Poesias de amor

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Que este novo ano seja realmente o ano de paz, de atitudes positivas e progressas. Que o amor seja inspirador e a paciência determinante ao nosso convívio. Que tenhamos saúde no corpo e na alma e que sempre possamos ter fé e acreditarmos em nós, seres humanos. Renovação positiva e luz no caminho. Feliz Ano Novo!

“Aquele que está convertido de fato, estará tão cheio do amor de Deus que almejará comunicar a outros a alegria que ele próprio possui.”

Então, sim, ao amares teu inimigo, estás a amar um irmão. É esse o motivo por que o amor ao inimigo é a perfeição da caridade, já que a caridade perfeita consiste no amor aos irmãos. Ama e fazes o que quiseres; se te calas, cala-te por amor; se falas em tom alto, fala por amor; se corrigires alguém, faze por amor. Pois é preciso amar o homem e não o seu erro. O homem é obra de Deus, o erro é obra do homem. Ama a obra de Deus e purifica as obras do homem. Se existe o inimigo é porque existe o erro. Retira o erro e em vez de enxergares um inimigo, contemplarás um irmão.»

Há quem diga que as histórias de amor têm que ser tristes; eu acho que basta que sejam verdadeiras.

Você pode dizer com certeza que a pessoa amada é sempre bonita, porque o amor infunde toda a beleza; acrescentando que a beleza vale muito, mas não tanto quanto o engenho; o encanto mais precioso e que mais dura.

Você não explica o amor, mas tem notícias de que algo assim existe; E é isso que dá sentido para a vida humana.

O amor ultrapassa qualquer preconceito, qualquer cultura, tudo! O amor é maior do que qualquer padrão.

Prefiro mil vezes as turbulências e desencontros, os choros e as dúvidas do amor, do que a calmaria e a agenda vazia de um coração oco.

E eu ainda tinha esperança. Tinha amor. Tinha vontade. Agora tenho ódio. Tenho nojo. Tenho vergonha.

Homens verdadeiros amam e deixam tudo por amor, já os covardes despertam amores e os abandonam por nada...

Basta dizer que não estou amando. Talvez eu seja ‘indomável’ demais para casos de amor prolongados. O que mais preciso é do mundo. Nunca seria capaz de dizer, nos braços de uma mulher, o mesmo que um herói de Wagner: ‘Deixe-me morrer!’. Quero viver… e ver mais do mundo, & Deus sabe por que, e o amor de uma mulher é um dos muitos amores indomáveis. Uma coisa é certa: a paixão goetheana não é a minha. Há irritação, agitação, ‘loucura’ demais em mim para esse estado de languidez. Preciso correr, sempre. Só dois tipos de mulher servem para mim: uma louca Edie que iguala minha própria impaciência e loucura e horror, até a exaustão de um de nós, ou uma garota simples (parecida com a minha mãe) que absorve e compreende e aceita isso tudo. Ontem mesmo uma mulher em San Francisco sufocou seu bebê até a morte porque ela ‘não queria que qualquer outra pessoa o tocasse’. De fato, sim, ‘deixe-me morrer’ em uma paixão wagneriana… vou acreditar no que Leon Robinson diz em ‘Viagem ao fim da noite’ — ‘estou bastante ocupado tentando me manter vivo’. E junte a isso… ‘e me divertindo loucamente’ com isso. Isso começa a indicar a falta de amor peculiar de minha posição nos últimos 3 anos, talvez nos últimos 26 anos… e nunca gostei tanto de uma ideia sobre mim mesmo, sério, e acho que isso também significa algo: espontaneidade é a palavra que mais me agrada… Por Deus, não é todo dia que se encontra um álibi perfeito para si mesmo, e o mais impressionante é que é tão brutalmente verdadeiro!

Eu não acredito em ‘’amor’’ a primeira vista, mas sim em atração. Amor vai além de um olhar.

Mas se é amor não tem fim. Se é amor, não acaba. Tem brigas, tem reviravoltas, tem caídas, tem afastamento, mas se é amor volta. Quando é amor, o coração sempre fala mais alto.

⁠Na vida, enfrentamos muitos obstáculos. Nós usamos o amor que temos uns pelos outros para ultrapassar esses obstáculos.

Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo, há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo- porque se poderia ter, já que está vivo.

Oi, eu não vou mais insistir em algo só. Não é questão de desistir de amor, é desistir da dor. Às vezes temos que tomar atitudes que não queríamos tomar. Por vezes insistimos em algo que já não mais vale a pena. E não é que o amor não vale a pena, é a dor que não compensa carregar no peito por longos períodos. O amor é bom quando é reciproco, pois quando só uma parte ama, a dor é inevitável. Eu não desistir do amor, eu desistir de te amar.

Amor não é só primavera é passar por todas as estações, sem deixar que as flores morram dentro de nós.

Pra dor de amor eu não faço sala... Se um amor me deixa, tenha certeza que, um outro amor me embala...

O primeiro passo para uma relação dar certo é o amor-próprio. Você o ama, mas ele não é a peça mais importante para a sua felicidade.

Não era amor. Era uma sorte, uma travessura, uma sacanagem, dois celulares desligados. Não era amor, era melhor.

Martha Medeiros

Nota: Trecho de crônica de Martha Medeiros.