Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim

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Eu quero estar ao teu lado pra sempre
Relaxa e deixa-me fazer-te sorrir
É ao teu lado que eu me sinto diferente
É ao teu, só teu

Clausura

Sentado na ponta da mesa
Eu e minha habitual taça de vinho
Recluso, angustiado...
A cidade escura e tímida
As calçadas vazias, sem passos,
Sem alma
De súbito, todos se foram.
No outro continente: dor e choro...
Nos jornais, o mesmo refrão...
A humanidade chora.
Dias turvos...
Na playlist toca
“Estamos quase sempre otimistas
Tudo vai dar quase certo...”
Estás triste poeta?
Pela janela, a beleza do luar e do céu estrelado.
Os lábios untados de Merlot
Oro para que esse pesadelo acabe
Para que possamos sair da clausura
abraçar, beijar, cantar, dançar no ritmo e no enlace dos corpos
Por ora, deixa arrelvar tua alma de carícias, para que eu possa me manter longe das sombras...
As trombetas alarmam, sim,
Mas ainda temos a ciência, a fé e a esperança!
E nossa quota de versos para dar alento e alegria pro futuro!

Eu encontrei com a saudade, na tela do PC uma coleção antiga fotos e vídeos, por segundos tive medo pensei um pouco e clickei na pasta. A sensação era de ter colocado o pé em um túnel do tempo, Senti o vento bater no rosto,repousei meus olhos sobre as fotos, você tão pequena todas as fotos e slide que eu tanta questão tive em fazer, encontrei até as músicas que cantarolava pra você ,algumas eu já nem lembrava que existiam degustei a saudade em pequena dose, a noite tao linda emoldura a lua. Foi quando olhei em volta eu estava em um navio as ondas eram fortes assim como a saudade, pensei meu Deus como eu vim parar aqui. Foi quando você me acordou dizendo pai já é muito tarde você vai dormir aí. Não !! Já vou eu estava só a descansar na varanda da vida.boa noite.

Todos estamos com medo dessa pandemia, e muitos se perguntam onde está Deus que não nos socorre? Eu te respondo, ele está onde sempre esteve, em silêncio trabalhando.

Eu queria viver, pular, gritar.
Eu quero chorar, sorrir, amar.
Eu quero dançar como quem não tem ritmo e nem música.
Eu quero cantar como se eu fosse a música,
como se ela tirasse minhas vendas e máscaras.
Eu quero andar como se as ruas fossem todas minhas,
como se eu fosse um pintor pintando meu coração.

Eu me lembro de ter 14 anos, de estar nesse corpo me sentindo sem controle sobre o que estava acontecendo.

Tantos autores reconhecidos e famosos eram idolatrados por criarem histórias fictícias, onde o eu lírico narrava a vida como uma trama leve ao seu desenrolar, mas isso... não o atraía.
Fora a realidade, o vazio, a tristeza e a natureza errante de Bukowski que prendera a atenção.
Em uma das curtas narrativas ele se reconheceu. Não que aquilo lhe fosse surpreendente, o autor, que transpassava seus tropeços em poesias melancólicas sempre o tocava. Mas, dessa vez, foi diferente!
Era uma ideia corrompida de uma breve história que pregava um romance banal, uma literatura de estética crua e repleta de diálogo frio e baixo calão. Talvez, aquilo bastasse para o autor, a ideia era refletida como ele bem quisera... personagens sem expectativas, reféns da sociedade capitalista que gerava ganhadores e perdedores.
Chamava-se “Numa Fria”, e, de um modo não atraente, falava do amor.
Quem contrariaria a ideia de que amar é “entrar numa fria”, quando todos alguma vez na vida se decepcionaram ao amar? O amor em certas ocasiões destrói, entretanto, mesmo com estes efeitos colaterais sempre o buscamos. Possa ser esta a hipocrisia do livre arbítrio.
Era um poema de um trecho desta mesma narrativa que dizia: “Esse diviníssimo acidente nos reuniu,
juntou, mesmo que você seja barro e eu carne... nós nos tocamos. De algum modo nos tocamos”.
Eu estava acostumada com trechos de romancistas, mas compreendi sua maneira de ser recíproco.
E em resposta à isso, deixo-lhe também uma frase: “Se o homem pode fazer apenas uma pessoa feliz durante toda uma vida, então sua vida foi justificada”. Éramos duas almas perdidas e então... nos encontramos.

