Poesias de Pai para Filha

Cerca de 8243 poesias de Pai para Filha

Que o Pai dos pais acolha nossas orações pelos rejeitados e nos Liberte do Peso dos Julgamentos aos que Rejeitam!
Amém!

Cubismo da natureza humana digitalizada no formigueiro humano.
Família constituída de pai mãe e filho e filha, ate fase dimensional globalização.
Mistura dos ideias capitalismo e socialismo.
Ouve desenvolvimento cultura e desenvolvimento Família.
O leque foi aberto mãe pais e pais mães. Assim o cenário mundial tomou um novo formato.
Aonde tínhamos filhos temos pets filhos aonde caminhamos pela imersão da existência contemporânea de reprodução e ideal é reprodução a família... um ideial esta caindo pois planeta está super povoado.
Como tratamos a fome mundial.
Temos um percentual absurdo de gente no mundo.
Que vemos é devastação do planeta e com governantes omissos e aproveitadores, meio ambiente sofre muito, ainda a negacionista, gente aposta no apocalíptico sistema da alienação religiosa e social.

Doce e suave como Tarap
e o meu nome na sua alma,
na sua mente e coração,
Sou feita de amor e paixão.

Meu cigarro permanece apagado há 21 anos. Desde que meu pai se foi, em 2005, nunca mais tive vontade de acendê-lo. Naquela época, meus filhos ainda eram crianças: Bryan tinha 6 anos, Mike 3, e Jack era apenas um bebê de 2 meses. Hoje, todos se tornaram grandes homens.
Eu, por outro lado, virei um homem solitário. Bebo de segunda a sexta, vejo os dias passarem devagar e percebo que quase todos os meus amigos ficaram pelo caminho. Meus filhos quiseram me dar uma casa na cidade, conforto, coisas boas… mas eu preferi continuar aqui na roça. Aqui, a paz e a solidão aprenderam a caminhar ao meu lado.
Hoje sou um velho que já não faz mais a barba, que encontra alegria apenas em um copo americano e uma cerveja barata nos fins de semana. A solidão… ah, essa me acompanha há muitos e muitos anos. Mesmo com meus filhos tentando me dar tudo do bom e do melhor, ainda existe um vazio dentro de mim que nada consegue preencher.
Esses dias voltei à antiga mina onde meu pai buscava água. Sentei naquele lugar simples e chorei a tarde inteira. Fiquei lembrando das vezes em que ele me levava de carroça para pegar água com ele. Éramos grandes amigos. Escutávamos músicas, conversávamos sobre a vida e, naquela época, eu não imaginava que sentiria tanta falta daqueles dias.
Hoje, restam apenas as lembranças, o silêncio da roça e essa velha companheira chamada solidão.

Feliz Dia das Mães pro meu pai, pro homem que sempre foi mãe e pai na minha vida ao mesmo tempo. 🤍
Pai, eu nunca vou esquecer de tudo que você fez e ainda faz por mim. Você nunca me deixou desamparada, nunca deixou eu andar “suja”, sempre cuidou de mim, da minha aparência, da minha autoestima, sempre quis me ver bonita, bem e feliz. Em cada detalhe da minha vida existe um pedacinho do seu cuidado.
Mesmo quando eu fui difícil, mesmo quando me afastei da sua vida e errei com você, em nenhum momento você fechou as portas pra mim. Pelo contrário… você sempre deixou claro que eu sempre teria um colo pra voltar, um abraço seguro e alguém disposto a me acolher independente de qualquer coisa.
Você sempre me mostrou que eu nunca precisei carregar o mundo sozinha, porque se eu não souber fazer, se eu cair, se eu me perder, é só segurar sua mão que você resolve comigo. Porque além de pai, você é meu melhor amigo.
Hoje e pra sempre você vai ser o amor da minha vida, meu primeiro amor, meu porto seguro. E eu digo sem pensar duas vezes: se precisasse, eu daria minha própria vida por você. Porque o tamanho do meu amor e da minha gratidão por tudo que você representa nunca vai caber em palavras.
Eu te amo infinitamente, pai. 🤍

A identidade espiritual cristã:
🕊️ Eleição segundo a presciência de Deus Pai.
🔥 Vida em santificação do Espírito Santo.
✝️ Obediência e fé na aspersão do sangue de Jesus Cristo.
💧 Batismo nas águas, como testemunho público da fé.
🙏 Vida de oração diária, em comunhão constante com Deus.
📖 Referências: 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42

