Poesia de Mae para meu Filho Homem
Minha vida se resume na sua, e meu amor por você se resume em reticências..., infinito e em uma só direção, seu coração!
As pessoas me apavoram, em meio as pessoas, eu entro em pânico, já que o meu problema são os outros. Saio para um lugar solitário e lá não tem ninguém para me consolar: Eis meu dilema!
O pêndulo do cronômetro em movimento não me causa mais ansiedade alguma: já conquistei meu merecido descanso eterno (08.10.17).
O meu Deus é indefinível, indizível e sem sentimentos, não sei dEle, mas de uma coisa sei: não me pareço com Ele e estou aqui.
" Tu és o meu vendaval da paixão! Tu és a minha brisa do amor! Tu és a minha dor da saudade ! /Tu és o meu sorriso esplêndido do amor ! Vem! Exala esse meu estado otimista....Segura na minha mão, eu te acompanho na sua vontade de chegar até o infinito. Gozá comigo!!!! Vamos ser recíprocos nesse fio que compõe a natureza do nosso ser."
Como é bom te chamar de meu amor, sem ninguém nos incomodar. A cada dia quero te amar, te abraçar , te acariciar. Agradeço a Deus por te deixar ficar para cada dia nos amar.
O que eles pensam ouvindo meu nome?... Se isso acontece, culpo o sistema educacional que não prioriza relacionamentos saudáveis!
Há os que me chamam de velho gagá, zombam de meu magistério, da minha aula, da minha autoridade. Sou um profeta Eliseu sem Deus e sem ursas!
Meu machismo é assim: resiste a sua superioridade e se suaviza à igualdade dos gêneros. Meu machismo é estúpido não entende quando elas põem o peito nu em redes sociais, mas se um cara divulga é um crime, ele vai para a prisão e paga fiança, mas mudou o fato de que eu vi peito na campanha feminista.
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
"Anoiteceu...desejei te abraçar e num vago toque do seu corpo com o meu;"tocar nesta linda obra de arte!".-,(VEM,...realiza!), sobre a sua ou sobre a minha barra de leito...vamos compor o seu suspirar com o meu e cantar o som da felicidade."
Paixão: É quando você dá um pulinho no meu coração e volta rapidinho.Mas o amor,... é quando você vem bem devagarinho,entrando passo a passo.Há!,meu amor,queres tu entrar? (VEM!,CORRE,ENTRA! )
Teu nome é meu verbo intransitivo! Tu és a minha nota que não afina,/Tu és mulher menina,Tu és o meu acorde que nunca finda...;(VOCÊ É ESTRELA QUE CAIO DO CÉU E DESMAIOU O MEU SER!)....reciprocidade é o meu palor,.... e a minha felicidade: "É TER VOCÊ!".
tu és bela como uma papaia, não amor eu nao vim falar disso e nem zoar, por que o meu amor por voce nao tem limites e eu sei que um dia a gente ainda vai casar e eu vou te dar uma familia linda e uma casa cheeeeia de crianças correndo pelo quintal
Não posso pensar só em mim, nem tão somente no outro;deve haver um equilíbrio no meu gostar (08.12.17).
Se a benção do meu ensinar repousa sobre aqueles merecedores da prosperidade; a maldição do não ensinar castiga os indignos.
Meu amigo Zé Ferreira de 74 anos de idade,agora faz o papel de um cachorro: enquanto a família passa o réveillon fora,ele olha a casa (31.12.17).
Lavar a alma é deixar as partículas do meu corpo escorrerem pelo rio e se libertarem em busca novamente ao meu encontro em direção ao mar
Como gostaria que meu leitor tivesse modos tão ampliados de ler, para realizar leituras mais extensivas, de forma que possa estabelecer vínculos cada vez mais estreitos entre o texto e outros textos, construindo referências sobre o funcionamento da literatura e entre esta e o conjunto cultural! Ou estou exigindo demais?
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