Poesia sobre Pais Mãe e Filhos
TER PAIS QUE ME AMASSEM. ISSO, ERA UM LUXO QUE EU QUIS TER, MESMO TENDO NASCIDO ABAIXO DA LINHA DA POBREZA, E MISÉRIA! NUNCA TIVE, ELES ERAM LOUCOS, E MUITO VIOLENTOS. SAÍ DE CASA, E TIVE QUE ME TORNAR ADULTA PRECOCEMENTE AOS 16 ANOS.
HOJE, AOS 34, A VIDA NÃO ME POUPOU DE NADA RUIM. MAS, EU AINDA CONSIGO OLHAR PARA A VIDA, AGRADECER E SER FELIZ.
Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.
______Sim__
🤗
Parabéns a todas as mães.
Mães de barriga, mães adotivas,futuras mamães, pais que são mães...
Parabéns aos tios,tias,avós,avôs, madrinhas, padrinhos que criam.
Mães de bicho, mães de criação...
Todas e todos são mães de ❤️.
Porque sempre o que importa é o amor.
Amor incondicional .
Trabalho não remunerado,sem férias e feito com prazer.
Trabalho eterno.
Amor eterno.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.
Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.
Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…
Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.
E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.
Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!
Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!
Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!
Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.
Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.
E então, de repente, chega Carpinejar.
Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.
Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.
E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”
É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.
Como ensinar o poder a amar sem possuir.
Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.
É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”
Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.
Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.
É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.
Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.
Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.
O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.
Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.
Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.
E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
Que o Pai dos pais acolha nossas orações pelos rejeitados e nos Liberte do Peso dos Julgamentos aos que Rejeitam!
Amém!
Viver no Brasil, às vezes,
é sorrir por fora
enquanto algo grita por dentro.
É um país hospedeiro,
bonito na vitrine,
mas desigual nos bastidores.
De um lado,
os que limpam o chão,
que acordam cedo,
que carregam o peso do dia nas costas.
Do outro,
os que decidem,
que discursam,
que pouco sentem o peso da própria decisão.
A diferença não é só de dinheiro —
é de tratamento,
de respeito,
de humanidade.
Quando a lei alcança uns,
vem pesada, fria, sem escolha.
Quando toca outros,
vem leve, quase gentil.
E assim,
entre celas lotadas e salas refrigeradas,
o povo aprende a sobreviver —
não a viver.
Mas ainda assim,
no meio dessa revolta toda,
existe algo que não conseguem tirar:
a voz.
E é ela que, um dia,
pode mudar tudo.
Helaine Machado
Quando a seleção entra o país muda de tom,
fogos cortam o céu, rádio aumenta o som,
até quem desacredita acompanha o dom,
de ver onze jogadores levantando a multidão.
E se vier o hexa vai ter povo chorando,
lembrando das batalhas que seguimos enfrentando,
porque no fundo o brasileiro vai lutando,
entre sonhos partidos e a esperança retornando.
Helaine machado
Uma rezava, a outra dormia,
mas na frente dos pais,
por motivos desconhecidos,
eram sempre inimigas.
Texto Quase do mesmo tamanho
Quando estás de terno:
Teus pais :) *.* ^_^
Tua namorada :3 ♥
Teus amigos :O :p :D
você :( :| : :/ :§ :s .l.
Qual o momento exato em que começamos a decidir a nossa vida? Quem testou
nossos pais para saber se seriam capazes de escolher o melhor para gente?
Quando eles escolhem nosso colégio será que têm a consciência que esse lugar
vai marcar a nossa história para sempre? Não sei se o colégio é exatamente como eu me lembro, ou se os professores são como estão na minha memória. O que sei foi que aprendi naqueles dias o valor da amizade, são umas das lembranças mais nítidas de então. E o amor... O primeiro amor. Amores, amigos, não importa o que deixei, sempre os levo comigo. E eu sei que eu vou com vocês, porque o que somos hoje está presente no que fomos ontem. À vocês, meus amigos de alma, agradeço por tudo. Porque fizeram daquela época de caminhar no mundo com o coração aberto, um lugar melhor para esperar a vida.
Ditadura
Aonde é que foi parar o país de Independência?
Onde está a ordem e processo?
Em meio a toda essa guerra já não sei para onde ir...
Simplesmente me perdi, em busca de paz e igualdade.
Queria poder ter voz para dizer, mas a violência me tornou incapaz de falar.
Aqui não há direitos, só regime militar...
As pessoas são mudas e não podem contestar,
Sobre as palavras que aqui estou tentando expressar...
Violência, guerra, desigualdade, e regime militar....
Cigarros, nicotinas, não gostar e ele.