Eleição segundo o Pai, santificação
pelo Espírito, fé obediente no sangue de
Cristo, batismo como testemunho e vida perseverante em oração e doutrina.
📖 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42

Oração do Peregrino Cansado
Senhor e meu Deus,


Pai de infinita misericórdia, eu me coloco diante de Ti com a alma despida de qualquer orgulho. Tu vês o meu estado: meus pés estão calejados pela dureza do caminho e meus joelhos estão machucados de tanto cair e de tanto me prostrar. A escuridão ao meu redor parece não ter fim, e o cansaço tenta me convencer de que a jornada acabou.
Mas olha para o meu peito, Senhor.
Mesmo entre os escombros da minha esperança humana, Tu verás a minha fé: ela está intacta. Ela é a pequena chama que o vento do desespero não conseguiu apagar; é o meu único e mais precioso tesouro.
Eu Te suplico com fervor:
Fortalece o que em mim é frágil. Seja a força nos meus braços e a firmeza nos meus passos.
Ilumina a minha noite. Que a Tua presença seja o farol que atravessa essa neblina de incertezas.
Cura minhas feridas. Que cada calo e cada marca nos meus joelhos se tornem testemunhos da minha perseverança e da Tua fidelidade.
Não permitas que eu recue. Quando eu não tiver mais forças para caminhar, carrega-me no colo. Quando o silêncio do mundo for ensurdecedor, sussurra ao meu coração que eu não estou só. Eu não peço um caminho fácil, Senhor, mas peço a Tua mão segurando a minha até que a aurora surja novamente.


Porque eu sei em quem depositei a minha confiança.


Amém.






----------------- Eliana Angel Wolf

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.


Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.


Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.


Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.


É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.


Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.


Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.


É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…


Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.


E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.


Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.


Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.


Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.


Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.


O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.


Tudo era caos!


Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.


Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.


Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.


Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.


Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.


Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.


É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.


É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.


Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.


Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.


E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.


Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!

⁠Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.


Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.


O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.


Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.


Ser o último a saber não é azar, é consequência.


Não da falta de informação, mas da falta de presença.


Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.


A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.


E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

⁠A
maior pretensão
da
Mãe da Incoerência
é ser
Pai da Verdade.


Há algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em tentar vestir a verdade com as roupas da conveniência.


A incoerência, quando não confrontada, deixa de ser um deslize e passa a ser método.


Ela se reinventa, se justifica, se enfeita… até ousar reivindicar autoridade sobre aquilo que nunca gerou.


Ser Pai da Verdade exige muito mais do que discurso: exige compromisso com o que permanece de pé mesmo quando nos desmonta.


Já a incoerência, essa mãe indulgente, aceita qualquer versão de nós mesmos — inclusive aquelas que negam o que defendíamos ontem com fervor.


O problema maior não é errar.


É construir narrativas para transformar o erro em razão, o tropeço em caminho e a contradição em identidade.


Nesse ponto, já não buscamos a verdade — buscamos apenas a validação de uma versão confortável de nós mesmos.


E talvez seja aí que tudo se perde.


Porque a verdade não precisa de herdeiros, nem de títulos.


Ela não implora reconhecimento, nem aceita ser adotada por quem a distorce.


A verdade simplesmente é — firme, incômoda e, muitas vezes, solitária.


Cabe a nós decidirmos: queremos ser filhos da verdade, com toda a humildade que isso exige…
ou continuar alimentando a ilusão de que podemos gerá-la a partir das nossas próprias incoerências?

Quem sou eu?


Eu sou aquele menino que quando tinha apenas cinco anos quando perdeu o pai e quando tinha sete anos 99% dos colegas de classes não queria fazer dupla comigo e quando completei treze anos estava desistindo de estudar e que no certo dia tive que mentir para um professor em tão esse sou eu um pouco feliz e um pouco triste.

⁠A palavra de Jesus anula qualquer praga, oração contrária e malditas,
Maldição dita por pai, e por mãe,
E por quem quer que seja!

Quando seus olhos ardem de preocupação, os olhos do Pai brilham com proteção.
Quando o medo bate à porta, Ele sussurra: “Estou aqui. Não temas.”


Você vai florescer no meio da dor, Descanse no Deus que livra, que cura e que transforma todo mal em bênçãos.

Seja forte, cuide do seu coração e descanse. Há coisas que virão no tempo perfeito do Pai, pois “tudo fez Deus formoso no seu tempo”
(Eclesiastes 3:11).