Por Tras da Janela
A ação dos murmuradores consiste em querer te puxar para trás, te paralisar ou criar contendas. Mas o homem otimista adquirem experiências mesmo em tempo de crises.
As vezes é preciso olhar para trás, para ver que está te seguindo e também para ver quem você está arrastando.
É melhor ter muita sabedoria na cabeça, do que malandragem, a sabedoria lhe trás glórias eternas e a malandragem glórias momentâneas
A vida vai lhe ensinar que: um passo para trás, um olhar interrogativo ou um silêncio momentâneo em certas ocasiões, vencem muitas batalhas e é melhor do que ter uma granada na mão.
Algumas batalhas se vencem apenas se dando um passo para trás, apenas, porque saiu da linha de frente.
A tarefa de recomeçar é muito cansativa, mas, o recomeço trás em si uma grande vantagem para quem decide assim fazer. Os alicerces da experiência torna tudo mais fácil.
O vento parece levar meus pensamentos e me parece que também trás os pensamentos alheios, em um intercâmbio que se chama saudade.
Não perca a esperança, ninguém tropeça para trás, todo tropeço te leva pra frente, mas vezes rala a mão, a cara...
Ao olhar para trás, e vê um caminho pontuado por tentativas frustradas e erros cometidos. Mesmo quando o cansaço bate à porta e a vontade de desistir se faz presente, você se agarra à esperança e à convicção de que cada esforço vale a pena. É como se dentro de nós ardesse uma chama inextinguível, alimentada pela determinação e pelo desejo de alcançar nossos objetivos sonhos.''
Raphael Denizart
É uma alegria ler um poema, sim, mas quem o lê com verdade sabe que por trás de cada verso há um abismo. O poeta canta porque não pode calar a dor; ri, porque não suporta chorar sempre. A sua alma criativa é um reflexo da crise, um espelho partido que devolve a luz em estilhaços de beleza. Que importa que o poema brilhe, se foi forjado nas trevas? Que importa que a palavra dance, se quem a escreveu mal se sustenta em pé? A obra é a fuga, o grito abafado, o sorriso que se desfaz no rosto antes de chegar aos olhos. Lemos e sentimos o êxtase da criação, mas esquecemos que o criador muitas vezes se consumia na chama que nos aquece. A arte é o suicídio adiado, o último suspiro antes do naufrágio. E, no entanto, quanta luz brota dessa escuridão! O poema é alegre porque a tristeza, quando pura, já não sabe nomear-se. E nós, leitores ingênuos, bebemos do veneno como se fosse mel, sem perceber que a doçura vem do mesmo fruto que envenenou o poeta. Mas não importa. A obra está acima do autor, e a beleza sobrevive ao caos que a gerou. Ler um poema é conversar com um fantasma que ainda não sabe que está morto, e, nesse diálogo, ambos, vivo e espectro, encontram uma paz que a vida lhes negou.
