Poesia Pai
A identidade espiritual cristã:
🕊️ Eleição segundo a presciência de Deus Pai.
🔥 Vida em santificação do Espírito Santo.
✝️ Obediência e fé na aspersão do sangue de Jesus Cristo.
💧 Batismo nas águas, como testemunho público da fé.
🙏 Vida de oração diária, em comunhão constante com Deus.
📖 Referências: 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42
Eleição segundo o Pai, santificação
pelo Espírito, fé obediente no sangue de
Cristo, batismo como testemunho e vida perseverante em oração e doutrina.
📖 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42
Meu Pai do Céu, eu nunca me esqueci.
(Cresci)
Teu amor velou por mim.
(Protegendo)
Que seja feito assim.
Conforme a tua vontade!
Juntos em oração.
Não nos deixeis sozinhos.
Nesse mundo de maldades.
Cuida das nossas crianças.
Livrai-nos de todo o mal.
Livrai-nos da omissão.
Onde houver trevas, que o amor prevaleça.
Começa mais um dia comum.
Terminem, como crianças.
Que elas cresçam na Fé .
Com a paz de Jesus Cristo.
Onde não houver saída.
Dei-lhes uma solução.
Faça-se voltar à infância.
(Á)
Esses pobres pagãos...
1 de fevereiro
"Pai, em Ti encontro ânimo para cada novo amanhecer, pois Tua luz dissipa toda sombra de desânimo. És minha força quando as batalhas parecem pesadas, meu refúgio seguro nos tempos de aflição.
Minha esperança e meu exemplo
Com fé inabalável, sigo firme em Teus caminhos, sabendo que Tua mão me guia sem cessar. Sou mais que vencedora, pois Tu és o meu sustento.
Que assim seja!"
Amém!
O PRÓXIMO ATO DO PAI
(Silenciando o barulho do mundo para enxergar os planos divinos.)
Quando a cena se torna repetitiva, é preciso sair de trás das cortinas do palco da vida e assumir o papel de espectador. Apague os holofotes da ribalta e deixe que sua luz interna se acenda; só assim os olhos da sua alma poderão enxergar o próximo ato que o Pai reserva para você.
Lu Lena / 2026
Por que?
Oh pai, por quê? Por que, entre tantas almas,
submeter a minha pobre carne a isto?
Talvez eu não seja um bom soldado
para a guerra que o senhor planeja, não aqui, não assim
Eu não entendo, temo o mais tremendo, mas
ainda assim não entendo. Por quê?
Este monte de carne imundo já não se sustenta,
desgasta-se em silêncio
Da calda de ferro em vermelho vinho
que mina sob a fina camada
de gordura que encobre o rádio,
aos silenciosos pingos de pH 7,0
E o fim? Quando chega?
Virá pelas mãos mansas do tempo,
ou serei eu a fechar as cortinas?
O homem que um dia foi muralha, hoje treme.
Meu pai, que já foi tempestade, agora é sombra do trovão.
Antes, sua voz era lei, sua presença, temor.
Erguia-se como torre inabalável, inquestionável.
Confrontava os frágeis, dominava os que dele dependiam.
Era força bruta, autoridade sem pausa,
um império de si mesmo.
Mas o tempo, esse escultor silencioso,
foi desgastando as pedras da sua rigidez.
Hoje o vejo com medo.
Não mais o medo que impunha,
mas o medo que sente.
Medo do fim, do esquecimento, da fragilidade que ele tanto desprezou.
E mesmo assim, a arrogância permanece.
Como armadura velha que ele se recusa a tirar,
como se admitir fraqueza fosse morrer antes da hora.
A prepotência não o deixou ou talvez ele nunca quis deixá-la.
Porque abrir mão do orgulho seria admitir que o tempo venceu.
E ele, que nunca soube perder,
prefere se agarrar ao que resta da sua antiga coroa.
Mas eu vejo.
Vejo o homem por trás do mito.
E, apesar de tudo, ainda é meu pai.
Mesmo que hoje ele não seja mais o gigante que um dia foi.
By Evans Araújo
"O filho pródigo optou pela periferia da vida.
Mas, um dia ele voltou à casa do pai...!"
☆ Haredita Angel
Hare! Hare!
Salve ! Salve!
Salve, O Grande Pai...
Salve , O Criador da beleza da fé...
Salve, seu filho, Jesus Cristo, que nos saúda, nos protege, nos guia, nos ilumina os caminhos, nos orienta a seguir rumo Norte, nos fortalece os instintos e nunca nos abandona...
☆Haredita Angel
Feliz família.
"O tempo passou...
E, agora procuro...
Cadê meu pai? - partiu!
Cadê minha mãe? - partiu!
Cadê meus irmãos? não sei!
Cadê os gozos de família?
- se foram...
-Oportunidades tidas e agora as percebo perdidas...
Fui! - cuidado você, prá não ser...
-Feliz família à todos!"
☆Haredita Angel
— Minha mãe me ensinou a ter paciência.
— Ela dizia: "espera só teu pai chegar, bichinha..."
Esse treco aí de paciência, eu não aprendi, não. Mas aprendi a rezar que foi uma beleza...
"O Senhor, que é pai, mãe, filho e espírito santo,
dai-me poder escolher os meus sonhos antes de dormir..."
Amém!
☆Haredita Angel
"Tem gente que acha mais fácil rezar a Ave Maria do que o Pai Nosso.
- Mas é rezando o Pai Nosso
que se descobre que Amor ao Próximo
não é beijar-lhe na boca; é ter compaixão e
beijar-lhe o coração."
☆Haredita Angel
"Senhor, foi esse mais um dia de benção, de alegria e de luz em sua companhia.
Obrigado Pai, por estar sempre comigo, me conduzindo a cada passo e me abrigando em seu abraço.
Obrigada pela água, pelo pão, pela paz que me dás e pela festa que fazes em meu coração!"
Amém!
Haredita Angel
04.11.22
Boa noite!
"Que o pai do céu nos proteja,
afastando tudo aquilo que possa
entristecer os nossos corações."
Haredita Angel
25.09.16
“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”
- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma
O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?
Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.
Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.
Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.
E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.
Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.
O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.
Que o Pai dos pais acolha nossas orações pelos rejeitados e nos Liberte do Peso dos Julgamentos aos que Rejeitam!
Amém!
Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.
Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.
O tropeço, para esses, não é punição: é convite.
Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.
A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.
Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.
Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.
Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.
O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.
Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.
A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.
Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.
Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.
No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.
E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.
Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.
Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.
Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.
Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.
É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.
Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.
Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.
É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…
Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.
E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.
Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.
Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.
- Relacionados
- Poemas para o Dia dos Pais (versos de carinho e gratidão)
- Poemas para mãe que celebram e expressam amor
- Mensagens sobre ser pai e mãe
- Mensagens para pai falecido que expressam saudade e amor eterno
- Frases para pai que mostram o quanto ele é especial para você
- 19 mensagens de desabafo de uma mãe para um pai ausente
- Textos de filha para pai que vão aquecer o coração dele
