Porque sou assim
Escrevo o que nenhum poeta buscou e nenhum filósofo nomeou, porque penso no espaço entre o que existe e o que ainda não foi imaginado.
Toda expressão artística é social por natureza, e ato político como consequência. Porque, antes de ser disputa de poder, ideologia ou posicionamento público, a arte lida com gente. Ele mexe com memória, identidade, afeto, comunidade, dor, pertencimento, injustiça, esperança. Ela registra um povo, uma linguagem, um território, uma sensibilidade. O perigo está quando a palavra “política” engole tudo, e costuma significar que nenhuma arte tem a capacidade de ser neutra. Faz parecer que a emoção é menor que o discurso, que a poesia é menor que a tese e a humanidade é menor que o posicionamento. E quando a sociedade aparece de verdade na obra, a política surge junto, não como obrigação, mas como efeito. Em primeiro lugar a arte é humana, é social, não política.
Se eu agir como se eu não precisasse de ninguém, é porque realmente não preciso. Passei pelos piores momentos da minha vida sozinho, e nos melhores momentos, que ainda estão por vir, quero estar do mesmo jeito.
"Ela sempre amou sonhar.
Não por fuga, mas porque sabia que o sonho também é um território real, apenas mais sutil.
Talvez por isso tenha crescido assim: silenciosa quando precisa, intensa quando sente.
Na verdade, ela nunca esteve perdida — apenas caminhando por trilhas
que poucos têm coragem de atravessar."
Você jamais precisará mendigar o infinito amor de Deus e porque você se diminui tanto mendigando o amor de um cisquinho de gente que não te ama e nem por isso é melhor que ninguém ?.Aprenda a se valorizar e se amar você atrairá pessoas incríveis com seu amor próprio.
Perdoamos quando percebemos que também somos imperfeitos e também porque é muito ruim guardar magoas no coração, lugar que é para guardar amor,por isso que machuca e só cura com o perdão.
A traição que mais dói é a traição de um amigo, sabe por quê? Porque o amigo te conhece e sabe das suas fraquezas, agora a traição vinda de um inimigo é normal.
Minha doce e indomável Lucia,
Mesmo sem as palavras perfeitas (porque, né, quem precisa disso?), lanço ao vento o grito silencioso do meu coração dramático.
Você invadiu minha vida feito um furacão celestial — ou seria um tornado de confusão?
Virando a essência mais “sublime” e “divina” do meu ser (ou pelo menos tentando).
A musa eterna que inspira cada batida do meu peito — ou cada suspiro de cansaço.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais “puros” (ou só muito teimosa), que persegue seus ideais sagrados com a paixão de quem procura Wi-Fi grátis.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção (e uma pitada de desespero) pelo destino que nossos corações “entrelaçaram” no tempo — ou pelo menos até o próximo episódio da série.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram (ou quando você derrubou café na minha camisa),
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas — ou numa selva cheia de mosquitos.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais (e algumas dores de cabeça).
Entrego-me a essa aposta divina (ou a essa roleta russa emocional),
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia — ou pelo menos sem brigar pelo controle remoto.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser (e um pouco de medo do seu “não”),
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso — ou pelo menos um jantar sem discussões.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre (ou até o próximo reality show).
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver — ou pelo menos minha parceira de Netflix.
Você foi o adeus mais difícil que eu já
precisei dizer.
Não porque faltaram palavras, mas porque sobrou sentimento.
Dói perceber, ao acordar,
que a realidade não vai se desfazer.
Dói aceitar que não existe um “mais tarde”.
Que algumas histórias terminam sem retorno,
sem curva,
sem segunda chance.
Uma parte de mim compreende.
Compreende o tempo, os limites,
aquilo que já não se sustentava.
Mas existe outra parte.
Essa não quer compreender nada.
Ela apenas sente.
Sente a falta do som da sua voz.
Do jeito único de sorrir.
Da presença que acalmava.
Do abraço que parecia abrigo.
E talvez o mais duro do adeus
não seja a ausência do outro,
mas a tarefa diária de conviver
com o espaço que ele deixa dentro da gente.
Às vezes, tudo o que eu queria
era te alcançar agora.
Sem defesas.
Sem explicações.
Sem revisitar o passado.
Só um abraço.
Como quem tenta segurar, por instantes,
aquilo que a vida levou sem pedir permissão.
Existem despedidas que a razão aceita.
Mas o coração…
o coração permanece onde você ficou,
esperando algo que talvez nunca volte.
