Poemas para o Dia dos Namorados que encantam em cada verso
Falar sobre o amor de Deus em corredores universitários muitas vezes provoca reações de impaciência, pois o racionalismo acadêmico tende a rejeitar tudo o que não pode ser medido, provado ou desconstruído criticamente.
A dor de um amor perdido, reflete a genuína falta de potência. A gravidade dobra a força, a cabeça sintoniza um único canal que repete a mesma cena. E se eu fizesse diferente? E se? E se? E sesss... Aos poucos permito que a ignorância me liberte dessa dor sem cura. Faz anos, mas meu córtex ama me torturar ainda mais com fantasias de reconciliação. Nunca foi real, nunca foi pra acontecer, nunca foi minha. Oh Impotência dolorida sufocante de uma paixonite atemporal, liberte me desse arrependimento com suturas mais fortes que a anterior.
Proporcionei conforto, dei meu colo, carinho, amor. Dei um lar para as horas vagas. Desliguei-me do mundo. Construí castelos de areia para agradar. Meus anos foram materializados para doação. Deixei meu mundo e vivi o mundo da matéria. Hoje, procuro resgatar o imaterial.
Que a nossa semana seja inteira. Inteira de amor, de dedicação, de respeito ao próximo, de energias positivas, de sonhos e de tantas outras virtudes. Que o inteiro nos preencha intensamente.
Se preciso de amor? Lógico! O amor está enraizado em mim. Ele vive em aqui dentro e eu sobrevivo dele.
Quando amamos – e o amor é espiritual – a presença quase não se faz necessária, pois os espíritos se reconhecem e se complementam.
O espelho da humanidade já não reflete o amor que nos foi dado, mas sim a frieza de olhares que só sabem desejar o mal e maquinar a ruína do próximo.
Deixamos o Criador de lado, abandonamos o amor e a igualdade social para dar espaço ao medo, à raiva e a tudo que há de pior na nossa essência corrompida.
Estamos vivendo os destroços de uma sociedade que vendeu a alma ao ódio, chutou o amor para longe e escolheu caminhar de mãos dadas com a ruína absoluta.
A ganância desenfreada corrompe até as almas mais puras, trocando o amor e a solidariedade por migalhas de um poder efêmero.
O amor ao próximo não combina com a corrupção; proteger a justiça é garantir segurança e paz para os cidadãos de bem.
Escolha o silêncio em vez da ofensa e a bondade em vez da grosseria, porque o amor se espalha muito mais quando decidimos ser luz na vida dos outros.
Quando evitamos ofender e escolhemos o perdão, permitimos que o amor de Deus transborde e transforme qualquer ambiente em um lugar de harmonia.
Abandone os xingamentos e decida praticar a gentileza, porque o amor se multiplica e alcança muito mais vidas quando escolhemos o respeito.
O amor ao próximo não combina com palavras ásperas; quando evitamos ofender, abrimos espaço para a paz de Deus reinar nos corações.
Palavras de ofensa fecham portas para a paz, mas um coração cheio do amor de Deus escolhe sempre abençoar em vez de xingar.
Quando evitamos a maldade e escolhemos a gentileza, permitimos que a luz do amor divino brilhe mais forte em um mundo que tanto precisa de paz.
Onde há xingamentos e maldade, o amor ao próximo não consegue respirar; escolha sempre o respeito para que a paz de Deus reine.
Substitua a grosseria por uma palavra amiga, e você verá como o amor se espalha e transforma a vida de quem está ao seu redor.
Religião é uma seita severa de um povo sem a verdade, sem propósitos eternos e sem amor a Deus, que muda e troca a doutrina de Jesus por ela.
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