Poesia de Mãe para Filhos
Mãe não vem com manual de instrução, um dia você vira mãe e pah... Sua vida muda completamente!
E em meio à tantas questionamentos, cobranças, auto questionamento, (fiz o melhor?!
Onde eu eu errei?! )
Você vê os acertos e é neles que você tem que focar!!!
Eu sou a melhor mãe que eu posso ser.
No filho você planta as sementes , mas é ele quem vai germina-las, fazê-las florir ou não...
A Letra, H.
Agar foi uma serva egípcia de Sara e mãe de Ismael, filho de Abraão. Sua história no livro de Gênesis é marcada por conflitos familiares, exílio no deserto e a experiência de ser vista e socorrida pelo próprio Deus em momentos de grande aflição.
O SILÊNCIO E A CURA
"Maturidade é entender que o silêncio de uma mãe esconde sacrifícios. Perdoar não é aceitar o erro, é libertar o próprio coração da mágoa. Às vezes, uma mãe se afasta para nos proteger; entender esse silêncio é o primeiro passo para a cura da alma."
#Superação #CuraInterior #SerLuciaReflexoes
#Autoconhecimento
LúciaReflexões&VIda
A sorte costuma ser madrasta de quem é honesto e mãe de quem sabe trapacear.
Mas lembre-se: injusto não é quem tem pouco, é quem tem muito e ainda assim não vale o que possui.
SerLucia Reflexoes
“Amar um filho imensamente não impede uma mãe de sentir cansaço, medo, raiva, saudade de si e vontade de descansar.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nenhuma mãe nasce sabendo ser mãe atípica; ela aprende no susto, na urgência, na falta de apoio e no amor que não desiste.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica não é uma personagem heroica; é uma mulher real, cansada, amorosa, ferida e profundamente necessária.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica não precisa ser chamada de guerreira quando o que ela mais precisa é de rede, descanso e acolhimento.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica se torna especialista por necessidade, advogada por sobrevivência e militante porque o mundo ainda não aprendeu a incluir.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica aprende a funcionar mesmo destruída, porque quase sempre o mundo só percebe quando ela para.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe pode amar o filho com toda a alma e, ainda assim, chorar pela mulher que foi ficando soterrada sob o cuidado.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A dor invisível da mãe atípica não é menor porque ninguém vê; muitas vezes, é maior porque quase ninguém testemunha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O luto da mãe atípica não é pelo filho real; é pela maternidade imaginada que precisou ser sepultada sem testemunhas.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Uma palavra dita depois de anos pode parecer pequena para o mundo, mas para uma mãe atípica pode ser um milagre inteiro.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A fé verdadeira acolhe a mãe cansada; não exige que ela seja inquebrável.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica não precisa desaparecer para provar amor.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando uma mãe diz que não aguenta mais, ela não está dizendo que não ama; está dizendo que está humana demais para continuar sozinha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica merece um abraço que não minimize sua dor, não romantize sua luta e não exija perfeição de sua humanidade.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica carrega documentos, laudos, medicações, alimentos, estratégias e uma força que ninguém vê.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O descanso da mãe atípica não é luxo; é condição mínima para que o cuidado continue sem destruir quem cuida.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
