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Poemas para o Dia dos Namorados que encantam em cada verso

Amor de vidro


Amor de vidro é aquele
Que se cuida com carinho,
Que se trata por todo caminho,
Que se usa bem mansinho
Para não se quebrar.


O amor de vidro
Se realiza com sonhos,
Se macula com desejos,
Se inventa sem pensar.


Amor de vidro
É auge, esteio,
Êxtase e frenesí,
Só se vive uma vez
E depois mantém,
Por toda vida com validez.

Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido

Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido... Enfim o que mudaria?...

Não sei se isso importa pra alguém, nem mesmo sei se importa pra mim mesmo. Só sei que não é bom o sentimento de saber que sua vida, suas atitudes, seus sonhos e realidade pode interferir em varias outras vidas, seja pra bom ou ruim, enfim você se ver com uma vida linda e cheia de graça...

E ao invés de vive-la você percebe que pra vive-la necessita realizar escolhas e escolhas das mais simples as mais complexas... sempre terão resultados negativos ou positivos...

Por exemplo: Um garoto olha pra uma garota e ela o olha de volta em fração de segundos, no dia seguinte eles ficam juntos, por coincidência a sua amiga que a acompanhava fica com um amigo meu pra não ficar sozinha...

De repente paro de ficar com a garota e meu amigo continua com a garota que o foi apresentada.

Resultado: Os dois se casam, geram 3 filhos, são felizes, eu escolhi recuar.

Conclusão: Um simples olhar e ação pode gerar grandes coisas, positivas ou negativas, mas o fato é que escolhas sempre serão escolhas e jamais poderão apenas realizar...

Hoje escrevo sem rumo, sem pé nem cabeça, apenas escrevo o que me passa pela cabeça, mas uma coisa é certa, minha mente se encontra em um estado de transição entre o querer e o fazer, pensar e agir, amar e ser amado, ferir e ser ferido, aceitar ou não aceitar...

Hoje escrevo como quem se pergunta, e se eu morrer hoje ?

A resposta é óbvia: Alguns escolherão lembrar, porque eu fui importante, outros “esses são” as incontáveis variáveis incontroláveis que nunca saberão o que é o amor.

Strimani, nome em meu peito gravado,
Um amor que a cada dia é renovado.
Em teu olhar, encontro a paz que anseio,
Em teu sorriso, o mais puro devaneio.


És a musa que inspira cada verso,
Um universo de encantos, tão diverso.
Tua força e tua doçura me guiam,
Em teus braços, todas as dores se aliviam.


Admiro tua alma, teu jeito de ser,
O amor que transborda, que faz florescer
Os mais belos jardins em meu coração,
Minha amada Strimani, minha paixão.


Que nosso amor seja eterno e sem fim,
Em cada amanhecer, em cada por do sol, assim.
Para ti, Strimani, meu mais puro afeto,
Meu amor sincero, meu eterno projeto.

Amor e ódio caminham lado a lado, como dois extremos de uma mesma emoção que não pede licença. Um dia, o coração se aquece com lembranças doces, sorrisos que parecem eternos e promessas silenciosas que só ele entende. No outro, a mesma memória corta como lâmina, deixando raiva e decepção queimando na pele.
É estranho como alguém pode ser capaz de provocar tanto afeto e tanta dor ao mesmo tempo. O amor nos dá asas, mas o ódio nos ancora; o amor nos ilumina, mas o ódio nos cega. E, no meio disso, aprendemos que a linha que separa os dois sentimentos é tênue, quase imperceptível. Talvez por isso, aqueles que amamos profundamente também sejam capazes de nos ferir com a mesma intensidade.
No fim, amor e ódio são faces da mesma moeda: paixão que não se mede, que nos transforma, que nos lembra que viver é sentir, mesmo que doa.
Glaucia Araújo

Viver é melhor que sonhar
Eu sei que o amor é uma coisa boa
Mas também sei que qualquer canto
É menor do que a vida de qualquer pessoa

Elis Regina

Nota: Trecho da música Como nossos pais.

