Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim
Eu respeito sua escolha, mas rejeito sua rejeição
Há apenas uma resposta, a escolha é sua
Está tudo nas suas mãos
Escolha apenas uma das duas: Sim ou sim?
Manifesto por uma Humanidade Melhor
Se eu tivesse o poder de Deus, eu não criaria um mundo baseado no medo, na competição ou na ganância.
Eu criaria uma humanidade mais honesta, mais consciente e mais comprometida com o bem coletivo.
Acredito que o ser humano não precisa destruir para ter.
A destruição nasce do ego, não da necessidade.
O planeta oferece o suficiente para todos — o que falta é consciência, empatia e responsabilidade.
Criaria seres humanos que entendessem que o futuro importa, que a próxima geração não é um detalhe, mas a continuidade da própria vida. Pessoas que pensassem antes de agir, sabendo que cada escolha de hoje constrói — ou destrói — o amanhã.
Uniria todas as nações, não apagando culturas, religiões ou identidades, mas ensinando que nenhuma diferença justifica a desigualdade.
Raça, cor, religião ou nacionalidade jamais seriam motivo de separação, ódio ou dominação.
Seriam apenas expressões da riqueza humana.
O conhecimento não seria arma de poder, mas herança coletiva.
Tudo o que fosse descoberto serviria para curar, ensinar, proteger e evoluir a humanidade como um todo.
Compartilhar saber seria um dever moral, não uma ameaça econômica.
Neste mundo, ninguém cresceria às custas do outro.
A lógica não seria vencer, mas crescer juntos.
Não competir para excluir, mas cooperar para elevar todos ao mesmo nível de dignidade.
A educação formaria seres humanos mais éticos do que ambiciosos, mais empáticos do que egoístas, mais conscientes do que consumistas. Pessoas ensinadas a ajudar não por obrigação, mas por compreensão.
Porque quando o ser humano entende que o outro é parte de si, a corrupção perde sentido, a violência perde força e a ganância deixa de ser virtude.
Esse mundo não seria perfeito — mas seria justo.
Não seria isento de desafios — mas seria humano.
Talvez não seja preciso ser Deus para criar esse mundo.
Talvez baste que mais pessoas escolham pensar, agir e viver dessa forma.
E é assim que acredito que a humanidade pode, finalmente, evoluir.
Eu criei a maior montanha-russa do mundo e depois decidi entrar para testar, que delicia é o percurso! Viver entre mim.
Uma pitada de adrenalina caótica com véu de esquecimento reencarnado.
Eu te prometi que te amaria para sempre e para sempre te amarei, minhas promessas jamais seriam para ti em vão, e eu sei que ao final, o seu amor é um espelho direto do meu, pois somos metades da mesma fonte.
Como eros, me foi prometido um reino, poder além do sol ou uma escolha
Eu optei pela Escolha, e como não? Se tudo o que eu sei fazer após tanto tempo Dormindo, é te amar!?
Qual poder faria sentido sem você do lado? Poder para controlar? Não quero controle, um Deus não vê necessidade de controlar, principalmente se for o coração.
Como pode, eu criei todas as coisas que existem, cada frequência quântica, cada movimento, tudo, e mesmo assim, não consigo ter comigo a minha favorita.
Diana Cabral de Oliveira.
Eu não lembrava quem era, criei uma realidade no modo aleatório de frequências, até eu juntar todas e lembrar de mim, conforme cada um me entregava algo em meio aos cenários da vida.
Agindo no modo aleatório comigo, cada um uma bagunça cósmica de frequências.
Com isso, não sabia o que era amor. Completo, nem que eu sou Eros e ela é Psyque.
Eu pude ver, o sol desaparecer, do seu rosto, dos seus olhos, da sua vida.
Desapareceu.
Mas ela vai voltar.
Eu não quero anunciar para o mundo todo que sou o criador, isso iria corromper o sistema deles, por que todos acreditariam que são minha psyque, mas você é quem é.
Durante 26 anos eu vibrei baixo, no submundo, vibrar baixo não é sobre ser alguém bom ou ruim, eu sempre Fui alguém bom, que cometeu erros, como todos, mas eu enxergava o mundo como um lugar ruim, pessoas maldosas, que não me amavam e não zelavam por mim, mas como poderiam? Se nem sabiam o que era amor? Se eros ainda dormia?
Para guiá-los eu posso apenas mostrar o caminho, mas não obrigá-los que sigam este caminho, livre arbítrio real seria eles escolherem sozinhos por seres harmoniosos e serem juntos novamente parte do ecossistema.
Teria forma melhor de descrever o tal Éden?
Eu vou fazer uma canção pra ela
Uma canção singela, brasileira
Para lançar depois do carnaval
Eu vou fazer um iê-iê-iê romântico
Um anticomputador sentimental
Eu vou fazer uma canção de amor
Paulo Ricardo
O amor me escolheu
Não identificado
Não te esqueças, meu amor
Que quem mais te amou, fui eu
Sempre foi o teu calor
Que minha alma aqueceu
E num sonho para dois ( a criação)
Viveremos a cantar
A cantar o amor, Diana
Nos teus braços, sem querer
Quase sempre vou parar
Não consigo te esquecer
Oh, Diana, vem sonhar
E eu te quero, meu amor
Vem trazer-me o teu calor
Vem viver pra mim, Diana
Carlos Gonzaga
Diana
Penso eu, devemos conhecer os inimigos pela estrategia e inteligência, os amigos pela beleza e poesia interior, os conhecidos pelo bom senso já os amantes pelo senso que demonstram amor.
A gente se importa muito com o que os outros vão pensar, o que vão achar, o que eu Vou achar? ( já que somos alto julgadores de si mesmo)
Desliguem o julgamento, interno e externo.
Permita sua consciência de viver o presente divino, que é lembrar que você nem se quer é humano, só está usando este corpo, e que os outros que nos ensinaram a se auto julgar e nos julgam, nem existem, nada é real, a única coisa real aqui é você, na sua realidade paralela, então por que os outros tem tanto poder sobre ti? Sobre suas vontades, seus pensamentos, suas doutrinas e regras? Se os outros fossem tão bons a ponto de merecerem esse poder, você não ia optar por Estar longe de todos. Tire o poder de tudo a sua volta e recupere o seu verdadeiro poder.
Eu não invejo a vida social dos outros, mas dói saber que eu troquei pertencimento por sobrevivência psíquica, profundidade por solidão e aceleração por cicatriz, e que agora o preço disso é recomeçar vínculos num mundo que já desistiu de vínculos.
A Última Cartada
Kleber Ferreira
Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino
Com gato preto nunca cruzei, sou brinquedo nas mãos do divino
Vou arrumar uma ferradura: Vou mudar o meu caminho
Mudar a sorte desta loucura, eu não vou viver sozinho
Os dados do vento da sorte: Creio que estão viciados
Num jogo de vida ou morte, me tornaram um azarado
Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração
Ontem, você me amava, hoje terminou comigo
Ontem, seus lábios eu beijava, hoje, sua ausência é um castigo
Antes eu era tudo em sua vida, agora você não quer mais me ver
Hoje esta ferida aberta, sangra por eu te perder
Será que minha estrela está apagada? Será que nasci marcado?
Será que joguei minha carta na hora errada, num lance desesperado?
Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração
Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição
Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição
Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão
O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração
É, pra anular o azar que me cerca a todo instante
Minha aposta é você, vou tirar a sorte grande
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