Poesias para Professores

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1494
"Devo muito o que sei e o que aprendi às Escolas onde estive e aos Professores que tive. Devo muito!"
TextoMeu 1494

1788
"Sempre Amei Minhas Professoras... Todas as Minhas Professoras. As Anteriores, as Atuais e até as Futuras!"

1823
"Alguém que diz falar em nome de Deus e, mesmo sem pedirmos, tenta nos 'ensinar' como vivermos, merece muita pena. E nenhum respeito!"

Tem dias em que a vida ensina sem aviso,
em silêncio…
como quem ajeita por dentro aquilo que a gente ainda não sabe nomear.
Nem sempre é leve,
nem sempre é fácil de entender,
mas há um cuidado escondido em cada movimento.
Às vezes, ela nos estica,
nos tira do lugar conhecido,
nos convida a crescer por caminhos que não escolheríamos.
E mesmo quando parece desorganizar tudo,
há algo sendo lapidado.
Porque, no fundo,
a vida não chega para nos quebrar…
chega para nos transformar.


- Edna de Andrade

No dia em que eu escrever algo que nunca foi lido e que ensine alguma coisa a alguém, aí sim vou me considerar um escritor. Escrever o repetido, aquilo que todo mundo já sabe, é extremamente fácil.


Benê Morais

Com o tempo, a vida nos ensinou outros caminhos, outras mãos,
outros erros necessários.
Mas esse amor antigo ficou intacto,
não como ferida — como raiz.⁠

Beija-me com teus beijos de amor,
como quem ensina o coração a respirar,
demora teus lábios no meu silêncio
até que toda ausência aprenda a ficar.


Beija-me com teus beijos de amor,
e que o mundo pause no meio do gesto,
que nossas dores se esqueçam do nome
e virem abrigo no calor do teu peito.


Beija-me com teus beijos de amor,
não como promessa, mas como verdade,
pois quando tua boca encontra a minha
até o tempo se rende à eternidade.

O primeiro amor não ficou
— virou lição.
Ensinou-me limites escritos em cicatrizes, fez de mim abrigo de mim mesma, e no silêncio entre partidas
descobri que amar não é se perder.

Talvez a gente aprenda,
que amar não é porto pronto,
é vento que insiste e ensina.
Somos dois tentando o rumo,
errando juntos a bússola,
mas ainda assim seguindo.


Somos um barco,
feito de falhas e esperança,
rangendo sob o peso dos dias.
Teu nome é o remo que insiste,
minha fé é a vela rasgada
que só se abre quando confia.


O mar interior nos prova,
com ondas que não pedem licença.
A lição do mar é simples e dura:


ou afundamos sozinhos,
ou aprendemos,
de mãos dadas,
a flutuar no amor que fica.

Há um lado que ensina
a voar sem chão,
e outro que prende
com medo de perder.
O mesmo amor que aperta o coração é o que dá sentido
ao sofrer e viver.

A vida não quer que você corra,
ela quer que você aprenda.
Por isso ensina com silêncio,
com perdas, com recomeços.
Cada atraso é apenas o tempo
ajustando o destino.

⁠Há encontros que nos moldam
e despedidas que nos ensinam.
A dor não vem só para ferir,
ela chega para transformar.
E quando tudo parece caos,
talvez seja apenas a vida nos alinhando.

“Senhor, ensina-me a ver como Tu vês.
Livra-me da cegueira dos olhos críticos
e dá-me o olhar do amor que enxerga o invisível.
Que em mim, Tua sabedoria fale mais alto que qualquer aparência.”

Religião te ensina a agir certo por fora,
o Reino te obriga a nascer de novo por dentro. miriamleal

Mateus 5:39
Jesus não ensinou passividade, ensinou domínio próprio.
Oferecer a outra face não é permitir que continuem ferindo,
é decidir não se tornar igual a quem fere.
miriamleal

⁠Literalmente leve

O silêncio me ensina a olhar holisticamente,
O tempo tem me dado posse sobre o saber,
Com as palavras ganho leveza,
Com o amor, estou ganhando o direito de apreciar a vida.

Um brinde ao tempo!

⁠Um brinde ao tempo, pela sua forma saudável e natural de ensinar, de fazer voar, cair e levantar
Um brinde ao tempo, pelo presente das memorias, pelas passagens de pessoas saudosas, pelas despedidas sem fim,
Um brinde ao tempo, pelas lágrimas, por o livre arbítrio nas escolhas, pelo turismo que fiz em tantos corações e lugares,
Um brinde ao tempo, por me apresentar ao amor, por me agraciar com a sabedoria e pela oportunidade de acrescentar tanta essência na minha trajetória de vida

Engraçado como me ensinas, mesmo depois de partir.
Logo eu que desde menina aprendi a não demonstrar o sentir.
Mais, hoje tudo o que não consigo é esconder o sentir.
Vivo entre ruínas e reconstruções.
Sou a mistura de emoções!

Assim que as Paratudo florescerem,
desejo que me mostre os seus olhos,
que eu te ensinarei olhar para o céu
em tempos de desamparo continental,
e não é somente um recado sentimental.


Confio em tudo aquilo que percebo,
prevejo e sinto que está no peito teu,
e todos os dias fascinantemente
têm se transferido convicto pro meu.


Não importa o giro do nosso mundo,
devocionalmente pertenço ao que é
mais profundo e você pertence ao meu.


A tua vulnerabilidade e a tua resistência
me pertencem - plenas nesta trincheira.

Sob a fé como escudo austral
e a florada da Caroba branca,
Não desisti de ensinar a olhar
para o céu a qualquer hora,
Pois a tranquilidade de outrora
faz muito tempo que escorreu
entre os meus e o seus dedos,
sei quem desejam que colapsemos,
-- e nem amanhã acordemos.


Promessas e superioridade
alheia não salvam ninguém,
Não cultive o amor ao nosso
chão só quando convém,
Porque eles só fazem algo
somente vendo a quem,
Alguns precisam entender
que eles ignoram o nosso bem.


A asfixia da cápsula do tempo
se repete implacavelmente,
estamos no revival do século XIX
por quem prega que pertence
o Hemisfério Ocidental,
sem pudor de repetir a fórmula
atroz em Fort Snelling,
não sei o que se passa com
os três presos da Oglala Sioux.


Mesmo que tentem apagar
a graça de olhar a Via Láctea,
nada me impede de ler
a progressão que me leva
do visível ao invisível,
e do tátil ao espiritual - enleva,
o amor divinal que pode ser
dito em letras, verbos e silêncios.