menos lamentosa.
– Estóica.
(Nunca mais li poesia pra ninguém)

A verdadeira verdade sobre mim é que eu sou péssima pra conquistar ou ser conquistada. Modéstia à parte, se eu não estiver apaixonada, sou divertida, decidida, orgulhosa, auto-estima nas alturas. Por outro lado, quando encontro alguém, que dispara o meu coração, me faz tremer na base, aí sim dá zebra. Aí ferrou TUDO. Lá se vai aquela mulher decidida, orgulhosa, divertida e de autoestima nas alturas. Eu perco a fala, meto os pés pelas mãos, passo a marcha errada, gaguejo e esqueço até o final da piada... Estranho, mas é exatamente assim que acontece, eu me perco de mim mesma. Eu não me reconheço, é estranho pra mim também. Eu mesma me sinto chata, me sinto outra pessoa. E o pior é que eu já conheço todas as regras: "Não pode ser chata, não pode reclamar, e nem rolar tudo na primeira noite. Não pode cobrar nada, não pode questionar nada e nem fica ligando o tempo todo. Não pode dizer que ta gostando se não ele se assusta, e nem pode fingir que não está porque ele percebe." E tem mais: "Humor sempre nas alturas, tem que ser sexy sem ser vulgar, inteligente e saber se expressar. Tem que ter opinião, ser vaidosa, carinhosa na medida, não encostar o dente, evitar perguntas como: "No que você está pensando agora". Pode isso, aquilo não, quer saber isso tudo é um saco. Por isso optei por ficar sozinha, ou então não me prender radicalmente a ninguém, até que eu me encontre, e não surte literalmente quando sentir aquele velho sinalzinho de paixonite aguda. Eu não sei dá em cima, dar mole, me insinuar, e se sei, não acho que faço isso muito bem. Quisera eu, conseguir me apaixonar e conquistar com a mesma intensidade, acertar o alvo, e sentir que é reciproco. Eu não sei, fingir nada, nada mesmo. Se estou chateada você vai saber, se estou feliz vai saber também. Por isso acho complicado demais me apaixonar sabe? Exige muito de mim, eu tenho que ficar me policiando o tempo todo. Eu me sufoco pra não sufocar a outra pessoa. E por isso decidi, só me interessar de verdade, quando eu estiver pronta, sem cobranças, sem forçação de barra. To meia na retranca, meia traumatizada com algumas experiência, mas isso é normal, depois passa. Entre uma bebida e outra, entre uma diversão e outra, entre um carinho e outro eu vou indo, eu vou me descobrindo, me arrisco a dizer que até já até dei uma melhorada. Mas quer saber? Ainda tem muita coisa pra mudar, ainda tenho que aprender muito. E eu não estou disposta a passar a minha vida, os meus deliciosos dias, apenas pra aprender a ter alguém do meu lado. Se eu aprender bem, se não aprender amém. Um dia as coisas se ajeitam como tem que se ajeitar!

Toma cuidado menina pois eu sou o Hacker do Amor, posso invadir seu sistema e formatar o seu coração!

Não sou previsível, nem tampouco multifaces, não existe o "Eu" concreto, não há possibilidades de descrever-me. É no abstrato que eu me acho, eu me generalizo, eu me simplifico e deixo de ser um processo particular. E, sem querer, nele sei quem eu sou: uma incógnita.

Você reclama que sou um tipo incomum
E eu que só quero te amar, como se fossemos um!

Quem sou eu para mim? Só uma sensação minha.

Sei que sou um ser limitado e frágil. Por isso, às vezes, preciso ficar por alguns instantes quieta, longe do barulho dos meus pensamentos, para que possa escutar a voz da razão. Muitos, chamam esta voz de instinto; enquanto eu, particularmente, prefiro chama-la de: "voz de Deus"

PSICANÁLISE: Conversa na recepção: Conversa vai, conversa vem, digo que sou psicanalista. A moça entra em pânico, temerosa de que eu tivesse poderes para ver a sua alma. “Eu já fiz terapia”, ela disse. “Mas agora estou resolvida.” Pergunto: “Quando se deu o óbito?”. Ela me olha sem entender. Óbito? Explico: as únicas pessoas resolvidas que conheço estão no cemitério.

Sou muito mais do que essas letras, frases e fotos falam sobre mim. Sou as minhas atitudes, os meus sentimentos, as minhas ideias!

Todos tem o direito de opinar sobre mim. Uns me chamam de dramatica; outros murmuram que eu sou invejosa; Alguns sonham com a minha perversão.
Mas, no final das contas, todos tem uma opinião ruin sobre mim. De modo que eu nunca vou agradar a todos.
Então... DANE-SE!

“Sou o ponto onde todas as posições se desfazem, a recusa que não cabe nem no nome de recusa. Não estou dentro nem fora, sou o fora que não é lugar, o silêncio que não é ausência, o vazio que não pode ser preenchido porque não pode ser tocado. Sou a borda do mapa que não existe, o traço que se apaga antes de ser traçado, a impossibilidade erguida como única forma de presença.”

Eu sou sozinha, mesmo não estando sozinha. Entende o que eu quero dizer? Sou extremamente individual e me acomodo na minha solidão. Não é questão de não ter ninguém. Ter, eu tenho, mas não quero. Me sinto bem no meu silêncio. Também não é questão de ser antissocial, depressiva e mal humorada. Sou alegre, me divirto e saio com meus amigos. Mas não dependo disso, da alegria meio forçada, dessas pessoas, desses lugares, de ninguém. Sei ser só e gosto de ser só. Sei ser minha e gosto de ser minha. Essa solidão que eu falo é meio que um estado de espírito, sabe?