Sinfonia do amor desmedido de verão


Ó paixão, incêndio vasto, desatino!
Tremor da alma, furor do coração,
Ibaiti celeste, azul divino,
polo do mundo, trono da emoção.


Em ti, luz nua, pura, incorpórea,
traço do eterno, mão do arquiteto,
ó sol radioso, lira ilusória,
inebriando o meu ser inquieto.


Este amor — desmedido, infinito,
ergue-se além do tempo e da razão;
ao vento entrega-se, feito mito,
transforma rascunho em oração.


Cada verso meu, destino selado,
procura-te, sombra em claridade;
em tua ausência, o peito dilacerado,
em tua presença, nasce eternidade.


Folia que invade, poesia que inflama,
saudade que é bênção, dor que consola;
melhor que a solidão fria, sem chama,
é ser refém da estrela que me acolha.


Tu, sorriso que carrega o verão,
quente alvorada de melodia;
teu rosto é flor, perfume, oração,
na natureza, és pura harmonia.


Eis que pergunto: existe o amor?
Ou é quimera, sopro, relâmpago vão?
Mas no teu lume, ó doce esplendor,
reconheci da vida a perfeição.


Porém, faltou-nos coragem sincera:
eu temi o abismo, tu o mundo;
justiça não houve, só a espera
deste silêncio profundo, profundo.

Querido Deus:
Que teu amor seja abrigo em cada passo e teu cuidado, presença constante em todos os dias. Que tua mão nos guie com ternura e tua luz nos ilumine.
Amém!

Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.

São tantos desafios,
são tantas palavras vazias que o pouco que sobrou de um grande amor,
vai escorrendo entre os dedos de uma mão que, já com medo, treme e teme essa falta de vontade que acarreta os dias que acontecem.

Ninguém ama ninguém incondicionalmente.
O que chamamos de amor é a atualização de um padrão afetivo moldado pelo passado e condicionado pela presença viva do outro.
O amor verdadeiro, portanto, não é aquele que ignora as condições — é o que as reconhece e, mesmo assim, escolhe permanecer.

Amor


Amor é um sabor,
Amor é igual a paixão
Se você nunca amou
Nunca vai saber a sensação.


Amor é um sonho,
Um sonho bem bonito
Quem nunca amou,
Nunca irá longe, pro infinito.


Amar, amarei,
Gostar, gostarei
Quem sabe amar,
Saberá a emoção que sentirei.


Amor é bom,
Amor é emoção
Se quiseres amar,
Ame do fundo do seu coração!

CATÁLOGO DE UM AMOR EXTINTO
Juvenil Gonçalves


Encontrei teus ossos no baú do tempo,
fósseis de um verão que o outono esqueceu
cada osso, um verso; cada verso, um tempo
em que éramos mais que o amor que se deu.


Teu fêmur ainda trazia as marcas
dos meus dedos, tão leves, tão sem perdão...
E o teu crânio, qual taça de arcas,
guardava o vinho amargo da solidão.


As costelas, outrora meu abrigo,
agora são grades de um museu vazio.


Catalogarei cada fragmento teu
na prateleira dos amores falidos:
— úmero que me sustentou como véu,
— fíbula de nossos passos unidos.


E o que dizer da coluna, outrora erguida,
templo de carne, altar de nosso enleio?
Hoje é apenas ruína esquecida,
poema sem sujeito, verso sem meio.


Mas ah! Entre as relíquias desfeitas,
encontro teus dedos — frios, sem vida
e lembro que, um dia, nestas mesmas digitais,
eu li o futuro... e não soube ver a despedida.


Agora resta-me o catálogo frio:
um osso por amor, um verso por ossada.
E assim, entre rimas e pó, eu crio
um museu para nós, na página arruinada


Juvenil Gonçalves

Entrega não realizada.
O amor não é correio expresso.
Se eu tivesse que rastrear, o meu já deve ter morrido na triagem.
Ele me apareceu do nada, miando na minha porta, fingindo que sempre morou aqui.
Eu ofereci um pouco de leite, ele aceitou, e de brinde levou meu sofá, minha paz e o controle da minha TV!
Mas tudo bem... Eu sempre quis companhia para reclamar da vida.

