Porque a Gaiola não é seu lugar
Pensamentos ao Vento, Cordas ao Coração
Meus pensamentos são pássaros sem gaiola nenhuma
que decolam do peito quando a alma chama
às vezes voam baixinho, rente ao chão
com a leveza de um suspiro em meio ao trovão
Outras vezes alçam voo alto, até o céu azul profundo
cruzam nuvens de prata, onde os sonhos se fundem
às vezes são murmúrios, como folhas no vento
outras, gritos silenciosos que o peito não contém
E no colo, meu violão — madeira e alma junta
cada corda sabe bem qual é a sua cunha
para cada pensamento que bate na minha porta
ela encontra a melodia que faz o coração sorrir ou chorar
Quando os pensamentos são de amor, suave e terno
as cordas vibram em dó maior, calmo e eterno
dedos deslizam leve, como beijos na pele
a música envolve tudo, fazendo o mundo parecer belo e pequeno
Se forem pensamentos de saudade, pesados e densos
a afinada vira ré menor, caminhando devagar, como em densos caminhos
cada nota é uma lembrança, um nó na garganta
a ressonância ecoa no peito, como um eco que não acaba
Há momentos em que a mente corre, agitada e rápida
os dedos correm pelas cordas, ritmo acelerado, quase febril
como um trovão que se aproxima, forte e inesperado
a melodia é um turbilhão, onde emoções se entrelaçam e explodem
E quando a paz finalmente chega, calma e serena
o violão sussurra em lá menor, suave e sereno
pensamentos flutuam como nuvens de algodão
a música embala tudo, fazendo o tempo parar e o mundo ficar só
Meus pensamentos voam livre, sem destino nem lei
e meu violão os acompanha, sempre com a melodia certa pra dizer
que cada emoção que vivemos, seja dor ou alegria
tem sua voz na música, sua casa na minha história
Que as cordas nunca se quebrem, que os pensamentos nunca se fechem
que o vento leve cada nota, onde quer que o coração queira ir
pois assim é a vida: feita de voos e de sons
de pensamentos que cantam e de violões que dão voz aos sentimentos.
SENTENÇA
A porta da gaiola abriu-se, mas a cela já havia migrado para o peito.
(Cleycielle Lourenço)
O HORIZONTE DA INÉRCIA
(Entre o bater de asas e o silêncio da gaiola)
A vida é tão complexa e, ao mesmo tempo, simples e natural como o pássaro que voa... O diferencial é que o pássaro pode não ser mais visto, ou pode ficar preso na gaiola por não saber voar, condicionado a essa prisão.
Assim como as circunstâncias de nossa existência, que não se explicam: a gente observa e as deixa apenas voar, ou elas ficam aprisionadas por nosso comodismo.
Lu Lena / 2026
Na gaiola invisível do destino, o canarinho aprende que cantar é resistir, pois o silêncio seria a verdadeira morte antes do fim. Entre grades feitas de medo, tempo e saudade, a voz nasce pequena, mas atravessa o mundo. Cada nota carrega a memória do céu perdido, cada trinado é um pedido de liberdade que ninguém cala. Mesmo prisioneiro, ele ensina aos homens que quem canta com a alma nunca está totalmente preso.
"ECO'
Um solitário pássaro
De sua gaiola fugiu
seu canto como eco
Pelo espasso explodiu !
O eco da vida, da liberdade,
Fugindo da solidão
Feliz canta a majestade
Voando na imensidão .
Cantando alegremente
Voa, voa, passarinho
Encontrou um coração
Fazendo dele seu ninho!
Esse pássaro tem garras,
Quando ama é pra valer,
Feliz o coração que fez
dele seu bem-querer !
Maria Francisca Leite
"A mente de um pensador é como um pássaro que, depois de encontrar a porta aberta da gaiola, descobre que a liberdade não está apenas em voar, mas em nunca mais aceitar viver aprisionado."
O mundo inteiro é um teatro, quem adquire o conhecimento e permanece preso em uma gaiola é um louco sonhador.
O homem vive dentro de uma gaiola.
