Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim

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Eu posso sempre escolher, mas devo estar ciente de que, se não escolher, assim mesmo estarei escolhendo.

Jean-Paul Sartre
O existencionalismo é um humanismo (1946).

É no brilho dos teus olhos que eu me encontro,
É no toque da tua mão que eu me renovo.
Se o dia termina, o amor recomeça,
Em cada pôr do sol, promessa. Te amo te amo te amo te amo - Frase da música Pôr do Sol em Nós do dj gato amarelo

⁠Não é que eu esteja vazia. Muito pelo contrário.
Percebo todos os sentimentos pulsando dentro de mim, conheço o potencial de cada um deles. Sei o quanto são avassaladores, quer sejam levados ao extremo do prazer ou do sofrimento. Queimam tudo ao redor enquanto se consomem.
Sinto como se eu, de alguma forma, tivesse tido a oportunidade de devolver todos os bens e os males para a caixa de Pandora e a guardasse no peito.
Então, aqui, envolta por uma serenidade inebriante, me lembro da relíquia que carrego e da responsabilidade de liberar essas energias devastadoras, cuja força é perceptível em cada batimento cardíaco.
Consciente de suas consequências, pondero qual emoção experimentar, analisando antes de qualquer ação, sendo capaz de manter todos sob controle, apesar de constantemente tentarem escapar.
Sigo tranquila enquanto a sensatez durar.

Não corro atrás de aprovação. Eu construo algo que impõe respeito...

Dizem que a fé move montanhas.
E eu acredito que sim.
Mas o Criador, com todo o Seu poder,
não moverá um dedo
onde você mesmo pode agir.
Não se apavore se nem tudo o que deseja acontece.
Isso também é resposta.
E ela é simples:
o Criador não é teu empregado
para atender vontades na hora que queres.
No fim das contas,
o servo é você.

Eu não sei viver nesse mundo onde pessoas deturpam o amor para ter prazer, onde o jogo de ego e vaidade vai além da sensibilidade para com a vida. Onde olhares se cruzam e se perdem na escuridão do silêncio.
Não sei não ser eu, não sei não acreditar, não consigo entender o porque pessoas mentem e ferem umas as outras.
Me desarmei, derrubei meus muros e entreguei tudo de mim. Não me arrependo, no entanto, hoje me sinto vazia e atônita, com lembranças rasuradas.
Em meio à todo o caus, entendi que a vida se perde no momento em que não há sentido, no momento em que deixamos de pertencer e somos expulsos daquele peito que chamávamos de casa onde o nossos corações já faziam morada. O sorriso se apaga, as lágrimas agora justificam e assinam a dor que nos pede para desistir até de respirar. Mas, respirar e resistir se tornam palavras repetidas constantemente em busca de fé e na esperança de dias melhores.
A gratidão e a liberação de perdão nos leva ao amadurecimento e nos faz compreender que às vezes é preciso mesmo deixar ir, ainda que que esse movimento também leve um pouco de nós.
Antes isso, do que sonharmos sozinhos, vendo com o tempo todos os planos demoronarem. Porque, chegarmos a um ponto onde já não há rodovias, estradas, caminho ou vielas para se percorrer em busca de retorno. Todas as portas se fecharam, janelas foram lacradas e os sinais do que julgava-se verdade foram fundamentados e contatados e, apesar da dor somos tomados pela certeza de que aceitar o fim é o primeiro passo em direção ao recomeço.

Eu te li nas entrelinhas, onde o silêncio fala mais do que as palavras.
E ali, no espaço vazio entre um gesto e outro, descobri verdades que você tentou esconder.
Nada era bonito.
O que parecia brilho era apenas verniz, o que soava doce tinha gosto de amargura.
A sutileza dos detalhes me mostrou que a beleza que eu via era só reflexo, e não essência.
Às vezes, o amor engana os olhos, mas nunca engana a alma.
E a minha, ao decifrar o não-dito, percebeu que a beleza que restava era só cansaço e desengano, e que o encanto se quebrou no silêncio que você deixou.

⁠Se não fosse o cuidado e o direcionamento de Deus, eu já mais teria suportado as armadilhas do homem mau

Deus me encontrou na escuridão e me trouxe para a LUZ, e agora eu vivo para glorifica-lo, porque NELE encontrei salvação, redenção e a alegria que nunca pensei ser possível.

