Porque
Há duas coisas com as quais todo homem deve ter cuidado: a mulher e o dinheiro. A mulher, porque ela tem o poder de levar o homem até o matadouro; e o dinheiro, porque ele tem o poder de trazer o matadouro até o homem.
Gostamos das cartas de Paulo porque elas nos oferecem a possibilidade de corrigir as pessoas de uma maneira simples e, ao mesmo tempo, filosófica. No entanto, não podemos nos esquecer de que essas mesmas cartas também dão aos outros a mesma oportunidade de nos corrigir de uma maneira simples e filosófica.
Não sei quanto tempo durou o discipulado de Elias com Eliseu, mas sei que ele aprendeu bem, porque, na primeira oportunidade que teve, Eliseu abriu o Rio Jordão, assim como seu professor Elias fez.
Ontem a mulher era vítima porque era submissa. Hoje ela é vitima porque é livre. Definitivamente, o erro não está na mulher.
Eu te amo!
Porque existem palavras que só são ditas quando já não fazem mais sentido…
quando já não pertencem ao contexto
— Assim podem ser ditas sem nenhum peso na consciência.
Porque a vida é tão fulgaz
Tão rápida e passageira
Que quando percebemos
Lá se foi todinha, inteira.
Faça o seu melhor agora
Arrede o pé, sem demora
Abra a cancela, pule porteira
Escrevo
Escrevo porque preciso
Porque se não coloco no papel...
Transbordo!
A palavra me organiza
Me revela, me esconde, me cura.
Escrevo para me encontrar
Mas também para me inventar...
Não há céu.
Não há inferno.
Quando choramos à beira de um caixão, é porque sabemos:
não existe volta.
Se houvesse paraíso, a dor seria menor.
Se houvesse inferno, o medo consolaria.
Mas não há nada disso.
Há apenas o fim.
Um silêncio absoluto.
Um vazio eterno chamado morte.
Arte
Faço verso em qualquer canto
Que a vida me deixar
Porque a poesia cabe
Sempre em qualquer lugar
Minhas palavras são simples
Não têm sofisticação
Mas são ditas com a alma
Com todo meu coração
Há arte em tudo o que vejo
Teatro, música, pintura
Tudo está entrelaçado
Pelos laços da cultura.
O extraordinário é, na verdade, o futuro que não encontra espaço para nascer porque o nosso "hoje " está lotado de "ontens".
