Porque sou assim
Sou feliz por não ter a quem perdoar
Pois não tenho mágoa para guardar
Se alguém guarda mágoa de mim nada posso fazer
Só orar e compreender porque desse mau não vou morrer.
Sou fã da escrita,da palavra e da frase.
Da vírgula e da crase.
Da letra e do ponto.
Hiato e Ditongo.
Consoante e vogal.
Exclamo de onde isso vem.
Esse amor pela Lingua.
Pelo A,pelo B.
Por que amo escrever?
Interrogo as palavras para obter respostas.
Mas sou impaciente,quero saber agora!!
Conexão especial, luz do meus olhos. É como se nós dois se tornassem em um só, e como eu sou a luz do seus olhos e você meu super herói!
Sou fixe, sou aquela miúda que anda de veleiro o dia inteiro e convida-te para um piquenique também fixe, na verdade é tudo fixe, principalmente tu.
Não sou fã das interrogações. Não sou familiarizado com as decisões. Geralmente por que implicam em perdas. As dúvidas me maltratam. Me escravizam. O poder de decidir entre um e outro me consome. Prefiro a falta de opção. Assim fica tudo demarcado, certinho, redondo. Não quero falar sobre ganhar e perder. É intrínseco isso! Toda vez é assim: escolher um ou outro. Ganhar um perder outro.
Eu não tenho que me esforçar em ser quem não sou para ser aceito por Deus, ele já me aceita, É natural dEle.
Eu também não tenho que fazer nada pra ser aceito por ninguém, não porque as pessoas são como Deus, mas porque elas sempre estão mudando de opinião. É natural delas.
Me disseram que sou branquela e daí não me importo gosto de ser branca, bronzeado esta na moda, não sigo modismos, não sou Maria vai com as outras.
Na linguagem do amor sou intensa.
Metades não me apetecem.
Absorvo apenas energias positivas.
Não crio raízes com o negativismo.
A felicidade faz cocegas dentro de mim.
Um pequeno gesto com amor.
Já me torna uma pessoa feliz.
_Goretti Mello
Eu sou louco sou mas sou tão louco que chego a ser normal e eles os loucos. Eles que se anormalizem a minha normalidade ou vão morrer ingnorantes
Agreste
Sou nordestino, cabra da peste
Sou do sol do Norte, calor do agreste.
Nasci nas ruínas,
Garimpei nas minas
Hoje vivo no sudeste.
Vivo na labuta atrás do dicumé.
Na minha terra santa
Eu tinha esperança
De puder viver.
Aqui pur estas bandas, a fome reina,
O Trabalho é raro, vivo de punhados de troco.
O sol não queima a pele, arde na alma
Sordade da minha fianga na sombra de coco.
As veiz as fome aperta, nem farinha tem que armuçar
Meus fios se deita a dormir pra fome passar,
Espero na terra o milagre divino
Triste a chorar.
Quero ir me embora pro meu roçado
Culher meus mio, meu feijão pranatar,
Na face a esperança, no peito a alegria
Pras terra da minha infancia eu pudê vortar.
as vezes me interrogo, sou feliz?
e me pego perguntando, quem seria eu?
perguntas complexas de tão simples.
será que sou como o meu intuito diz?
não, eu não era igual a todos os demais,
eu não pensava como os iguais ,
via as coisas criadas, não como os outros,
meu pensamento era inocente, não sagaz.
o céu era observado, como uma gravura abstrata,
mesclada o azul do céu, o branco das nuvens o amarelo do sol,
Que ninguém me condene por aquilo que já me condenei. Pois não sou idiota, "idiota é quem faz idiotice": Tipo, julgar os outros.