Eu estava perdido no lamaçal da vida, mas Jesus me encontrou e me resgatou das trevas para a luz! Graças a Ele, eu deixei para trás a sujeira e agora caminho sobre a Rocha Firme, hoje vivo com alegria e propósito.

Enquanto eu resistir ao mal que me assola, permanecerei vivo e espiritualmente fortalecido, independentemente da magnitude da adversidade, pois Deus e eu seremos uma resistência invencível.

Que eu me desvencilhe das minhas limitações e dos meus impulsos nefastos, e permaneça intimamente ligado a Ti, Senhor, todos os dias da minha existência, para que a Tua força opere em mim, renovando-me e libertando-me do homem velho.

Sabe, amor,
eu já tentei todos os caminhos de fuga.
Já tracei rotas em mapas inexistentes,
mudei os passos, apaguei vestígios e tentei convencer meus pés a caminharem para bem longe de tudo o que me lembra nós dois. Mas o que eu não sabia — ou o que eu tentava ignorar — é que o mapa da minha fuga sempre acaba me trazendo de volta para o mesmo ponto.
Por mais que eu busque fugir de você, percebo que essa distância é um equívoco. Eu corro, mas não saio do lugar, porque você não está apenas em um endereço, em um café ou em um encontro marcado. Você se tornou parte do meu silêncio, da forma como eu vejo o mundo e de como eu me sinto quando ninguém está olhando.
É por isso que, mesmo no auge da minha ausência, você está sempre perto. Não é uma presença física que se possa tocar, mas é uma presença que se sente na alma. Fugir de você seria como tentar fugir da minha própria sombra ou do ritmo do meu coração.
No fim, descobri que não importa o quão longe eu vá: eu levo você comigo. E, de alguma forma, estar perto de mim se tornou, inevitavelmente, estar perto de você também.

O Eco da Ausência
​Eu carrego o peso
das palavras que engoli,
Um silêncio denso que escolhi.
A alma veste um cinza antigo e frouxo,
E cada dia é um novo esboço
De um sorriso que nunca se completa.
​A solidão não é a falta de alguém,
É o abismo entre o que sinto e o que convém.
É a canção baixinha que só a parede ouve,
Enquanto o ponteiro da vida não se move,
Preso em um instante que não tem mais pressa.
​Eu me perdi no mapa das promessas,
E as esperanças viraram meras rezas.
Resta o nó na garganta, sem desfecho,
Apenas o vazio morando em meu peito,
E a espera por um dia que cesse.

Ainda Há Cacos Espalhados
​Eu ando em pontas, lento e distraído,
Pois sei que a dor não foi de todo embora.
A ferida fechou, mas o chão, o meu chão querido,
Guarda o que foi quebrado, mesmo que lá fora
O mundo ache que o tempo já cumpriu o seu castigo.
​Ainda há cacos espalhados no tapete,
Fragmentos de um espelho que não soube mentir.
Eu tento varrer, juntar no meu colete,
Mas há estilhaços que insistem em luzir,
Lembrando-me de cada passo que se repete.
​A mão que tateia a escuridão é a mesma
Que um dia segurava o vaso inteiro.
Agora ela recolhe a dor, essa gema
Transparente e cortante, sem um paradeiro
Certo, apenas o peso de uma descrença extrema.
​É preciso ter cuidado ao recomeçar,
Pois a pressa faz o pé sangrar de novo.
A cura não é um instante, é um lugar
Onde aprendemos a coexistir com o povo
De fantasmas que a memória teima em guardar.
​E eu respiro fundo, sabendo que amanhã
O Sol vai nascer sobre os pedaços que restaram.
Não para uni-los, mas para que a manhã
Me encontre a caminhar, mesmo que me custaram
O peso e a prova de que nada é mais de lã.

Sim. Eu já queimei o dedão de tanto jogar Street Fighter II no Super Nintendo.

Sim. eu já queimei a palma da mão jogando Decathlon no Atari 2600.

Ela disse que eu sou uma tentativa da alma humana decodificada em versos.

Os olhos daquele que eu insulto já não sei mais de que cor são (...) já não vivemos entre seres humanos, mas num mundo de silhuetas.

Albert Camus
Testemunha da liberdade (1948). In: Conferências e discursos. Rio de Janeiro: Record, 2023.

E na inocência do amor,
Eu prefiro não pensar,
Apenas sentir, sentir o amar.
Porque saber é pensar.
E prefiro sentir,
Simplesmente amar.