Porque sou assim

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Eu sou meio pacata, às vezes impulsiva. Eu sou muito sensata, às vezes emotiva. Eu sou um tanto chata, um tanto positiva. Louca de fato, complicadamente viva.

Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta.

Marla de Queiroz

Nota: Trecho de texto de Marla de Queiroz. Por vezes, é atribuído de forma errônea a Caio Fernando Abreu e Clarice Lispector.

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Sou eu sozinha quem carrega todo esse peso nas costas, isso ninguém percebe, ninguém valoriza.

Eu. Sim, eu mesma.
Sozinha, sem ninguém, sempre serei eu. Eu sou a única que pode julgar a forma como eu ando, o jeito do meu cabelo, as minhas roupas e o meu corpo. A única! Sou eu que irei tomar as decisões pra minha vida, sendo boas ou não. Sou eu, mais ninguém. O resto das pessoas que me julgam, dizem o que eu faço ou deixo de fazer, são apenas pessoas, que sabem o meu nome, e mais algumas coisas sobre mim. O que eu já passei, e os problemas que passo ainda, só eu sei. Por essas e outras, eu vivo a minha vida, da maneira como eu acho melhor pra mim.

Você sabe que eu não sou do tipo que costuma amar. Ou você acaba magoando alguém, ou alguém te magoa. Então qual é o sentido?

Quero ser melhor do que fui ontem. Melhor do que eu sou, não melhor do que você. Só o melhor que eu possa ser.

Eu sou aquilo que Deus pensa de mim.

Sou filha do Sol, trazida pelo vento.
Sou verdadeira Bruxa por dentro.
Bruxa nascida do fogo,
meu espirito é soberano.
Sou a transformação,
a destruição e também
sou a criação.
Vivo com liberdade, criatividade e lealdade.
Assim vão me encontrar.
E se procurarem bem no fundo da fogueira, lareira ou de uma vela
Os meus olhos vão achar
na chama daquilo que queima
o meu espirito, estará lá.
Mas logo vos aviso,
se mau intencionado estás,
não procurarás.

Desculpe-me, mas eu não quero esfregar na sua cara que eu sou uma doente psicopata, uma louca desalmada, uma pessoa extremamente solitária.

Sou feliz só por preguiça.
A infelicidade dá uma trabalheira pior que a doença: é preciso entrar e sair dela

Beije-me, e você verá o quão importante eu sou.

Sylvia Plath
The Journals of Sylvia Plath. London: Faber & Faber, 2011.

Acredite, não sou frio. Apenas cansei de esbanjar sentimentos por aí, e, acredite, você também vai cansar...

Sou arquiteto,
Aquele que dizem ser engenheiro frustrado,
Decorador disfarçado,
Esquisito, meio pirado,
Às vezes alienado, outras, por demais engajado;
Às vezes de Havaianas, outras engravatado.

Sou arquiteto,
Aquele que chamam de sonhador;
Ah! Pudesse eu ter meus sonhos de volta,
Mas sou ainda um aprendiz na escola da vida;
Dominei a forma, distribuo espaços,
Mas muitas vezes me sinto fora de esquadro,
Perdido em linhas paralelas demais,
Numa escala indefinida.

Mas sou arquiteto.
Sou poeta,
E sou muito mais que um sonhador,
Porque possuo em cima da velha prancheta,
Projetos para todos os sonhos;
Casas para abrigar um novo amor;
Caminhos para chegar ao arco-iris;
E jardins para o aconchego do entardecer...

Eu acho que sou exatamente como uma tartaruga, escondendo-se sob seu áspero casco; mas você sabe, eu me protejo muito bem. Eu conheço essa maldita vida bem demais.

Sou intensa e não conheço o significado da paz. Para mim ela é um barco no meio do oceano sem vento que não vai para canto nenhum. Eu preciso que as coisas aconteçam. Ter paz deve ser muito chato.

Se eu percebo que já não sou mais importante como antes… eu me afasto. Se já não importo tanto, por que eu deveria ficar?

Quando digo o que sou, de alguma forma eu o faço para também dizer o que não sou. O ‘não ser está no avesso do ser’, assim como o tecido só é tecido porque há um avesso que o nega, não sendo outro, mas complementando-o. O que não sou também é uma forma de ser. Eu sou eu e meus avessos.

Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé!? Sentiu o barulho de granito?

Tati Bernardi

Nota: Trecho da crônica "Zelador".

Não sou qualquer certinha ou sou um estereótipo de garota perfeitinha. Não sou qualquer amiga de todos, não concorro à miss simpatia nem sou adorada por unanimidade. As pessoas têm o direito de não gostar do meu jeito, assim como eu também posso não gostar do delas. Não sou qualquer politicamente correta. Não sigo todas as regras da sociedade e ajo por impulso. Erro? Admito, aprendo ensino... Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade. Não sou qualquer ditador, abro exceções, perdôo aos outros e a mim.
Todos merecem uma segunda chance, mas nunca uma terceira. Mudo de opinião, mas não de princípios, quem me encontrar daqui a 10 anos conseguirá me reconhecer. Não sou qualquer espectador...
Comovo-me, choro, sorrio! Quem nunca torceu pelo mocinho? Quem nunca sonhou em ser a mocinha? Não sou qualquer idiota... Não sou o Diabo muito menos Deus.

Sou de onde o vento me levar
Nos quatro cantos do mundo
Sempre vou estar

Talvez um dia eu possa parar
e em algum canto
me estabilizar

Mas gosto de voar
no mundo da lua sempre vou morar
minha mente não pode parar
tenho a imaginação além da realidade

Que vaga no mundo dos sonhos
Em busca da felicidade.

Sonhar é meu destino e minha razão
Fonte de minha realidade e de minha ilusão
sou feliz assim
quem poderá me julgar.