Porque sou assim
Assim como o poder e a oportunidade, a escolha na Omissão desnuda a verdadeira natureza humana. Ela não distingue raça, nacionalidade, religião, cultura, educação, ideologia, partido político ou qualquer outro status quo, é universal e silenciosa. Em algum ponto de nossas breves existências, todos já fomos cúmplices por Omissão. E quase sempre, essa escolha de nada fazer serve apenas para corroer, em silêncio, o que ainda resta de nossa Humanidade.
Com cor
ou sem cor,
mas com amor,
humor,
calor, sabor
e com ardor!
E assim vou seguindo,
espectadora dessa vida tão encantadora!
Não há obrigação...
só muita entrega!
Tudo vem da alma
e do coração!
Assim se dá o encontro
de seres que se completam
e se buscam incessantemente!
Ninguém sabe o que você passa e qual é sua luta. E quer saber? É melhor assim.
Você chora sozinho e, se cair, levanta.
Só você pode se ajudar agora
É você e Deus, mais ninguém. Vai, reage!
No calor dos seus braços,
me aqueço com seus abraços!
Assim, o inverno se transforma
em verão
e o meu corpo vira fogueira!
VOCÊ É MINHA INSPIRAÇÃO
Morena com olhar fatal
Não me olhe assim
que eu passo mal
Cabelo molhado
Eita sonho bom
ter você do meu lado
Preto e Branco estás na foto
Qualquer cor
Que você vinhe eu gosto.
Ei vou até aí
Só pra te fazer sorrir
Mexendo contigo
Minha vida não faz sentido
Sem te
Te quero comigo aqui..
Olhando tua foto eu sonho
Pessoalmente te proponho
Prazer intenção
Minhas intenções
É te fazer feliz
Em minha canção
Você é a inspiração.
Poeta Antônio Luís
NOSSO AMOR TEM RAIZ
O combinado era assim
Agente se amar toda noite
Meu corpo estremecer quando ver você
Fazendo barulho no meu ouvido
Mais você me perdeu
Agora tenho quer cuidar do nosso amor
Que você não soube da valor
Se quiser me ter ao teu lado
O Nosso amor tem raiz
Você tem que regar
Sabe o que eu te fiz
Foi somente te amar
A vida inteira eu te amei (bis)
Eu não vivo um segundo sem você
É você a solução do meu viver.(bis)
Compositores..poeta Antonio Luís e Licinho Melo
Talvez as palavras não surgem assim tão facilmente. Então me abrace forte está noite e te direi que ninguém te vê como eu te vejo, e mesmo nos momentos mais profundo de minhas frustrações nunca te deixaria partir. As sombras do passado não irão ocultar as promessas de um outro amanhã em nossas vidas. E quando você se sentir sozinha e angustiada eu quero estar ao seu lado para poder segurar em suas mãos e em silencio ouvir as batidas de seu coração.
"Destrua minha vida, não fale mais comigo e morra sozinho!" - assim dizia a carta à Vincent naquela noite estrelada.
Está provado: o universo é extremamente hostil à vida. Ainda assim, mesmo sem as condições ideais, o homem se fez apenas com fragmentos das substâncias do espaço. Talvez seja essa a razão de nossa conexão com os céus; lá, vislumbramos nossa própria essência, como poeira de estrelas.
A humanidade é o milagre! Somos a própria teima.
Fotossíntese
Assim que a vida floresce, dissipa-se a névoa,
Sentimento de raiz, movimento de folha.
Aprofunda-se na terra, água e sais. Embriaga-se e se perde em si.
No tocar dos raios, folha e fruto,
A luz que amadurece o verde,
Alimenta a distância. Clorofila.
As folhas umedecem as margens.
Deixe-as,
Em silêncio, crescendo.
A luz não carrega limites. Transcende e vira sentido. Sacralidade.
Para a savana de herbívoros pastando,
Alimento. Para um rio sem correnteza, Continuidade.
Serve de abrigo nas copas,
Sombra em seus meios.
Em feixes e cores, no desabrigo de Imagens encontra-se o manto verde.
Voei
Foi assim:
Coração acelerado, isso ocorreu perto das dez.
Quando o avião decolou,
eu subi junto.
A alma foi atrás.
Quanto mais alto ele ia,
menos medo eu sentia.
Foi a primeira vez que não me senti ameaçado pelo medo.
Abriu a porta,
12.000 pés.
Engraçado como tudo fica pequeno daqui.
Tudo fica...
Na aparente loucura causada pela adrenalina, fiz as pazes com a lucidez.
Saltei
e, mesmo no ar,
relutei.
Quando percebi que não tinha mais chão,
voei.
Logo, nós três éramos apenas um:
eu, a alma e o ar.
Engraçado,
tudo fica tão pequeno daqui.
De repente, um grito!
Mudo.
Apesar do maxilar travado, dava para sentir o eco reverberando em minha cavidade torácica.
Qualquer som silencia diante dos céus.
Engraçado como tudo fica pequeno dali.
Foi lá que percebi algumas coisas:
Que o amor não é gaiola e céu,
que é para o alto que nascemos
e que o colo de Deus é infinito.
Não foi salto,
foi entrega,
foi retorno.
“Toda vez que enfrento um dilema pratico o exercício de minha morte.
Na minha cabeça só assim se é possível enxergar as próprias vísceras.
A morte, ainda que encenada, me garante esse distanciamento necessário para não me deixar corromper com o objeto ou assunto por mim observado.
Só morto consigo ser imparcial.”
