Porque sou assim
Porque o tempo passado, filtrado pela memória e refletido no tempo presente – agora -, parece sempre melhor. E terá mesmo sido?
A genuína base da humildade cristã consiste, de um lado, em não se presumido, porque sabemos que nada possuímos de bom em nós mesmos; e, de outro, se Deus implantou algum bem em nós, que o mesmo seja, por esta razão, totalmente debitado à conta da divina Graça.
Abra os olhos
Se coloque de pe no dia de hoje
E não se preocupe, porque
as portas Deus abre, os seus sonhos
Ele realiza, os seus milagres Ele faz
acontecer e nada e nem ninguém o
impede de agir por você
– Isso vai dar certo, Steve.
– Eu sei que vai. Porque não sei o que fazer se não der.
(Diálogo entre Viúva Negra e Capitão América)
Deus jamais encontrará em nós algo digno do seu amor, senão que Ele nos ama porque é bondoso e misericordioso.
Eu menti, e lamento muito... Lamento porque magoei você, lamento por ter sido um esforço inútil. Lamento não tê-la protegido do que sou. Menti para salvá-la, e não deu certo. Perdoe-me.
Aprendi que aqueles que falam mal de mim pelas costas é: porque não conseguem me acompanhar e falar olho no olho!
Não me julgue, porque você não sabe o que eu vivi, o que eu passei e quais foram meus erros e acertos.
A vida não tem sido justa.
E dizer isso em voz alta já cansa.
Porque não é reclamação,
é constatação de quem tentou permanecer inteira
mesmo quando tudo parecia exigir mais do que havia.
Já não sei mais o que busco.
Os nomes se perderam no caminho,
os sonhos ficaram difusos,
as certezas não acompanharam o tempo.
Só sei que preciso descansar.
Mas nem sei de quê.
Talvez da esperança que lutei para manter,
das versões de mim que precisei sustentar,
das expectativas que carreguei em silêncio.
Acho que preciso descansar de mim.
Da mente que não silencia,
do coração que sente demais,
da coragem forçada
de quem continua mesmo sem forças.
Se Deus me permitir,
que o descanso não seja fuga,
mas cuidado.
Que eu possa repousar sem culpa,
existir sem me explicar,
respirar sem me exigir.
Hoje não peço caminhos claros.
Peço abrigo.
Porque às vezes,
o maior ato de fé
é admitir o cansaço
e confiar que Deus ainda sustenta
quando já não sei nem o que pedir.
Quero te dar um presente que você poderá abrir agora e sentir o aroma tão especial, porque este presente eu tirei do meu coração, que é o meu amor por você.
Já não sei o que fazer sem o teu carinho, sem tuas palavras e gestos que me fazem sorrir. A cada momento que estou ao seu lado, aprendo que o verdadeiro amor e amizade existem, mesmo quando ficamos distantes um do outro, o seu cheiro está em mim. Ao seu lado aprendi o que é o amor e tantos outros sentimentos que vêm do amor.
Agradeço ao universo, destino ou coincidência por terem colocado você em meu caminho, que me acolhe, me passa confiança rumo à vida.
Você significa muito para mim. Está sempre por perto, fazendo parte da minha história, suaviza o meu caminho. Mesmo em sua ausência não sinto a solidão, porque até no soprar dos ventos, te sinto ao meu lado. E nessa grande aventura da vida, caminharemos juntos até ao fim, porque eu te amo. Mesmo nos dias escuros, tristes e feridos estarei nos teus braços, de corações entrelaçados, com toda a força do nosso amor.
Gostamos de fotografias porque elas têm o poder de paralisar o tempo numa fração de segundo. Por isso, uma simples foto terá sempre o poder de nos trazer grandes recordações e de nos fazer chorar ou sorrir.
Um pássaro que repousa numa árvore nunca teme que o galho quebre, porque a sua confiança não é no galho, mas nas suas próprias asas.
Porque, se quisermos comparar a vida a alguma coisa, temos de equipará-la a ser levada pelo metrô a oitenta quilômetros por hora - desembarcando no outro extremo sem um único grampo no cabelo! Lançada totalmente nua aos pés de Deus! De pernas para o ar nas campinas de asfódelos como embrulhos de papel pardo jogados, no correio, pela calha abaixo! Com o cabelo voando para trás como o rabo de um cavalo de corrida. Sim, isso parece expressar a rapidez da vida, o gasto perpétuo e a perpétua recuperação; e tão por acaso, tão a esmo...
Havia uma mulher que colecionava silêncios.
Não porque gostasse deles, mas porque eram o único lugar onde conseguia descansar o coração.
Todas as noites, ela deixava uma vela acesa na janela. Não era para iluminar a rua, era um aviso para si mesma: ainda havia esperança acordada dentro dela.
Um dia, o vento entrou sem pedir licença e apagou a chama. A mulher pensou que tudo tinha acabado.
Mas foi no escuro que ela percebeu: o calor não vinha da vela, vinha dela.
Desde então, aprendeu a caminhar mesmo quando a luz falta — levando no peito o que nunca se apaga.
