Por muito Tempo Pensei

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Nossa vida é o nosso tempo. Cabe a cada um desfrutar ou desperdiçar o tempo, e a vida, que se tem.

Toda cura é um processo. Até uma ferida precisa de tempo para cicatrizar. No começo ela sangra... Você precisa estancar o sangue, dar um basta naquilo que pode te matar.

Você estará frágil. Sendo assim, pense muito antes de ficar mostrando os seus machucados para alguém, que muitas vezes, não irá se compadecer da sua dor.

Passado o susto, precisa seguir adiante. Isso inclui evitar esbarrar em algo que tire a casquinha do seu machucado. Ou seja, fique longe daquilo que vai fazer a sua ferida abrir e sangrar. Parece óbvio, mas na prática, vejo muita gente voltando e procurando abrigo nas mesmas pessoas, e nos mesmos lugares onde sofreram todo tipo de violência.

Depois que a ferida fecha, e a dor já não se faz presente. Você tem que passar por um novo aprendizado... O de cuidar da cicatriz. Não procure milagre, sua cicatriz não vai sumir! A beleza está em aprender a viver com ela.

Não é difícil abrir mão de um grande sonho, difícil é abrir mão de tudo o que a gente projetou, enquanto sonhava.

Tentar entender porque o outro te feriu? Pensa numa roubada... Isso muitas vezes pode te paralisar. A cura está no seu auto resgate! Ame-se, cuide-se, proteja-se. Você é o seu bem mais precioso, nunca duvide disso.

Criança interior

O tempo corre freneticamente
E eu continuo acreditando em sonhos
Para preencher as lacunas da inquietude

O vento toca suavemente meu rosto
E desperta lembranças adormecidas
Guardadas na memória do esquecimento

A chuva cai sobre o meu corpo
Borda a silhueta da minh’alma
E torna-me reluzente como um cristal

O sol se curva no horizonte
E convida meus olhos a admirar
O fim da travessia de mais um dia

A noite chega lírica e magistral
Desperta a música da minha consciência
E inspira lindamente a minha criança interior

Do livro: Extasiada de Infinitos

Ou o tempo é amigo, ou ele é um carrasco, e vai-te fazer sangrar!

Toda vez que vejo o tempo assim, me lembro de alguém...

Que adora tomar banho de chuva, pés descalços, sentindo energia da natureza.

Talvez essa água diga coisas que ninguém entenda, mas é benção, amém.

Talvez seja apenas canção, lágrima ou pranto, ainda assim exibe sua beleza.

Vem chuva, alimentar rios, cardumes, plantações, regar nosso espirito de criança.

Até porque depois de chuva, vem tempo bom, após as lágrimas, vem sorriso, esperança.

Talvez um dia eu entenda teu amor, teu mistério, quando estiver na paz do cemitério,

E o meu corpo assim como a chuva, matar sede e fome das rosas!

Depois de muito tempo
Agora eu entendo
Que minha busca por entendimento
Talvez não tenha fim
Ao não ser que eu admita para mim
Que já ouvi muito
Sobre quem somos e porque estamos aqui

Natal é tempo de paz e amor
Não me diga o contrário, por favor!
Nasceu Jesus Cristo, o nosso Salvador,
Num presépio frio, humilde e sem calor!

O Prisioneiro Tecnológico

Num tempo atrás sonhamos em voar.
Voamos em aviões, em foguetes,
Voamos para a terra,
voltamos para a casa.

Neste tempo agora sonhamos em voar
Voaremos em carros voadores,
Voaremos não, pilotaremos.
Pilotaremos robores ou nos teletransportaremos.

Dirigiremos os carros voando,
Pilotaremos robores ou seremos os robores?
Teletransportaremos o corpo mas o eu sempre ficará.

Tecnologicamente evoluímos?
Humanamente evoluímos?

"Se os sonhos voam, hoje eles são pássaros em gaiolas tecnológicas"

Tu que acreditas que o tempo é o herói das mágoas vede bem que ele talvez seja o vilão de todas as coisas. Esperas que tudo se resolva e perdes o pouco que deverias tu agarrar. Lembra: Mesmo o relógio, que dele conta as histórias, se desgasta - Ele nada guarda já que tem o infinito para matar.

Queria ser uma cancão e te pedir desculpa com uma melodia e tom de amor.
Queria ser o tempo e voltar e poder te abracar nesse dia especial.
Queria ser um passaro e poder voar ate você e te dizer olhando nos olhos que é uma pessoa especial em minha vida.
Queria ser o vento e refrescar sua cabeca e lembrar que estou velha e esqueci do seu aniversário.
Quero dizer que te amo e é e sempre sera minha melhor amiga de infância e de toda vida. Feliz Nova primavera.

"Na vida eu aprendi, a não perder tempo, com aquilo que não é meu, que nunca foi meu, e que nunca vai ser meu."

Descobri que o ódio é uma espécie de devoção. Muitas vezes gastamos mais tempo com quem odiamos do que com as pessoas que dizemos amar.

Nossa vida é curta demais para perdermos tempo correndo atrás de quem não se importa conosco.

⁠O Talento te faz sentar em algumas mesas. Mas o caráter determina o tempo que você permanece nela.

⁠aprendi a usar
meu tempo cuidando
da minha vida
descobri que me dou
tanto trabalho
que não tenho tempo
para cuidar da dos outros

⁠Se eu pudesse
voltar no tempo
te beijaria mais vezes
e com menos pressa.

⁠o tempo afaga, mas jamais cura!

⁠A noite nasce na onda solitária do tempo, mais uma vez chegou essa negra e forte noite de nuvens passageiras, que arrastam em mim os mais diversos pensamento, ela traz consigo o inquietamento da alma. A Lua tem ar suspeito, daqueles de quem sabe algum segredo mas não conta pra ninguém deitar é a única escolha, sonhar é a única liberdade. Essa face oculta e escura mexeu com os meus pensamentos
Como folhas brincando encantadas com o vento eu sigo andando pelas ruas relembrando nossos melhores momentos. Boa noite.

⁠Certo tempo, em outra estação, para os grãos de areia que acompanharam a evolução e a passagem da tempestade de areia no deserto – o eu lírico – andara sem destino nestas terras áridas. A tempestade de areia passou e a estação mudou. As miragens deste deserto me fez lembrar o jardim que eu cultivava, da flor que, por um momento, pensei que fosse a minha rosa, mas, era um girassol que eu regava. Neste jardim de belas flores tinha uma abelha rainha pousada em um girassol a espera do seu tão sonhado zangão, ela estava sentindo o aroma que borrifava em seu rosto através do néctar. Pousei bem entusiasta no girassol, bailando para mostrar os meus talentos de zangão para a pequena abelha rainha. No fim, os nossos pólens não se conectaram, estávamos em estações diferentes, ainda não era tempo de colheita. Talvez esta não conexão viesse para dá mais vida ao zangão, mais momentos para voar. Desse amor, só se troca pólen uma única vez com a abelha rainha, depois disso, somos ceifados para outra estação, morremos. Como zangão, imagino que tive a oportunidade de me reinventar e bater asas para um novo jardim, de ser ceifado em um momento em que a conexão de pólens ocorrerá de forma plena e intensa com o néctar da vida. A estação não chegou, porém tudo mudou quando o zangão voou.

⁠Tempo ao Tempo.
O amanhã.

- o quê virá?
- a história a ser escrita amanhã.
- e a de hoje?
- foi arquivada.