Porque sou assim
Pouco papo e muito resultado no bolso, porque a meta é ver a mãe sorrindo e o prato cheio. - Deixa falar, o resultado é nossa resposta.
Com Deus na frente e o bonde alinhado, porque a meta é ver a mãe sorrindo e o prato cheio. - Fé em Deus e marcha no corre! 🔥
Deixa os falador comentando na esquina, porque a meta é ver a mãe sorrindo e o prato cheio. - Fé em Deus e marcha no corre! 🔥
Na principal a gente desfila humildade, porque a meta é ver a mãe sorrindo e o prato cheio. - Deixa falar, o resultado é nossa resposta.
Senhor escutai a voz de quem teve coragem, porque a meta é ver a mãe sorrindo e o prato cheio. - Lateinos. 🚀
No pulso o relógio marca a hora da vitória, porque quem tem fé nunca caminha sozinho. - Visão de Cria, Lateinos. ⚡
Uma Bofetada de Amor.
Não espero curtidas ou coraçãozinhos...
Porque ninguém aplaude quando leva uma bofetada, quando é ferido...
E é exatamente isso que quero...
Mexer onde ninguém toca. Onde você resolveu se esconder, fugir daquilo que te faz sangrar, do que te faz sentir, do que você realmente é.
Aquele lugar que o mundo não conhece e que você tenta esquecer...
Não espero curtidas. Quero que, ao terminar de ler, você saia do texto sem palavras, sem movimentos, em choque, porque uma luz vermelha de emergência se acendeu dentro de você e agora está tentando entender onde foi parar e por quê.
E isso leva tempo, porque o próprio corpo entra na defensiva, tentando se proteger da cura, com medo do desconhecido.
Mas não tenho pressa. Eu espero.
Esse é o preço do amor...
E é em nome dele que não quero ver ninguém sofrer, afogando-se nas próprias máscaras, escondido dentro de um véu de ilusões.
A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.
Bem-aventurados os que choram — de alegria ou de tristeza — porque serão consolados. Ai dos dissimulados!
Muitos que descuidam do percurso, chegam ao destino com o entusiasmo fragilizado.
Porque não é apenas o ponto final que importa, mas tudo o que se aprende, sofre e celebra ao longo da caminhada.
Quem corre demais, negligencia experiências que poderiam lhe fortalecer o corpo, a mente e a alma.
Os que distraem na seriedade demasiadamente cobrada pela busca, perdem lições escondidas nas pequenas pausas.
O destino pode até ser alcançado, mas, sem atenção ao percurso, o brilho da conquista se apaga rápido demais.
O entusiasmo se quebra porque não encontrou raízes profundas no processo.
Afinal, a verdadeira força de um objetivo cumprido não está no instante da chegada, mas nos passos memoráveis que o antecederam.
Foque no Destino sem desprezar o Percurso!
Um dos maiores e mais belos propósitos da Fé é constranger o impossível.
Porque a Fé não é ausência de dúvida — é presença de confiança.
Ela não se alimenta de garantias, mas de esperança.
É o gesto mais ousado de quem planta mesmo sem ver o solo fértil, de quem continua caminhando mesmo quando o chão parece ter desaparecido debaixo de seus pés.
A Fé é essa força bruta silenciosa que, ao invés de discutir com o impossível, o constrange com pureza, entrega, insistência e resiliência.
Ela não o vence pela lógica, mas pelo amor.
E quando o impossível, envergonhado, se curva diante da perseverança dos que creem, é ali que o milagre acontece — discreto, sereno, e profundamente humano.
Acordar é tão Fácil, basta estar vivo!
E enquanto Deus te deixa acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Acordar é tão Fácil — basta estar vivo!
Mas se Deus te deixou acordar, é porque Ele espera que você Desperte.
Acordar até parece algo automático: o corpo abre os olhos, respira, se move… e seguimos.
Mas viver acordado não é o mesmo que estar desperto.
Despertar é perceber o que realmente importa: que há Vida depois dessa vida falível.
É ouvir o chamado que você insiste em adiar...
Enxergar o propósito escondido na rotina.
É reconhecer que cada manhã é mais que repetição — é convite, oportunidade...
Porque, se Deus te deixou acordar hoje, não foi apenas para existir.
Foi para despertar, para não desperdiçar o que só você pode decidir...
E despertar, ao contrário de acordar, não acontece no travesseiro.
Acontece na consciência.
Acontece na coragem.
E acontece especialmente quando você decide viver para além da vida.
Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.
Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.
Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.
A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.
O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.
Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.
Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.
Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.
Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.
A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.
E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…
Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.
O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.
Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.
Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.
Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.
Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.
E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.
