Porque sou assim
💌 Carta para Lúciana Alves
Sabe quando você fala para uma pessoa assim: “eu te amo”?
Independente do que aconteça, eu sempre vou te amar.
Essa separação dói tanto porque nossas almas estão conectadas.
Talvez sempre tenham estado conectadas, talvez sempre vão estar.
Talvez tenhamos vivido mil vidas antes dessa, e em cada uma delas nos encontramos.
E talvez tenhamos sido afastados pelos mesmos motivos.
Isso significa que esse adeus é tanto uma despedida dos últimos 10 mil anos quanto um prelúdio do que virá.
Quando eu olho para você, vejo sua graça e beleza, e sei que só aumentaram a cada vida que você teve.
E sei que passei todas as vidas antes dessa procurando por você — não alguém como você, mas você.
Pois a sua alma e a minha devem sempre ficar juntas.
Então, por algum motivo, alguma razão que nenhuma de nós compreende, somos obrigados a dizer adeus.
Eu adoraria lhe garantir que tudo vai dar certo para nós, e prometo fazer de tudo que eu puder para isso.
Mas, se nunca mais nos encontramos e esse for mesmo um adeus, eu sei que nos veremos novamente em outra vida.
Vamos nos encontrar de novo, e talvez as estrelas tenham mudado, e não só nos amarmos dessa vez, mas por todas as vezes que passaram antes.
Eu te amo, mesmo que só… mesmo que você não me ame, eu te amo.
Até uma outra vida.
Menina do portão de madeira. ❤️
O mundo nada nos prometeu e nada nos deve; ainda assim, é em meio às suas turbulações que nos revelamos a nós mesmos. Viva.
Os momentos passam, mas não se perdem enquanto a memória os abriga. Assim também os sonhos: enquanto não morrem dentro de nós, a realização ainda se aproxima.
Assim é a vida com Deus: Ele pega o pouco que temos, cobre-nos com o Seu cuidado e nos faz voar mais alto do que jamais imaginamos.
Reerguer-se é um gesto de fé.
É olhar para o céu com os olhos cheios de lágrima e, mesmo assim, dizer:
“Eu confio.”
E assim seguimos… nadando entre ondas de saudade, guiados pela fé de que, um dia, o mar se acalmará e as águas que hoje doem se transformarão em calmaria. Porque, no fundo, o luto é só o amor tentando aprender a respirar sem o corpo, mas com a alma inteira.
“Não saber ajudar em casa não torna alguém mau, assim como ajudar não torna automaticamente alguém bom.”
"Vencer na vida é subir o degrau mais alto do sucesso e ainda assim ter o coração no nível do chão, servindo de base para quem precisa de apoio."
Limpe sua boca da grosseria e sua mente da pornografia. Só assim você terá a dignidade necessária para construir um império."
"Às vezes, o melhor uso do tempo é simplesmente parar e respirar. Assim devemos ser: humildes para reconhecer que não controlamos o relógio, mas conhecemos o Dono do Tempo. Valorizar os dias é aceitar que há tempo de plantar e tempo de colher. Se hoje foi dia de apenas esperar, descanse. Deus está trabalhando no silêncio dos segundos que você não vê."
Lúcia Reflexões & Vida
“O tempo é o mestre que ensina sem falar, e Deus é o dono de cada segundo. Assim devemos ser: pacientes com o tempo de espera e sábios com o tempo de agir. Nada acontece antes do momento certo e nada se atrasa quando está nas mãos do Criador. Valorizar o tempo é entender que cada estação da alma tem a sua beleza e o seu aprendizado. Confie no relógio do céu.”
Lúciareflexões&Vida
Vejo os teus olhos tristes,
sem brilho,
como um céu sem estrela,
e mesmo assim encontro neles
um universo inteiro que ainda me chama.
Há um silêncio aí dentro que me dói,
como se o amor tivesse sussurrado e partido, mas eu fico…
Fiico porque acredito
que até a noite mais longa
aprende a amanhecer.
Se me deixar,
eu acendo luz em teus caminhos,
te empresto o calor do meu abraço cansado, e te lembro,
em cada batida do peito,
que teu coração ainda sabe amar
— só está ferido.
Então olha pra mim mais uma vez…
não como quem perdeu,
mas como quem recomeça,
porque se teus olhos voltarem a brilhar, eu juro…
faço deles o meu lar pra sempre.
O tempo mostra, o caráter prova, e as máscaras caem.
É assim que descobrimos quem está ao nosso lado de verdade.
Se realmente a vida seguir as ordens do Criador,
e amai-vos o próximo assim como a nós mesmos,
do próximo sinto pena,
pois nesse amontoado de carne, já não arde mais a centelha.
O que fazer já não sei mais,
pergunto à maldita morte que sempre me atrai.
Ela me diz que a solução é ir,
dessa terra, enfim, se esvair.
Mas de que isso ajudará?
Será que a fome cessará?
A dor, enfim, acabará?
Ou permitirá que a maldita centelha da angústia,
nas águas amargas da incerteza,
continue a escorrer, destruindo toda a beleza?