Essa gaiola sua mente,
Entre dilúvio de dúvidas suas ideias são crentes no conluio dos dogmas religiosos a mente doutrina,
O homem busca viver entre alienação do cotidiano.
Acerto momento o irônico é insanidade...
Por tanto o homem é envolto nos seus dilemas para os quais somos servos de uma conjuntura... de viver para morrer...
A apologia do ser falante para ser pensante...
No fardo unilateral temos o abismo de ideias...
A fisolofia da racionalidade da inovação para um mundo complexo.
As dimensões infinitamente politicamente correto somos jugados e condenados.
Pois ignora e o alimento da insensatez.
A raiz da derradeira voz da existência e consciência da verdade e da moralidade.
O retrato do relativismo no cubismo...
Somos servos numa gaiola.
A servidão nos aprisiona no estado do relativismo.
Embora a próstata seja a favor do cubismo temos um emaranhado de ações do sistema sustentável ate encontra o colapso financeiro.
Não bastando as desmandas do direitismo so demonstra as garras do imperialismo.
Donos de terras, os coronéis donos do cabresto. Dono da venda de alimentos e crítico de quem deve mandar.
Sendo agora digno de um Oscar do mesmo controle da as cartas por de trás das grades sendo "Deus Patria e Família"
Para esse domínio mental o cabresto é garantido por simples critério..."bom homem título de eleitor nas mãos diploma de burro no bolso""
O homem na gaiola e fome...
Retro da falta de recursos ambiente...
O discurso dos recursos minerais e degradação da natureza, são oportunidade de riqueza de outras nações.
Ou nova apologia a modernidade e progresso...
O cubismo político reaparece nessa questão de exploração do mineiro e recursos ambientais.
Onde esta? Retrato do planejamento ambiental e suas consequências?
Onde está o aquecimento global?
Jogaram fora as cartas dos acordos ambientais.
A fome nas cidades filas de ossos e restos de vegetais são expostos para mundo.
A preocupação é simplicidade a guerra e o poder político , na onde está sensatez do mundo ?
O osso dentro da gaiola...
O fluxo de realidade....
O abraço da filosofia dentro da apologia
Fragilidade do homem político...
E propósito do homem dentro da gaiola.
A matrix roda seus fantasmas.
Mortos famintos da democracia.
Mortos vivos na fogueira da imigração.
Palácio num mar de ausência.
Declaração que o amor tem fome.
Desinformação dentro da gaiola brasileira faz ganhar eleição...
Palavras bonitas não o feijão na mesa...
Quem disse que vivemos na democracia da gaiola.
Pois não gaiola se tem vista para janela,
Logo são expostos os quatro anos passados a gaiola boa tem estar limpa...
Dualidade... da ... chave da gaiola aonde o homem vive.
O dono da gaiola ou tutor por quatro anos ate que outro gestor apareça com novas ideias e soluções...
Cada gestor tem seu reino...
No início do dia colada para fora para tomar sol.
A comunidade dentro gaiola acha que a gaiola é plana... ate tem teorias.
O estudo é caminho para voar para liberdade.
Mais vertente da liberdade trás respostas e novas crônicas.
Muitos vão lutar para continuar vivendo na gaiola.
Muitos não tem noção o que é a gaiola.
Muitas vezes nascer dentro da gaiola te torna parte dessa gaiola.
Dono da gaiola e a moralidade da coletividade.
Todos os atos são irrelevante pois a dominação é coletiva.
O poder de escolha apenas é sua opinião ética e cívica... então e irrelevante.
Pois o objetivo da essência é as escolhas são o fruto do legado.
As escolhas só é a determinação de uma escolha.
Para o dono da gaiola é apenas o gerador de lucros.
A atuação da gaiola na grandeza absoluta.
Nos esquemas de ambição,
Sendo que esquema destrói a população,
Sendo digno testamento dos bons dias,
Lembranças de passado esquecido.
Ainda mais desastrosa ainda é volta da repressão e ditatadura...
Sendo um março do fenômeno mundial a repressão torna se evidência dos fantasmas.
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