Sobre o Coronavírus...

Do meu mundo encantado de Alice, eu me atrevo a fazer uma análise deste momento histórico em que o próprio homem (sem querer, querendo) com o aval do Deus Eterno (NADA acontece sem a permissão Dele) permitiram que o planeta passasse.
Sim! Enquanto estamos de quarentena o planeta pode descansar de nós...
Enquanto o vírus chamado homem se recolhe em sua insignificância, a semente germina sem medo, a flor desabrocha em um mundo menos poluído.
Enquanto o homem se esconde porque percebeu sua pequenez no universo, os rios, os córregos, os mares, as fontes seguem ligeiras se purificando.
Enquanto estamos confinados, trancafiados do alto do trono, assentado sobre o globo da Terra (Isaías 40:22) Deus provavelmente assiste ao maior espetáculo da Terra: as geleiras se solidificando, o ar se purificando, às flores sorrindo, a vida marinha bioluminescente reluzindo, a Amazônia renascendo, os dedos de gelo se formando, arco íris lunares surgindo, animais não estão fugindo, seres humanos se voltando para Ele!!🙌🙌🙌
Foi preciso algo microscópico, para derrubar nosso ego gigante!
Foi preciso um inimigo invisível, para nos fazer enxergar...
Foi preciso um vírus miúdo virar o mundo de cabeça pra baixo para entendermos que somos todos iguais.
Foi preciso um vírus minúsculo nos ensinar o quanto a linha da vida é tênue e frágil, e o quanto podemos ser grandiosos e fortes se caminharmos juntos na mesma direção!
Por isso quanto tudo isso passar, não economize beijos, não guarde abraços, não estoque rancor!!
Porque se um vírus tão infame foi capaz de fazer tudo isso...
Imagine quando o mundo inteiro compreender e viralizar o amor...

Nem a tristeza que Romeo sentiu ao ver Julieta morta se compara a tristeza que eu sinto ao saber que eu nunca te terei.

Preludio da Alvorada

Eu vagava a noite
Buscando um apoio
Imaginando o prelúdio
Algo além...Talvez incógnito
Cria-se, nasce, resplandece
Intimidade, lembranças ou momentos...
É tudo uma questão de...
Em quanto tempo..?

Uma vez ou outra, eu sinto teu cheiro

"E foi te encontrando que eu me reencontrei."

Eu não gosto de me sentir sozinho
Se sentir sozinho é devastador
É como um mar de lágrimas
É como se a solidão tivesse feito pacto com a dor

Eu olho ao redor e
A cidade do pecado está fria e vazia
Não há ninguém por perto para me julgar
Eu não consigo enxergar direito quando você se vai

Por quê?
Porque sou insensível
E eu voltei a ser como era porque sou insensível
Todo esse dinheiro e essa dor me deixaram insensível

Minhas asas já não são mais as mesma
Meu vôo já não é mais perfeito
Já não me lembro onde eu bati
Agora sei quão frágil sou sem voar
Já não me sinto capaz.
O mau já começa a me observa
começo a correr há me esconder
E então compreender
O quão duro o mundo pode ser.

Não tenho mais forçar
Não consigo me levantar
Desespero me consome
Não consigo voar!
agora já não Quero me levantar,
Só quero que acabe;
Pois não luto mais.

Me entreguei
E a morte eu aceitei.

Eu tenho medo...
Medo da morte? Também.
Ah, mas há outros medos que me dão mais medo...
Esses medos a que me reporto, a história poderá contar.

Senti...

Eu senti muito sentimento...
Eu senti...
Sentimento...
Eu..
Sem..
Ti..

Já perdi minha esposa. Perdi minha filha. Eu as feri. Emocionalmente e não emocionalmente, se entendem o que quero dizer. Mas eu quero mudar. Quero acreditar que sou uma pessoa melhor, que posso ser melhor que isso. Porque este não sou eu.

O mundo é grande e eu não, mas continuo sendo o suficiente.