Porque hoje e Sabado Vinicius de Moraes
A melhor parte da minha retrospectiva de todos os dias e anos e reconhecer o amor de Deus em minha vida, São tantos cuidados em cada detalhe sem que eu seja merecedor. Obrigado Deus por tudo e por tanto
O Grito da Existência
Minha loucura não condiz com minha sensatez.
Caminho na contramão do mundo,
sozinho, desafiando a ordem das coisas.
Sou louco? Talvez.
Pois poucos ainda derramam sentimentos em papéis,
acreditando que palavras frágeis
tenham o poder de abalar a imensidão da realidade.
Minha sensatez, porém, não aceita a lucidez —
essa tirana impiedosa que me sussurra,
sem compaixão:
o mundo é podre, e sempre será.
E, ainda assim, é a loucura que me sustenta.
É ela quem me obriga a crer
que, mesmo nos detalhes mais insignificantes,
residem fragmentos de bondade, amor, caridade.
Mas a tensão me consome:
quando a sensatez domina,
ela caminha de mãos dadas com a lucidez,
vasculhando as entranhas da sociedade
e só encontrando escuridão.
E, ainda assim, a loucura resiste.
Teima. Insiste.
Se recusa a ceder à desesperança.
Mesmo sob a máscara da decadência,
acredita que ainda há,
por algum fio tênue do universo,
um sopro de bondade.
Somos Brevidades
Vivemos apenas uma vez.
E nesse único sopro de existência,
resta-nos provar da vida
a sutileza dos instantes mais nobres —
aqueles que, embora raros,
carregam em si uma eternidade condensada.
Mas tais instantes são breves.
E quando falo em brevidade,
é porque o ser humano nada mais é
do que um viajante de passagem.
Como um compasso invisível,
nosso coração marca o ritmo,
nossa alma vibra,
até que, um dia, a música silencie.
E de nossa curta travessia
sobre esta esfera que chamamos Terra,
não herdaremos riquezas,
não guardaremos posses.
Restarão apenas lembranças —
essas frágeis centelhas de eternidade.
Porém, quantas vezes as ignoramos?
Quantas vezes as deixamos adormecer,
cegos pela pressa,
surdos pelo ruído do mundo?
E, assim, distraídos,
nos perdemos no caos,
renunciando, ironicamente,
à face mais bela da existência.
Só então, diante do tarde demais,
lembramos daquilo que esquecemos.
Pois somos brevidades —
fagulhas efêmeras
em meio ao infinito universo.
Quem escolhe viver lúcido encara a verdade nua; quem escolhe o automático vive cego, mas confortável.
Não importa o que for,nada, jamais, chegará perto da sensação de se preparar para algo.Aqueles momentos que precedem a batalha,onde você reune tudo que precisa.Pensar na luta que está por vir ,enquanto veste sua armadura e prepara suas armas.O mundo não existe mais.No seu coração há somente foco,coragem,e uma imensa força de vontade,misturada com a agonia de ter que esperar até que começe.Ningúem,
então, é capaz de fazer você recuar,pois você está pronto,determinado e concentrado.Seus objetivos são claros,e você percebe então que está pronto.Pronto para encarar QUALQUER obstáculo,dificuldade e contraposição.Resta agora ir avante,Você não tem medo,e irá esmagar aqueles que ficarem contra você.E talvez o mais importante:Quando estiver já lá ,no meio da batalha ,exausto,cansado,sem forças,olhe para os lados e verás guerreiros lutando bravamente junto com você.Seus companheiros continuam lá e te ajudarão a levantar quando cair,pois todos vocês tem o mesmo objetivo.Todos vocês se prepararam para isso!KÁDIMA,IN OMNIA PARATUS!
