Porque sou assim

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Fiel


Fiel a mim,


sou bom em renascer devagar,


ao mesmo tempo que colho os frutos com uma velocidade extrema.

Versões


Hoje sou uma versão minha de muitas entregas com propriedade,


Foram tantas passagens, portais, fantasias e loucuras,


Em quantos lugares pernoitei?


Quantas almas me deixaram entrar?


Foram tantos olhares, tantos sorrisos e imaginar os perfumes e o tato,


Em cada porta aberta fui recebido com paixão e admiração e isso me contaminou podendo ser devolvido no ato em dobro,


Minha inspiração de vida vêm de tantas versões minhas anteriores que me deram aprendizado ao mesmo tempo que me dão um banquete de saudades.

Não sou...




Nas palavras escondidas no caderno fechado o silêncio foi a terapia, foi um afago,


No reservado me sentia só e pensativo, no meio da multidão me sentia só e perdido,


O saber atiça a curiosidade de saber mais, o saber também pode assustar, ferir, causar, ele pode ser malicioso,


O corvo guarda rancor, mágoas, ele é vingativo, no seu olhar da pra ver a maldade sem controle mesmo décadas a frente,


Mas, eu não sou um corvo.

Sou eu quem te ama

Uma gota atrás da outra, foi ouvida em meio a escuridão,
Os teus passos foram se afastando, o calor dos teus dedos antes colados nos meus foram se esfriando,
A nossa história é um romance real, vou até o fim na busca de escrever um final feliz,
As duas alianças estão penduradas no meu pescoço, prometo te devolver, eu juro!
Como vou deixar você, se sou eu quem te ama?

⁠Não me pergunte se eu sou mais emocional ou racional, pois eu opero constantemente sendo ambos — o sujeito emocional e o racional — porém, estabeleço uma hierarquia, onde o emocional raramente dá a palavra final.

Depois que você se foi, eu sou o que sobrou!

Entre a emoção e a razão!
Eu sou a confusão.

Sou Grato por ser Quem Sou! Onde eu entrar, mudanças iram acontecer! Meu Instinto é Melhorar o que de ser Ajustado e Evoluir o que deve ser Aprimorado. 🙏

⁠ Existe pessoas boas... Eu acredito que tudo pode acontecer... Eu sou eu, você é você ... E o sentido está em nos entender...

Eu sou a força que não me deixa desistir, o sorriso que esconde as lágrimas, e a luz que brilha no fim do túnel, mesmo quando tudo parece escuro. Eu sobrevivo, eu resisto, eu renasço.

Sim, sou um tanto ruim.
Mas prefiro minha ruindade autêntica
a uma bondade emprestada.
Pelo menos assim,
quando alguém me amar,
saberá exatamente o que está abraçando: um ser intrinsecamente ruim.

Não sou teu amigo, não sou teu inimigo. Sou o mensageiro da tua própria consequência. O que recebes de mim é o que mereces não por vingança, não por justiça divina, mas porque a vida, o acaso, o universo (ou apenas eu) decidimos que a única verdade que mereces é a que plantaste. Carteiro, Hermes, Courier. chama como quiseres. No fim, entrego a carta. E o que ela diz não depende de mim. Depende de ti. E de como me trataste quando eu ainda era apenas o mensageiro, e não a mensagem.

Não, eu não preciso ser salva.
Sou a minha própria salvação.
Não, não sou refém!
Não sirvo a ninguém!
Nasci livre, criei asas, quebrei minhas correntes.
- Marcela Lobato

Sou a luz e a sombra
O bem e o mal
A união de todas as coisas
O caos e a paz


Sou o infinito de um universo
Finito em sua limitação
Em um mundo de prisões e correntes
Me jogo no mais profundo dos abismos
Para encontrar a libertação


Do caos, renasço em fogo e sangue
Trocando de pele como uma serpente
Mas mesmo que a essência se mantenha
Eu já não sou a mesma


Caminhando na escuridão da noite
Não aceito as algemas do carcereiro
E quando for o momento
Sairei do meu próprio jeito
Com a cabeça erguida
Por jamais ter sido submissa
E muito menos subordinada a todo esse teatro
A essa peça de marionetes mal acabadas.
- Marcela Lobato

Às vezes sinto que você não se importa
Às vezes sinto que sou um nada
Mas eu sei que você se importa
E que o medo é o que te consome

Como eu queria que pudesse vencer
Que não me deixasse mais assim tão sozinha
Como eu queria que pudéssemos viver
O final feliz, longe da tragédia continua

Mas estarei aqui, até onde puder ir
Sempre sonhando em te encontrar
E dizer aquilo que jamais disse
E viver o meu maior sonho
Que acima de qualquer coisa
É, sempre foi e sempre será
Você.

Pois trago no peito o fogo sagrado,
Onde o medo antigo se fez cicatriz.
Sou dona do agora, do meu próprio fado,
Guerreira da vida, plena e feliz.


------ Eliana Angel Wolf⁠

Pois sou guerreira, sou mãe, sou a loba,
Que reza pro céu, mas protege o seu chão.
Não venha com fúria, pois a sorte não dobra:
Só abaixo a cabeça pra falar com Deus.⁠
------- Eliana Angel Wolf

Sou barco sem rumo
Sempre a deriva
Pela tempestade de tua vida na minha,
Vento forte, devastador...
Vento das paixões tardias...
Por que de mim então fugías?
A ave alba dos meus sonhos
Deu- me adeus e foi embora
Chuva sempre mansa e constante
Coração derrete, amolece e esvazia
Na busca incessante dessa hegemonia
Na prática da louca fantasia
Que consome e incendeia
Mas que sublima e desfolha
Eterna noite chuvosa..
Que transborda o coração
Sossega essa alma lânguida...
Que a paz somente quer ter.

O que eu vivo não é para muitos; é para poucos. Sou a parte do universo que não se encontra em nenhum outro lugar, até que eu reprograme o jogo.


Não falo de luxo, falo de uma paz que poucos alcançam. Sou o fragmento único do universo que se recusa a ser apenas parte do jogo.

O Vaso

Sou cercada de aplausos sempre que por ruas alheias passo,

Sou eco quente nas mãos de quem não me conhece, sou sorriso devolvido,
Por todo lado tem olhos que me vestem de encanto como se eu fosse primavera permanente.

Elogiam minha beleza como quem acende fósforos, rápidos, breves, ardem e esquecem-se do frio depois.
Dizem amar-me sem nunca terem atravessado o meu inferno.

Mas em casa, onde o silêncio devia ser abrigo,
Me torno num mero objeto pousado no centro da mesa, um vaso que não escolheu ser decoração.

Todo ele rachado em quedas repetidas, nas mãos de um artista em negação, e o mesmo insiste em colar-me como se remendar fosse amar.

Duzentas vezes quebrada, duzentas vezes inteira por obrigação.
Não por cuidado, não por ternura,
mas porque lhe convém manter-me junto dele.

Ele não me ama,
não pergunta se o mundo me pesa, não escuta o som fino das minhas fissuras.
Importa-lhe apenas que eu ainda sirva, que eu ainda ceda, que eu ainda esteja viva.

E eu,
Exaltada por estranhos, rainha de palmas vazias,
regresso sempre ao palco onde não existo.
Sou multidão fora, e ausência dentro.
Sou escolha para quem não me escolhe, certeza para quem me trata como hipótese.

E no fim de cada aplauso,
quando o som morre e o eco se dispersa, fico eu, inteira só na aparência, a aprender devagar que nenhum vaso nasceu para viver colado.

Escritora: Paula Maureth Adriano Soares