Porque sou assim
Sou do tipo de HOMEM que vou te chamar de linda em vez de gostosa.
Que vou te ligar de volta quando você desligar na minha cara.
Que vou deitar embaixo das estrelas e escutar as batidas do seu coração, ou talvez permanecer acordado só para observar você dormindo.
Sou do tipo que vou te beijar na testa.
Que vou querer te mostrar para todo mundo.
Vou segurar sua mão na frente dos meus amigos.
Sempre vou te achar a mulher mais bonita do mundo mesmo quando você está sem nenhuma maquiagem e vou insistir para te segurar pela cintura.
Vou te lembrar sempre o quanto eu me preocupo com você e o quanto eu sou sortudo por estar ao seu lado.
Vou virar para os meus amigos e dizer, é ELA. ;D
Eu. Sim, eu mesma.
Sozinha, sem ninguém, sempre serei eu. Eu sou a única que pode julgar a forma como eu ando, o jeito do meu cabelo, as minhas roupas e o meu corpo. A única! Sou eu que irei tomar as decisões pra minha vida, sendo boas ou não. Sou eu, mais ninguém. O resto das pessoas que me julgam, dizem o que eu faço ou deixo de fazer, são apenas pessoas, que sabem o meu nome, e mais algumas coisas sobre mim. O que eu já passei, e os problemas que passo ainda, só eu sei. Por essas e outras, eu vivo a minha vida, da maneira como eu acho melhor pra mim.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta.
Nota: Trecho de texto de Marla de Queiroz. Por vezes, é atribuído de forma errônea a Caio Fernando Abreu e Clarice Lispector.
...MaisSou orgulhosa mas tenho meus limites, não sou perfeita, mas Se eu vejo que estou errada, reconheço meus erros, coisa que muita gente não faz.
Quero ser melhor do que fui ontem. Melhor do que eu sou, não melhor do que você. Só o melhor que eu possa ser.
Sou feliz só por preguiça.
A infelicidade dá uma trabalheira pior que a doença: é preciso entrar e sair dela
Beije-me, e você verá o quão importante eu sou.
Desculpe-me, mas eu não quero esfregar na sua cara que eu sou uma doente psicopata, uma louca desalmada, uma pessoa extremamente solitária.
Acredite, não sou frio. Apenas cansei de esbanjar sentimentos por aí, e, acredite, você também vai cansar...
Sou intensa e não conheço o significado da paz. Para mim ela é um barco no meio do oceano sem vento que não vai para canto nenhum. Eu preciso que as coisas aconteçam. Ter paz deve ser muito chato.
Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé!? Sentiu o barulho de granito?
Nota: Trecho da crônica "Zelador".
Se eu percebo que já não sou mais importante como antes… eu me afasto. Se já não importo tanto, por que eu deveria ficar?
Quando digo o que sou, de alguma forma eu o faço para também dizer o que não sou. O ‘não ser está no avesso do ser’, assim como o tecido só é tecido porque há um avesso que o nega, não sendo outro, mas complementando-o. O que não sou também é uma forma de ser. Eu sou eu e meus avessos.
Não sou qualquer certinha ou sou um estereótipo de garota perfeitinha. Não sou qualquer amiga de todos, não concorro à miss simpatia nem sou adorada por unanimidade. As pessoas têm o direito de não gostar do meu jeito, assim como eu também posso não gostar do delas. Não sou qualquer politicamente correta. Não sigo todas as regras da sociedade e ajo por impulso. Erro? Admito, aprendo ensino... Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade. Não sou qualquer ditador, abro exceções, perdôo aos outros e a mim.
Todos merecem uma segunda chance, mas nunca uma terceira. Mudo de opinião, mas não de princípios, quem me encontrar daqui a 10 anos conseguirá me reconhecer. Não sou qualquer espectador...
Comovo-me, choro, sorrio! Quem nunca torceu pelo mocinho? Quem nunca sonhou em ser a mocinha? Não sou qualquer idiota... Não sou o Diabo muito menos Deus.
Sou arquiteto,
Aquele que dizem ser engenheiro frustrado,
Decorador disfarçado,
Esquisito, meio pirado,
Às vezes alienado, outras, por demais engajado;
Às vezes de Havaianas, outras engravatado.
Sou arquiteto,
Aquele que chamam de sonhador;
Ah! Pudesse eu ter meus sonhos de volta,
Mas sou ainda um aprendiz na escola da vida;
Dominei a forma, distribuo espaços,
Mas muitas vezes me sinto fora de esquadro,
Perdido em linhas paralelas demais,
Numa escala indefinida.
Mas sou arquiteto.
Sou poeta,
E sou muito mais que um sonhador,
Porque possuo em cima da velha prancheta,
Projetos para todos os sonhos;
Casas para abrigar um novo amor;
Caminhos para chegar ao arco-iris;
E jardins para o aconchego do entardecer...
Eu acho que sou exatamente como uma tartaruga, escondendo-se sob seu áspero casco; mas você sabe, eu me protejo muito bem. Eu conheço essa maldita vida bem demais.
