Poesia de Reflexão
Exausto...
Sinto-me cansado de pessoas de caráter frágil, de vontades inconstantes e de presenças que só se fazem notar quando lhes convém.
Estou exausto de ser moldado às expectativas alheias, de sorrir por mera formalidade e de sonhar por obrigação.
Vivemos constantemente vigiados, fiscalizados e julgados — como se aqueles que nos julgam fossem isentos de falhas.
Saibam: eu mudei.
E, caso não tenham percebido, talvez seja porque, na verdade, nunca se importaram.
Não me procurem por mera conveniência.
Não me encaixo mais nos moldes que tentaram me impor.
E, se em algum momento, o ego fizer com que você se sinta superior, olhe atentamente para o próprio reflexo.
Lá estarão as suas imperfeições, tão evidentes quanto as minhas.
Somos todos humanos: falhos, instáveis e passageiros.
Agir com cautela sempre será o melhor caminho...
Cansado e estressado!
Mas não vencido e nem desesperado...
Às vezes é preciso sermos testados ao máximo;
Assim como a água precisa ferver para virar vapor!?
Precisamos nos reinventar nos piores momentos.
Todo relacionamento de amor fracassado, deixa um aprendizado!
O problema é que na maioria das vezes a lição deixada pela pessoa errada!?
Acaba sendo colocada em prática com, à pessoa certa.
Por orgulho!
Colocamos primeiro a felicidade individual "acima-de-tudo"
Por sabedoria!
Aprendemos que felicidade à (dois), é felicidade em dobro.
A verdade é que nunca seremos bons o bastante para quem nunca teve nem o básico e agora decidiu que merece só o melhor!?
Sem nem ao menos saber oque é isso.
A minha (impulsividade) já me fez cometer alguns erros.
Mas foi graças a ela!?
Que eu aproveitei a maioria das melhores oportunidades da minha vida!
Quem muito pensa;
Pouco faz.
Bom dia!
Simbora para mais uma jornada...
Às vezes, parece que a vida nos esqueceu em alguma esquina. Mas o tempo de Deus não se move com a pressa do mundo.
Abandono.
Nos teus versos calados,
Na tua alma chorada,
Perco-me nos teus braços.
E neles, eu clamava.
Clamava para a dor sumir,
Para os ventos se perderem,
Para então eu fugir,
Para nunca me verem.
Meu coração ja não aguenta mais,
Muito menos meu corpo,
Só sou um simples rapaz,
Que se desfaz com um sopro.
E nos passos descalços da alma,
Que pede e clama por socorro,
Peço que vá com calma,
Antes que me perca no abandono.
Bom dia!
Simbora de mãos dadas com a fé...
Sabe a fé é como uma insistente chama que não se apaga por qualquer vento.
Feliz dia!
O pior leproso não é aquele que perdeu a sensibilidade pela dor física…
Mas o que já não sente mais a dor dos seus próprios pecados.
Reconhecimento e prestígio;
É um luxo, que na maioria das vezes recebemos mais de pessoas estranhas;
Do que de quem convive com a gente.
Talvez o verdadeiro choque de realidade da vida;
Seja o dia em que você se olhar no espelho e enxergar a si mesmo, sem filtros, sem efeitos, sem montagens virais das redes sociais.
O dia em que você pensar em agir por si mesmo, desapartar da manada!
Setembro dormiu cedo
Areia nos bolsos e o cheiro do mar no cabelo.
Era só isso. E, por um tempo, foi tudo.
As janelas do carro abertas,
e você dizendo que não queria prometer nada.
Eu disse que também não queria.
Era mentira.
Te esperei como quem espera verão em cidade fria.
Escrevi seu nome na parte de dentro dos meus pensamentos
e apaguei com o canto da mão —
como se isso bastasse pra esquecer.
Mas ainda vejo a gente,
preso num instante que nunca virou agora,
num fim de tarde que não sabia que era fim.
Setembro dormiu cedo,
e eu fiquei acordado esperando você voltar da escola.
Eu me lembro:
das suas costas contra o céu dourado,
de quando você dizia "só hoje",
como se amanhã não fosse pesar.
A gente se encontrou no intervalo do mundo,
nos bastidores da vida real.
Promessas murmuradas atrás do mercado,
planos que só eu levava a sério.
Você era um talvez disfarçado de agora.
E eu achava que tinha sorte.
Eu cancelei noites, amigos,
e até a mim,
só pra ter mais alguns minutos de você.
Você, que nunca foi meu.
Mas me chamava de "sorte"
quando esquecia o nome das outras.
A gente era o que não era.
O que quase foi.
O que não coube no tempo certo.
E eu ainda te procuro nos dias nublados
e nas músicas tristes demais pra tocar de manhã.
Você se lembra?
Do portão velho,
do meu "entra no carro",
da minha espera que você nunca pediu?
Do sol batendo no seu ombro,
e de mim achando que aquilo era amor?
Setembro dormiu cedo.
E eu fiquei, sozinho,
esperando que você acordasse de novo pra mim.
Mas não acordou.
Você nunca foi meu.
Mas fui inteiro por você.
Por muito tempo, eu ficava irritado ao ver voltar para o meu lado uma bola que batia querendo que fosse indefensável.
A beleza do tênis, porém — assim como da vida — está muito mais na troca, no ponto bem disputado.
Encare a bola que retorna como uma nova oportunidade de fazer o seu melhor.
Se eu pudesse mandar um recado pra minha terra,
diria com o coração apertado e cheio de lembrança:
Querida Rio Verde das abóboras,
Hoje me peguei lembrando do menino Júlio – o "Julin",
"fi" da dona Gilza, neto da "véia" Tieta.
Nasceu e cresceu onde tudo parecia possível,
mas quase nada se podia para o povo humilde daquele solo —
um velho retrato da botina suja de poder.
“Como, agora, olvidar-me de ti?” —
verso do hino que ainda ecoa no meu lamento.
Saudoso, jamais esquecerei do que vivi.
E é mesmo estranho sentir saudade
de um lugar marcado por dor e violência,
mas mesmo com tudo isso,
eu olho pra você hoje e digo com orgulho:
Que bom te ver melhor, Rio Verde!
Houve um tempo em que eu acreditava em quase tudo que eu ouvia.
Hoje, preciso ter certeza, até do que eu vejo!
Tantos olhares por aí...
janelas da alma, sem fim.
Alguns curiosos, a espreitar,
outros cansados, a sonhar.
Há o brilho breve do que passa,
e o pesar mudo que se disfarça.
Olhares que julgam sem conhecer,
e os que acolhem, sem querer.
Em cada um, um mundo se encerra,
histórias contadas sem guerra.
Tantas vidas em um piscar,
tantas verdades a nos guiar.
E no meio de tanto ver,
o meu olhar, tentando entender.
Nem toda curva da vida tem placa de aviso,
Nem tudo que se perde de fato é um prejuízo.
Há dor que desperta, há fim que liberta,
E sonho que nasce quando a alma está aberta.
Caminho incerto, mas cheio de lição,
Tropeço que forma o rumo da missão.
A ausência ensina o valor do abrigo,
E o tempo revela quem anda contigo.
Não temas o escuro, nem temas a queda,
Às vezes é no breu que a luz mais se enreda.
A vida é estrada sem mapa preciso —
mas todo desvio pode ser um aviso.
Às vezes, tudo o que precisamos é isso: um passo. Um sopro. Umanovapágina.
(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)
A morte não veio como carrasca, mas como confidente. Ela não deve inspirar temor — não é inimiga,ejamaisserá.
(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)
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