A grandiosidade da alma


A alma doce e pequena
É sempre forte, mas serena.
Alma de amor,
Alma de dor,
Alma de horror,
Alma de calor.


Uma vida,
Um respiro,
Um sofoco,
Um respiro.


Contos e bagagens,
Horas e viagens,
Acalmando o eu,
Caminho que sofreu.


Contos e ferrolhos,
Choro e escolhas,
Alma sofrida,
Alma querida.

"Amor"
Vejo amor como um monstro,
e eu sou apenas um soldado,
vice-versa a gente se encontra,
e nem sempre ele quer papo.

Lembro, que na nossa primeira luta,
sai derrotado.
Por ter sido desnorteado,
pensei que havia perdido.

Mas sempre que me recordava dessa batalha,
retia um sentimento contínuo.
Por mas que me sentisse indigno,
sabia que aquele final era incerto.

Voltei me encontrar com ele,
e dessa vez fiz certo,
apanhei feito bastardo.

Porém conquistei
o que tanto havia almejado.

A vida nos testa de formas que parecem insuportáveis,
mas o amor e o carinho acendem a luz do coração,
lembrando que mesmo nas sombras há calor e cuidado.
A fé nos sustenta quando tudo parece desmoronar,
e a resiliência emocional transforma cada queda em impulso,
cada desafio em aprendizado, cada dor em força silenciosa.
Caminhar assim é perceber que crescer não é evitar a tempestade,
mas aprender a dançar na chuva, com coragem e gratidão.”**

Quando for fazer amor.
Faça nu.
Tire os diplomas.
O Status.
Sucesso profissional.
Suas etiquetas de grife.
Tire a chaves do carro.
Os cartões de crédito.
Tire tudo.
Até só sobrar a deliciosa.
Apimentada humanidade.

AO POETA


Que se senta na grama
Descreve a beleza do amor
Que rouba um verso
Nas asas de um beija-flor.


A você que traz no olhar
A verdadeira magia
Olhando o pôr-do-Sol
Constrói uma poesia.


Ao poeta que abre caminhos
Que usa a sua criatividade
Um elo, entre sonho e realidade.


Aquele que tem a ousadia
De transformar a desamor
Num canteiro de amor.


Parabéns a todos os poetas pelo nosso dia.


Irá Rodrigues.

Se você não for o amor da minha vida
Dessa minha vida
Eu terei que te procurar nas outras que virão
Se vc chegar primeiro
Vc sabe que eu vou ficar perdido
Vou precisar da sua localização


Se vc não for o amor da minha vida
Então eu tô no no trem errado
Era pra eu ter descido na próxima estação
Se não for você o amor da minha vida
Então eu me enganei de vida
Errei de vagão

💔 Bom Dia e a Realidade Cruel, Meu Amor
Bom dia. Eu espero sinceramente que, apesar de mim, o sol consiga te alcançar hoje.


Olha para a vida com clareza, meu amor. A verdade é dura, mas necessária: a vida é implacavelmente justa. Não espere que Deus te dê o que você deseja – Ele te entrega, com frieza, apenas o que você precisa para seguir em frente.


Eu sou, e sempre serei, apenas um capítulo curto, talvez uma nota de rodapé na sua biografia. E é exatamente por isso que eu te imploro: não me dê o seu tudo.


Preste atenção em cada vírgula deste tempo, mas não se anule por essa história. Você precisa de ar.


Porque o amor, no final das contas, é uma ferida aberta. Ele dói quando a rotina esmaga o extraordinário, quando a familiaridade se torna um peso. Dói quando os "bom dia" se tornam meros ecos vazios, e as ligações noturnas, que costumavam ser salvação, agora são apenas um lembrete frio de que você ainda está ali.


Não se apegue a essa dor futura, meu bem.


Eu não serei seu porto seguro para sempre; talvez eu seja a tempestade que te ensina a nadar sozinho(a).


Melhor que a gente não se perca por completo em algo que, no fundo, já tem um fim escrito.