Nunca gostei de cigarros, sabe? Meus pais fumavam bastante desde antes do meu nascimento, acho que bem antes. O cheiro do cigarro me enjoa, o gosto dele me ofusca, a fumaça me sufoca. Já fumei, não nego mas não gostei. Mas ali foi diferente, ele foi a diferença. A fumaça saindo da boca dele de uma forma majestosa, linda, doce. Minha vontade louca era de beijar ele enquanto a fumaça saia. Fazer igual aqueles filmes, sabe? Quando uma pessoa fuma e solta fumaça na boca da outra, bem assim. Depois de um tempo, curto, mas algum tempo, o vi olhando fixamente nos meus olhos enquanto dava goladas no nosso destilado de maracujá e abria um pacote de um salgado qualquer para aliviar a tensão alcoólica. Tive por fração de segundos a impressão de não ter mais ninguém ao nosso lado, apenas eu e ele, sentados um ao lado do outro propositalmente e nesse momento puxei a cabeça dele de encontro a minha, de uma forma brusca com um toque de delicadeza, bem leve mesmo. Nos beijamos. O primeiro gosto que senti foi o doce da nicotina que ate então era amargo no meu paladar, mas ali estava perfeito, no ponto, doce. Logo depois senti o gosto do destilado, aquele sabor do etílico misturado com o maracujá e dentre tudo isso o gosto dele o mais importante e o gosto que ficou na minha boca por um longo tempo, um gosto que as vezes quando passo a língua nos lábios, sinto novamente como uma doce lembrança, doce como a nicotina na boca dele depois do cigarro que tanto eu odiava ate então. E vou dar uma opinião errônea da minha parte, mas vou dizer, arrisco dizer que ate o próprio veneno misturado com as especiarias mais amargas que possam existir, ficariam doce ao misturarem-se com aquela saliva.
Quanto mais os anos se passam, mais as coisas que nossos pais falavam passam a fazer sentido. E assim, "as fichas vão caindo" pouco a pouco. E ai fica mais fácil de entender, que por mais que queiramos meter a todo custo o que achamos certo na cabeça dos outros, não vai adiantar. Cada um tem seu tempo, o entendimento muitas vezes exige maturidade.
Afinal... “Temos que colocar o amendoim no buraco do amendoim" Sacou?!
Belas paisagens, recursos naturais inesgotáveis...
Rotulado como "pais do futuro"...
Até quando conseguiremos esperar?
Séculos já se passaram...
Inutilmente....
Lições não são aprendidas...
Perdemos muito tempo...
Alicerçados em fundamentos equivocados...
Infelizmente, as prioridades básicas...
São solenemente desprezadas..
Destino, sina, um plano sinistro...
Ou apenas incompetência?
Foi-se mais uma década...
Umá vez mais, nada aconteceu...
Totalmente imerso nessa escuridão...
Utilizou sua própria Luz...
Retornando a inocência original...
Olhos abertos a reviravolta final...
Não sou mais uma menininha,
nem mais uma princesinha de porcelana protegida por meus pais trancada no meu castelinho de cristal, no meu mundo de contos de fadas...
Ahhh como a vida muda, antes eu vivia em outra realidade,
Certamente passei por coisas que mesmo se viver mais 100 anos jamais esquecerei,
Tenho feridas que nem o tempo curara,
eu cresci, superei sozinha minhas dificuldades, com raça e responsabilidade,
cometi meus erros, mas vivo para tentar repara-los,
levantei mais forte de todas as rasteiras que a vida me passou...
venci muitos medos ... tenho ainda muitos pra vencer,
Tudo na vida passa,
tudo no mundo cresce,
Quanta coisa ja vivi,
ja soorri,
ja sofri,
aprendi,
superei,
errei,
temi,
fugi,
enfrentei,
amei,
conheci...
Enfim, Tudo isso com a permissão de Deus,
com Ele sempre na frente,
me carregando quando eu achava que nada mais tinha sentido
Minha vida da uma novela, com todas as histórias que tem direito.
Por onde passei, certamente deixei minha marca.
Hoje minha realidade é bem diferentes dos meus sonhos,
nada acontece por acaso, ninguém vai passar pelas situações que eu tenho e tinha que passar,
espero só passar por essa vida conquistando a felicidade interior, paz de espirito e
quero ser o melhor que eu puder como ser humano
NAQUELE ONTEM
Um dia
Dos dias da minha infância
Eu desmontei a fechadura do quarto de meus pais.
Naquela noite, já de noite,
Eles dormiram de costas um para o outro
Naquela noite não houve a luta
Não teve coberto nem cobertor
Ninguém fatigou-se
Porque a fechadura desmontada
Estava comigo, na minha rede.
Uma noite,
Nessa noite eu não dormi
Contando, por minhas mãos no escuro
Pelo contato dentro de minha rede
O quanto eu encontrei
Da máquina daquela fechadura desmontada
E contava:
Um revólver
Uma mola propulsora
Que esparzia longe a pinguela
O pino que ficava no meio
Uma carrapeta que dançava
Uma chave que passava solta
No buraco dela entrar
De qualquer distância, para o alvo.
Eu me armei até os dentes!
E planejava a guerra já para a manhã, mais cedo
Contra os calangos, os preás, os galos do terreiro
A pessoa do meu amigo,
Os pássaros que me avocavam do alto
Das frondes cheias.
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