Poesia de Reflexão
A existência é o silêncio que grita dentro do vazio, um instante onde o nada se torna possível e, por isso mesmo, impossível de ser esquecido. Não somos entidades separadas, mas pulsos dessa mesma vastidão tentando, em vão, agarrar o que nunca esteve à nossa mão: o sentido absoluto. Somos feitos do instante entre o ser e o não-ser, a tensão infinita que cria o movimento e o pensamento. Não há fora do existir, pois o existir é a fronteira que se estende e se recolhe, um horizonte que nunca alcançamos, mas que nos define. Viver é assumir a responsabilidade de ser a pergunta viva, um eterno questionar sem resposta, um testemunho daquilo que escapa à compreensão. O que chamamos ‘realidade’ é apenas o contorno provisório dessa busca, a sombra tênue de algo que é ao mesmo tempo todo e nada. Ser, então, é reconhecer que somos a ferida aberta do cosmos — e que nessa ferida pulsa a única certeza: a de que, no fundo, nada é certo, exceto a eternidade do mistério.
O início de tudo não foi um momento, mas uma ausência: a ausência absoluta, onde nem mesmo a ausência podia ser concebida. Antes de qualquer tempo, qualquer espaço, qualquer lei, havia apenas o impensável — aquilo que nem o nada consegue nomear. E então, sem porquê, sem finalidade, sem testemunha, o ser se insinuou: não como um estouro, mas como uma inevitabilidade silenciosa, um gesto que não pôde ser contido. O que chamamos ‘início’ não é o princípio de algo, mas a fratura do impossível — o ponto em que a inexistência já não pôde mais se sustentar e, ao ceder, deu lugar à possibilidade. O tempo nasceu junto com o espaço, como dois gêmeos siameses, costurados pela necessidade de que algo se transformasse. A matéria não veio depois: ela sempre foi o desdobramento desse impulso primordial, o eco daquela primeira vibração sem origem. O início não aconteceu, ele ainda está acontecendo, a cada respiração, a cada pensamento: o universo segue começando, incessante, em nós, através de nós, apesar de nós. E talvez seja esse o maior segredo: que o início nunca terminou.
É isso que você tem que fazer, esse é seu dever: fascinar o mundo com sua alegria, com suas ideias, com seu amor, essa é sua verdadeira missão.
Você sente falta, do que está jogando fora. Não é do que perdeu... Quando se joga fora, dá para lembrar onde foi. E a depender do tempo,voltar e pega de volta. Quando se perde... Não! Por que é foda de lembrar aonde se perdeu... _Então Leide volta para pegar enquanto da tempo!
"Nem tudo que aperta o peito é prova de amor. Às vezes, é só o corpo gritando o que o coração não quer ouvir."
"Um pequeno ferimento pode se transformar em uma grande cicatriz. Assim como as palavras, quando mal interpretadas, têm o poder de destruir até mesmo o que parecia sólido."
Sabe o que dói? Que, devido às novas circunstâncias, percebo que o pouco que eu aceitava e recebia era, para mim, o suficiente para ser feliz. Muitas vezes, nos apegamos ao mínimo porque acreditamos que é tudo o que merecemos ou tudo o que podemos ter. Mas a vida tem um jeito de nos mostrar que, talvez, estávamos nos contentando com menos do que realmente precisávamos.
Entre o sangue que jorrava da minha alma e o fogo que ardia em meu espírito, vi meu próprio rosto na guerra interior.
Em busca do que sei. Digo, não sei mais quem sou... Sê venci! Me pergunto: Onde estará o prêmio tão vil? De valores sem sentido, inexprimível ao desejo de não ter vencido.
"E se hoje fosse sua última chance… de dizer que ama, de pedir perdão… ou de simplesmente estar ali?"
Suas atitudes e pensamentos moldam o que virá. O futuro não acontece por acaso — ele é reflexo do agora.
Há duas espécies de orgulho: o que, embora discreto em temperaturas amenas, agiganta-se quando desafiado; e o que, apesar de aparentemente grande, pouco cresce quando posto à prova.
Quando você se sente ciumento de uma garota que não conhece sua própria essência e valor interno, você está alimentando seu sentimento de insegurança e se tornando prisioneiro de seus ciúmes. É um ato que desonra sua honra, alimenta seus maiores medos e vai contra a sua própria jornada de autoconhecimento.
