Porque sou assim
É bom o esposo repetir: "Tu é toda formosa,em ti não há defeito".E a esposa:"Eu sou do meu amado e meu amado é meu".(03.01.17)
Zumbí sou eu, és tu, e aquele, é quem quer ser. É sonho e festa, liberdade e experiência. Zumbí são todas as Áfricascas misturadas, é o Péle do futebol é o peixe e o anzol. Zumbí somos nós!
Sou um micro - emprendedor tentando sempre vencer na vida num pais como o Brasil onde os ladrões são os mocinhos e os trabalhadores são os escravos.
Eu entendi. Não era por eu ser diferente, é por que eu sou inexata, sempre fui, e acho que sempre serei. É porque esperar de mim doses de mim é esperar em vão, é que eu moro nas rebeldias mas não falo aquelas línguas, é que a minha pureza é subversiva e eu gosto de protestos em vão, é que ainda que soe contraditório eu não uso batom e saltos e roupas provocantes porque gosto de ser vista, e me interesso pelos defeitos dos outros mais do que pelas qualidades, é que a minha humanidade é tola e eu nunca realmente acreditei num Deus, e onde há espera eu sempre fui inesperada, e amor nenhum nunca me roubou de mim. Eu sou inexata porque construí cercados para os meus cercados e me entreguei a homens sem nunca realmente me entregar, porque sempre questionei altruísmos e acreditei em egoísmos, porque imperfeições me comovem e tudo que passa do ponto me atrai. Eu sou inexata porque os orgasmos duram pouco e sempre me senti a passageira de um trem fora dos trilhos, é que há entre a minha garganta seca e a minha unha encravada algum poema barroco de Gregório de Matos que ironiza nossos mais relevantes aspectos sociais. Eu sou inexata porque a minha veracidade é torta.
INTENSA
Sou terra
Sou água
Sou ar
Quero voar
Sonhar
Nadar
Sentir o cheiro
De terra molhada
De flores e de bebê
Quero ousar
Amar
Buscar
Quero uma canção
Quero ser
A sua última canção.
Sou todas as manifestações de uma substância atuando na captação da realidade através dos sentidos em relação à materialidade do corpo intrinsecamente ligado àquilo que apresenta similaridade ao meu conteúdo interior. E muitas vezes te olho e me vejo. E descubro que te amo porque amo o que contém dentro da forma pela qual nesta jornada, minha Alma veio habitar.
Sou tudo que mora dentro de mim
Vivi em todos os lugares
Mas não pertenço a nenhum
Uma brisa suave
Que toca seu rosto
Ou uma ventania
Que carrega para longe as folhas mortas
Uma chuva fina
Que acaricia sua pele
Ou uma tempestade
Que leva para longe os restos mortais
Uma semente
Que floresce e exala seu perfume
Ou uma raiz forte
Que a tempestade não arranca do solo
Uma pequena chama
Que aquece
Ou um calor intenso
Que acende sua Alma.
Sou do tipo que não espero acontecer , se eu quero luto e consigo , não existe obstáculos para quem acredita em si mesmo.
Eu não sou o tipo de mulher que desisti e se deixa consumir pelo cansaço.
As vezes eu preciso me por em uma redoma e me poupar, porém quando retorno
estou melhor do que nunca.
(Aruom Fenix)
Instagram: @aruomfenix
Site:https://aruomfenix.wordpress.com/
Blog:http://leiturasdearuom.blogspot.com.br/
Eu estou aqui como Rei Davi para te louvar e para te adorar , não sou merecedor mas o teu amor me alcançou
Mesmo que o gigante se levante eu não temerei ,NÃO TEMEREI
Pois eu sei que és um Deus fiel eu CONFIAREI
Sou sonhos e angústias! O vírus da sociedade moderna A voz da boca da noite A lágrima dos esquecidos
Sou o sangue do pulso rasgado cultivando poesias! O templo profano... O uivo da filosofia AnarcoSurrealTupiniquim!
Não sou poeta , sou apenas testemunha das cenas que vejo e que vivo e procuro manifestar-me indo além do meu próprio pensamento , interagindo comigo mesma, através do encontro do meu corpo e da minha alma.
Asseguro-lhe , que meu ser é todo tomado por uma emoção e não ouve a voz da razão, diante daquilo que é belo , como a manifestação da natureza . Seria preciso repetir tudo isso palavra por palavra, para dar a você uma ideia da pureza desse afeto e da fidelidade desse amor , mas seria preciso que eu tivesse o dom de um grande pintor ou um grande poeta para pintar a você a expressão dos meus gestos, o som harmonioso da minha voz e o fogo interior que brilha nos meus olhos ao escrever essas simples palavras.
Pois bem! Sou como um menino, sentado à beira de um rio, com algumas pedras na mão.
Volto ao tempo de incerteza, de raiva, de medo… Volto a ser aquele que lança as pedras! E me perco do que as recolhe…
Mas o rio não sente dor! O rio não sente nada… apenas segue! E com ele prossegue, tudo aquilo que nele se encontra…
E esse menino indeciso, jogando suas pedras no rio,chateado, fraquejado. Embora ainda não ciente, do momento vivido. Não se importa com o que há de vir…
Apenas peleja em sua mente, a trajetória da pedra, e onde irá cair.
Apenas no momento se encontra e nele se perde...
Livre de razão, do fato predestinado. Livre por escolha… escolha de momento.
Mas as pedras se acabam, e no fundo do rio elas ficam.
E como todo menino, as descarto! E procuro outras no chão… no fim me canso, e o dia termina. Só me vem a lembrança e o remorso. O momento se foi… outro virá?
Talvez! Mas, como adulto novamente, não quero esse novo momento! Só quero resgatar aquele breve tormento, que joguei na razão… mas agora já foi, e no mais se foi...
Em teus braços sou pequena
Um perfume de morena
Que não se resume em flor.
Não me traga um dilema
Não há dor que eu tema
Se tenho o teu amor.
No meu hoje sou metade
de um passado que foi nosso.
Ando tão sem vontade
de lembrar do que é saudade,
do que eu quero mas não posso.
